Notícias

Encontramos 151904 resultados
Solidariedade vai melar o acordo do centrão com tucano Geraldo Alckmin?

Tweet do pré-candidato do PSDB a presidente da República deixou o deputado Paulinho da Força (SD) preocupado com discussão sobre volta do imposto sindical

Delegado Waldir sugere que, se apoiar Alckmin, Caiado pode perder apoio do PSL

O deputado afirma que Jair Bolsonaro vai ter uma votação bem maior do que a apresentada pelas pesquisas

“População tem de ter liberdade para escolher seu candidato e votar em quem quiser”

Jornalista e apresentador de programa de TV diz que pretende usar os quase 50 anos no ar para dar ao cidadão o que ele merece receber de um governo: "dignidade"

Sai a biografia do guerrilheiro gay Herbert Daniel, aliado do capitão do Exército Carlos Lamarca

Na década de 1960, o integrante da VPR lutou para derrubar a ditadura civil-militar

Slogan de “O Popular” deveria ser “um jornal sem anúncios”

Falta de anúncios possivelmente motivou reticência do Grupo Zahran em aceitar o jornal

O Popular produz reportagem oficialesca sobre assalto no Goiânia Shopping

Jornal sugere que shopping é seguro, mas não explica por qual motivo joalheria foi assaltada duas vezes

Baldy esteve perto de compor com Daniel Vilela mas quadro nacional deve levá-lo de volta a Eliton

[caption id="attachment_131168" align="aligncenter" width="620"] Fotos: Arquivo[/caption]

O presidente Michel Temer e o ministro Carlos Marun estão, de fato, pressionando o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, para que apoie a candidatura de Daniel Vilela (MDB) a governador de Goiás. Um repórter do Jornal Opção esteve em Brasília no lançamento de um livro do jornalista Hugo Studart, no restaurante Carpe Diem, e ouviu de repórteres e políticos que, apesar de possíveis desmentidos, chegou-se a pensar na demissão de Baldy e na nomeação de um indicado por Daniel Vilela. Mas Temer teria ressalvado que o cargo “é” do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do presidente do PP nacional, Ciro Nogueira, os padrinhos do político goiano. O cargo não é do MDB.

Na semana passada, Daniel Vilela esteve prestes a anunciar o apoio de Baldy à sua candidatura. Assim como de dois outros políticos da base governista. Mas houve um recuo depois da decisão do Centrão de apoiar o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, a presidente da República. Não apenas Ciro Gomes, o candidato a presidente do PDT, ficou na chapada. Alianças estaduais podem ter sido dinamitadas ante o acordão nacional.

Se o PP se afastasse de Geraldo Alckmin, para ficar com Henrique Meirelles, o postulante do MDB, ou Ciro Gomes, ficaria menos complicado para Baldy apoiar Daniel Vilela. Mas, se o PP ficar mesmo com Alckmin, a tendência é um alinhamento com o PSDB em Goiás. Ressalve-se que em nenhum momento Baldy deixou de conversar com os três principais pré-candidatos a governador de Goiás: Ronaldo Caiado, do DEM, Daniel Vilela e José Eliton, do PSDB.

Grupos que apoiam Ronaldo Caiado começam a discutir a formação do secretariado

[caption id="attachment_131173" align="aligncenter" width="620"] Fotos: Arquivo[/caption]

Não deixa de ser curioso que a campanha eleitoral de 2018 nem começou e os grupos que apoiam Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador, já estão discutindo a formação do secretariado.

Para a Secretaria de Saúde, quatro nomes começam a ser mencionados: Fátima Mrué (aposta de Iris Rezende), Zacharias Calil, Paulo Daher e Silvio Fernandes.

O prefeito de Catalão, Adib Elias, cobiça dois cargos: a presidência da Saneago ou a Secretaria de Segurança Pública.

O deputado José Nelto aposta que será secretário de Governo.

Os jornalistas Eduardo Horácio (aposta de José Nelto), Filemon Pereira e Erika Lettry são lembrados para a Comunicação. Mas nenhum está fazendo articulações.

Anna Vitória Caiado é cotada para a Casa Civil.

Paulinho da EPP é citado como possível chefe de gabinete.

Samuel Belchior, do MDB, é a principal aposta para a Secretaria das Cidades ou para a Agência de Habitação (Agehab).

Se Caiado for eleito, Wilder Morais vai exigir a Secretaria da Fazenda

[caption id="attachment_108827" align="aligncenter" width="620"] Wilder Morais | Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado[/caption]

Comenta-se que, para apoiar o candidato do DEM a governador, Ronaldo Caiado, o senador Wilder Morais só fez um pedido: quer ser secretário da Fazenda.

O “pedido”, se verdadeiro, sugere que Wilder Morais acredita mais — o que é lógico, a se aceitar as pesquisas de intenção de voto — na vitória de Ronaldo Caiado do que na sua.

A Secretaria da Fazenda é a mais poderosa do governo do Estado. Mas Wilder Morais possivelmente não tem noção do quão Ronaldo Caiado é centralizador. Se for eleito, vai indicar secretários, é claro, mas, na prática, será o secretário de todas as pastas. O secretário de Saúde — Fátima Mrué pode ser indicada pelo prefeito de Goiânia, Iris Rezende, embora os nomes do democrata sejam outros: Zacharias Calil, Silvio Fernandes e Paulo Daher — será, no caso de vitória do democrata, o próprio Caiado, que é médico.

Noutras palavras, o tiro de Wilder pode até ser pra cima, mas pode acabar atingindo seu pé.

