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Produção de açúcar no Centro-Sul será menor do que previsto pela Conab

Considerando também a região Norte-nordeste, a Conab acredita que a produção de açúcar deverá ter crescimento de 9,5% em relação a 2018/19

Produção de açúcar cai de 31 milhões para 28 milhões de toneladas | Foto: Reprodução

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu a estimativa de produção de açúcar do centro-sul do Brasil para o período de 2019 a 2020 para 28 milhões de toneladas, ante 31 milhões na previsão de maio, segundo relatório da instituição.

A Conab acredita que a produção deve crescer 9,5% em relação a 2018 e 2019 ao considerar também a região Norte-nordeste, que deve atingir 31,8 milhões de toneladas este ano.

Já a produção de etanol de cana do Centro-Sul foi projetada em 28 bilhões de litros, ante 29 bilhões na projeção anterior. A estimativa de safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul em 2019 e 2020, contudo, aumentou para 571 milhões de toneladas, ante 566 milhões em maio.

No total, o País deverá produzir 30 bilhões de litros de etanol da cana-de-açúcar – 10,5 bilhões de litros de anidro (aumento de 12,6% na comparação anual) e 19,8 bilhões de litros de hidratado (redução de 14,1% no mesmo comparativo) – e mais 1,35 bilhão de litros a partir do milho, somando 31,6 bilhões de litros. Além disso, a projeção de Açúcar Total Recuperável (ATR) da safra do país foi reduzida para 137,2 kg por tonelada de cana, ante 138,7 kg/t na projeção de maio.

Regiões

No Sudeste, a produção estimada de cana-de-açúcar processada deverá atingir 394,3 milhões de toneladas, 1,5% inferior à safra 2018/19.

Já no Centro-Oeste, os estados que compõem a região apresentaram um crescimento de 2,7% na área a ser colhida, atingindo 1,84 milhão de hectares, com leve aumento de 1% na produtividade e incremento de 3,7% na produção, atingindo 142 milhões de toneladas.

Por sua vez, a região Nordeste apresentou uma redução de 0,2% na área colhida, atingindo 832,1 mil hectares. Estima-se recuperação na produtividade em torno de 6,1%, em razão da melhoria das condições do clima, e produção prevista em 47 milhões de toneladas, com aumento de 5,9% em relação ao exercício passado.

Secretário da Saúde diz que liminar do Hutrin “só serviu para tumultuar”

Ismael Alexandrino afirma que Imed já assinou contrato e que CEM já não tem nenhuma responsabilidade com o hospital

Foto: Francisco Costa/Jornal Opção

Em conversa via telefone com o Jornal Opção, o secretário de Estado de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, afirmou que a decisão do desembargador Olavo Junqueira não suspendeu o processo licitatório para a transição do gerenciamento Hospital Estadual de Urgências de Trindade Walda Ferreira dos Santos (Hutrin), mas o chamamento público, que já tinha sido concluído desde o resultado final. Segundo ele a liminar “só serviu para tumultuar, deixar o processo um pouco mais acalorado”.

Ele informou, ainda, que o contrato já foi assinado com o Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed), cuja vitória foi explicitada no Diário Oficial do último dia 14. Sobre a transição deste sábado, 14, Ismael também informa que esta tem sido feita durante a semana.

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“O Instituto CEM, que gerenciava a unidade, já não tem mais responsabilidade sobre o Hutrin”, garante o secretário, que avisou, também, que a procuradoria deve apresentar recurso nas próximas horas em relação ao mandado de segurança do desembargador.

Impossibilidade

Conforme Alexandrino, se houvesse, de fato, um impedimento [para o Imed assumir], o hospital ficaria à deriva e o desembargador deveria declarar o fechamento do Hutrin.

Ele também explica que o Instituto Consolidar, impetrante da ação, foi desqualificado pois não conseguiu chegar a 50% de um dos quesitos obrigatórios.  O próprio Instituto CEM, que denunciou a inviabilidade também não atingiu o ponto de corte, conforme foi observado posteriormente.

Ismael destaca que, dos três primeiros colocados, somente o Imed se manteve apto a assumir a gerência do Hutrin.

