Delegado Waldir sugere que, se apoiar Alckmin, Caiado pode perder apoio do PSL

O deputado afirma que Jair Bolsonaro vai ter uma votação bem maior do que a apresentada pelas pesquisas

Fotos: Divulgação

O deputado federal Delegado Waldir Soares diz que o PSL tende a apoiar o pré-candidato a governador pelo DEM, Ronaldo Caiado. “Porém, se algum partido de esquerda fizer parte de sua coligação, não teremos como apoiá-lo. É uma decisão, não pessoal, e sim partidária. Ademais, se Ronaldo Caiado apoiar Geraldo Alckmin — adversário de nosso candidato a presidente, deputado federal Jair Bolsonaro —, o PSL não subirá no seu palanque”, afirma. Trata-se de um alerta. A perda de um aliado popular como Delegado Waldir, se acontecer, pode abalar a candidatura do presidente do Democratas.

O deputado está empolgando com a candidatura de Bolsonaro. Ele frisa que as pesquisas não captam, de maneira precisa, o eleitorado do pré-candidato. “A votação de Bolsonaro tende a ser muito maior do que a registrada pelas pesquisas. Como nosso candidato é muito atacado, exatamente porque é o mais competitivo, há eleitores que, embora devam votar nele, preferem camulflar o voto, pelo menos por enquanto. Contados os votos, todos ficarão surpresos. Ele se tornou uma febre nacional — daquelas que não passam, só aumentam e são positivas”, assinala o parlamentar.

Na visita a Goiás, na semana passada, Bolsonaro “empolgou do pobre ao rico”, sustenta Delegado Waldir. “Os eleitores percebem que, além de ter um projeto para o país, Bolsonaro defende os valores que são substanciais para o equilíbrio moral da sociedade.” O presidenciável, ressalta o deputado, “não viaja em avião e helicópteros de empreiteiros”. Por isso, afiança, “fomos de automóvel de Goiânia para Rio Verde”. Lá, “como em todos os lugares, foi recebido como um autêntico pop star”.

Sobre a composição política para a chapa proporcional, Delegado Waldir frisa que há duas hipóteses: “Estamos definindo se vamos com uma chapa com os partidos pequenos ou com os partidos maiores. O PSL fará duas convenções: uma para os candidatos a deputado e outra, preenchidos os requisitos exigidos pela direção partidária, para a montagem da chapa majoritária.”

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