Wilder Morais estaria com saudade de ser suplente de Demóstenes Torres

[caption id="attachment_98252" align="aligncenter" width="620"] Fotos: Câmara dos Deputados[/caption]

Militantes do DEM contam, em tom jocoso, que toda vez que sai uma pesquisa de intenção de voto o senador Wilder Morais, do partido Democratas, suspira forte e diz: “Oh, que saudade de ser suplente do senador Demóstenes Torres”.

Si non è vero, è ben trovato”, dirão os militantes do partido dos senadores Ronaldo Caiado e Wilder Morais.

Raquel Teixeira é cotada para vice de José Eliton e José Vitti para suplente de Marconi

O PP de Alexandre Baldy, o PTB de Jovair Arantes e o PSD de Thiago Peixoto estão na luta pela vice

Janaína Paschoal é cotada para vice de Jair Bolsonaro

[caption id="attachment_124993" align="aligncenter" width="620"] Foto: Jefferson-Rudy-Agência-Senado[/caption]

Pré-candidato a presidente pelo PSL, o deputado federal Jair Bolsonaro trabalhou, inicialmente, para ter um militar, notadamente um general, na sua vice. Seria um recado de que, com dois militares, seu governo seria mesmo duro. Ao mesmo tempo, se tentarem derrubá-lo — digamos com um impeachment —, a vice estaria garantida para um “político”, no caso militar, da linha dura.

Embora um militar não esteja descartado, políticos experimentados sugerem a Bolsonaro que convide um civil ou uma mulher para sua chapa — para torná-la mais suave ou palatável. No momento, embora seja cotada para disputar mandato de deputada federal — e até de governadora —, por São Paulo, a professora Janaína Paschoal, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, é um dos nomes mais cotados para ser vice do presidenciável do PSL.

“Não vou basear minha gestão na política do pão e circo”

Responsabilidade com os recursos públicos e relação institucional saudável com o governo estadual são premissas da tucana, que ainda tem mais 2 anos e meio no comando da Prefeitura de Palmas

Aliança Ataíde-Amastha pode rachar o ninho tucano

Senador do PSDB faz o movimento mais efetivo até aqui no sentido de fechar chapa majoritária para outubro, mas nem tudo é tranquilidade

PSB quer ampliar parcerias

[caption id="attachment_131067" align="alignright" width="620"] Reunião da executiva do PSB antes de fechar parceria com tucanos: Júnior Bandeira, Alan Barbiero, Ricardo Ayres, Carlos Amastha e Tiago Andrino[/caption] Antes de fechar a parceria com os tucanos, o PSB já havia se reunido internamente, na quarta-feira, 18, em Palmas. Depois do fiasco ocorrido na eleição suplementar, os membros da executiva estadual da sigla no Tocantins já haviam definido que as portas estavam abertas para novas composições partidárias, visando as eleições de outubro. Eles também acertaram que a siglas que caminharam juntas na eleição extraordinária (PT, PCdoB, Podemos e PTB) continuarão fazendo parte da parceria que pretende alçar ex-prefeito Carlos Amastha ao Palácio Araguaia. “Os companheiros que estiveram e estão conosco são valorosos. Queremos e iremos adicionar ao grupo novos companheiros, com ideais e projetos voltados à recuperação e praticamente reconstrução do Tocantins, o que é uma necessidade urgente do Estado e imprescindível para os tocantinenses”, afirmou Amastha, presidente regional do PSB. A questão é: se o PT já mandou recado e orientação – na pessoa de seu presidente estadual, o deputado Zé Roberto Forzani – que não são admissíveis coligações com o PSDB em todo território nacional, como é que Amastha vai conseguir conciliar todo mundo no mesmo balaio de gatos, uma vez que a aliança com os tucanos já foi fechada? Neste caso, a força do braço tucano talvez fale mais alto e o PT fique – de novo! – completamente sem pai nem mãe nas eleições de outubro no Tocantins. O certo é que ao final da reunião, pelo menos a princípio, restou confirmado as pré-candidaturas de Alan Barbiero ao Senado, do vereador Tiago Andrino a deputado federal, e de Ricardo Ayres à reeleição na Assembleia Legislativa. Também houve direcionamento na reunião da definição da coordenação da campanha de Amastha, que ficará a cargo do ex-secretário municipal de Palmas Cristian Zini, como também dos ex-prefeitos Júnior Bandeira, de Lajeado, e Jucélio Lustosa, de Lagoa do Tocantins. Eduardo Gomes Mas a avalanche de Amastha pode se espalhar sobre outros territórios, que ele considerava como asquerosos, por se tratar de integrantes da “velha política”. O ex-deputado federal Eduardo Gomes (SD) é amigo pessoal de Amastha, o que não é segredo. Aliás, foi exatamente em razão dessa amizade que o vice de Amastha, eleito em 2012, Sargento Aragão, não tomou posse no cargo. É lógico que o ex-prefeito queria Gomes na sua chapa, mas convencer o partido Solidariedade é tarefa árdua. Ele tem muitos inimigos naquele reduto, então, no momento, é melhor deixar quieto, mesmo porque Eduardo Gomes tem vaga garantida como suplente do velho José Wilson Siqueira Campos (DEM). Corre pelos bastidores, diga-se de passagem, que Gomes sempre quis isso – e está acertado desde o começo – mas ele manteve o discurso de manutenção da candidatura para sentir o termômetro do eleitorado. Gomes tem fortes elos com o grupo político que está atualmente no poder. Ora, se o Palácio Araguaia já tem fortes candidatos ao senado federal – Siqueira Campos e Cesar Halum (PRB) – porque Go­mes não poderia ser “altruísta” e se conformar em ser o suplente do “mito”? Seria a estratégia perfeita, mesmo porque – para o eleitorado – isso soaria como gesto de nobreza e humildade.