Bolsonaro envia forças armadas à Amazônia

Presidente deixa de negar gravidade da situação e promete anunciar medidas para conter queimadas

[caption id="attachment_200476" align="alignnone" width="620"] Governo sinaliza defesa de políticas ambientais bem como de soberania | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]

Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta sexta-feira, 23, decreto para enviar forças armadas à Amazônia. Após repercussão global das queimadas na região Norte, o presidente da república convocou reunião ministerial para decidir medidas de combate às queimadas. Os ministros Fernando Azevedo (Defesa), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Jorge de Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência), além de José Vicente Santini (Casa Civil) participaram da reunião cujas conclusões serão anunciadas em rede nacional de TV. 

O presidente, que recentemente se intitulou “Capitão Motosserra”, tem sido visto por europeus como vilão ambiental, e sido alvo de protestos. Três dos sete líderes que compõem o G7 (Emanuel Mácron, da França, Justin Trudeau, do Canadá e Ângela Merkel, da Alemanha) decidiram levar a pauta para a reunião. O Brasil pode sair prejudicado, caso o acordo entre União Europeia e Mercosul seja revisto com o descumprimento brasileiro da parte que lhe é cabida na preservação ambiental. Mácron afirmou na mídia francesa que o presidente brasileiro mentiu para ele quando reafirmou seus compromissos ambientais na ocasião da cúpula do G20.

A medida de enviar o exército para controlar as chamas na floresta tem sido lida como uma mudança de postura quanto a negação da gravidade das queimadas e, simultaneamente, uma reafirmação da soberania brasileira sobre o território. Até então, Bolsonaro, concentrou suas respostas a Mácron na acusação de que os interesses estrangeiros pela floresta seriam uma espécie de imperialismo.

Consuni/UFG decide pela manutenção da demissão de professor denunciado por estupro, em 2017

Caso veio à tona após uma docente reforçar relato de estudante de veterinária; O homem já tinha sido suspenso das atividades no começo deste ano

Pesquisa revela Sergio Moro como o ministro mais popular de Jair Bolsonaro

O ex-juiz tem 29% da preferência dos entrevistados; o segundo colocado, Paulo Guedes, tem 6%

Moro é o ministro mais popular do governo federal | Foto: reprodução

Um pesquisa realizada pela revista Veja/FSB elencou os ministros mais populares do governo de Jair Bolsonaro. O primeiro colocado é o ex-juiz federal Sergio Moro com 29%. Ele deixou o comando da Operação Lava-Jato, em Curitiba (PR) para assumir o Ministério de Justiça e Segurança Pública.

O ministro Sergio Moro é mais popular entre homens de 41 a 59 anos com ensino superior completo e renda mensal acima de cinco salários mínimos.

Para o segundo colocado, a queda de popularidade é grande. O ministro da Economia, Paulo Guedes, conquistou 6% dos entrevistados. Os demais ministros não alcançaram 1% dos votos, enquanto 16% não escolheram nenhum membro da equipe de Bolsonaro.

Sobre as áreas que melhoraram sob a mão de Bolsonaro, os entrevistados apontaram, em primeiro lugar, o combate à corrupção, com 34% dos votos e a segurança pública teve 13%.

A pesquisa abordou também o potencial político dos ministros nas futuras eleições, principalmente na presidencial, onde Sergio Moro lidera a disputa de 2022 com 27%, em cenário sem Jair Bolsonaro.

“A desburocratização judicial é importante para que o País avance”, diz Alexandre Baldy

Secretário de Transportes participou de debate promovido pela Folha de S. Paulo

Foto: Divulgação

O ex-ministro das Cidades e ex-deputado federal Alexandre Baldy participou, na última quarta, 21, de um seminário sobre combate à corrupção promovido pelo jornal Folha de S. Paulo. Ele, que atualmente integra o governo de João Doria (PSDB-SP) como secretário de Transportes, defendeu medidas para diminuir a burocracia no poder Judiciário. “A desburocratização judicial é importante para que o País avance nos aspectos econômicos e sociais”.

Além disso, o goiano demanda por mais facilidade na investigação de casos em que há suspeita de corrupção. Na ocasião, Baldy também se posicionou contra a criminalização da classe política. “É preciso saber diferenciar o corrupto, do administrador público bem intencionado que trabalha em prol de avanços rápidos”, disse.

Segundo ele, quando deputado foi relator da Lei que aumentou o poder do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em investigações de bancos e empresas por infrações administrativas ou irregularidades em operações no mercado financeiro. Por fim, o ex-ministro agradeceu a participação no debate da Folha e afirmou que este tipo de discussão ajuda a entender a necessidade do aperfeiçoamento das regras.  

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Hospital Geral de Palmas atinge marca histórica

Após 14 anos de funcionamento, o HGP chega a 84% de ocupação, de acordo com balanço divulgado pelo diretor geral da unidade, Leonardo Toledo

Corredor do Hospital Geral de Palmas | Foto: André Araújo / Governo do Tocantins

A Secretaria Estadual da Saúde informou que, após 14 anos de funcionamento, o Hospital Geral de Palmas (HGP) – que nunca havia operado com o índice de ocupação de 84% - atingiu a marca na quinta-feira, 22. Na avaliação do diretor geral do hospital, Leonardo Toledo, o índice é resultado do novo fluxo implantado na unidade. “Nos últimos meses, implantamos um novo fluxo buscando ouvir todas as equipes, saber o que elas precisam para atender bem os pacientes e resolver o problema que os trouxeram à unidade. Isso tem otimizado a ocupação de leitos e dado celeridade aos atendimentos, resultando na redução do período de internação”, frisou.

Outro motivo apontado pelo diretor é a primeira força tarefa de cirurgias ortopédicas realizadas em pacientes internados. “Graças a esta força tarefa que está sendo realizada na unidade, que operou 122 pessoas no período entre o dia 12 e o dia 22 deste mês, conseguimos reduzir o fim da espera de muitos pacientes. Somente na última quarta, 21, tivemos 54 altas, número nunca visto no hospital”, enfatizou.

O gestor da Pasta, Edgar Tollini, ressaltou que o novo fluxo e o planejamento estratégico na realização das cirurgias ortopédicas são resultado do comprometimento da atual gestão da Secretaria, que está regularizando e aumentando os estoques de medicamentos, materiais e insumos para a realização dos procedimentos. “Temos focado nossos esforços na resolutividade das cirurgias, visando justamente o fim da superlotação do nosso hospital. Isso passa pelo abastecimento das unidades e o empenho das equipes multiprofissionais que também não medem esforços para atender cada vez melhor os usuários do SUS, no Tocantins”, destacou Tollini.

Economia em 2019

Outra informação relevante acerca da saúde pública no Estado do Tocantins é o resultado do estudo realizado pela Secretaria, que apontou que a pasta passará a ter uma economia de R$ 2,6 milhões, em comparação com o valor investido em 2018, levando em consideração a quantidade de pacientes atendidos naquele ano, na especialidade cardiologia. Ao invés de realizar os procedimentos no hospital conveniado em Araguaína, Dom Orione, o reinício dos procedimentos no HGP – paralisados desde setembro de 2017 –resulta num custo 2/3 menor, gerando uma economia de 64,49%. Os custos compreendem procedimentos cardiológicos faturados pelo Sistema de Internação Hospitalar (SIH) de janeiro a novembro de 2018 incluindo insumos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e outros.

A Pasta também intensificou os trabalhos de aquisição de materiais cirúrgicos especializados para restabelecer o serviço no HGP, que desde 06 de junho deste ano, foram retomados com 19 pacientes com o procedimento realizado, amenizando a fila que até então continha 100 pacientes, segundo a direção do hospital.

A retomada destas cirurgias no HGP proporcionaram além da economia financeira, a redução no tempo de espera e consequentemente, reflete positivamente na vida dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) do Tocantins.  Com uma agenda definida para todas as segundas e quintas-feiras, a unidade consegue atender a demanda de leitos de UTI de rotina e promover os cuidados dispensados aos pacientes que realizam os procedimentos mencionados acima. “Há uma logística definida com nossas equipes para que tenha uma continuidade dessas atividades e assim, os sofrimentos de muitas famílias sejam abreviados e eles ainda ganham o conforto de fazer uma cirurgia perto de suas casas”, enfatizou o diretor geral do HGP, Leonardo Toledo.

Cardiopediatria

Na quinta-feira, 22, o Secretário da Saúde, Edgar Tollini, se reuniu com mais de 20 profissionais das mais diversas áreas da saúde, cujo objetivo foi estabelecer parâmetros e logísticas para o início dos procedimentos de cirurgia pediátrica nos hospitais públicos de Araguaína (HRA) e Palmas (HGP). Esse é um problema crônico enfrentado pelos gestores da saúde no Tocantins que, só em 2018, transferiu 42 pacientes para outros Estados, cujo custo ultrapassou a cifra de R$ 8 milhões de reais.

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