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Um dos principais erros do treinador foi a convocação do lateral direito Daniel Alves, um ex-jogador

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Prefeito visitou três praças e duas unidades escolares, que serão transformadas em unidades de tempo integral

Resta aos goianos torcer pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio

Arbitragem do goiano tem sido elogiada pela equipe responsável pela FIFA; goiano pode apitar a final em 18 de dezembro

Centrão orienta presidente do PL sobre risco de ser preso por criticar urnas

Lideranças também orientaram para que Valdemar ‘enquadrade’ criticas dos bolsonaristas do partido

George Morais e Fred Rodrigues
George Morais e Fred Rodrigues são confirmados na Assembleia Legislativa

Tribunal Regional Eleitoral recontou votos; resultado deixou de fora Thiago Albernaz e Cristóvão

Artesanato goiano é destaque em feira na Praça Cívica

Goiás Feito à Mão será realizado neste sábado, 10, com exposição e venda de peças artesanais, show sertanejo e apresentação circense

Croácia atropela o Brasil: dois Zicos e o fim do sonho do hexa

Cara, como é que o Tite tem coragem de mandar um menino de 21 anos bater o primeiro pênalti? Por que Neymar e Casemiro se omitiram? Meninos, não chorem; em 2026 tem mais

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Ministro da Justiça de Lula, Flávio Dino acena a policiais, base política de Bolsonaro

Pasta deve priorizar a segurança pública para disputar forças com o bolsonarismo

Caiado segue sem previsão de alta após cirurgia no coração em São Paulo

Governador passou por cirurgia cardíaca nesta quinta-feira, 8

Nos pênaltis, Brasil dá adeus ao sonho do hexa

Orsic chutou no cantinho, rente à trave, e fez mais um. Marquinhos perdeu a cobrança que eliminou o Brasil da competição

Brasileiros demoram quase três anos a mais para se aposentar após reforma da Previdência 

Idade média para se aposentar passou de 57,9 em 2019, para 60,7 anos em 2021

Pirataria: Goiás teve mais de 12 quilos de produtos ilegais apreendidos por dia em 2022 

Produtos piratas retirados de circulação somam mais de R$ 2 milhões

Lissauer Vieira articula Wilde Cambão para presidente da Assembleia Legislativa

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Lissauer Vieira, do PSD, é um articulador de primeira linha.

Em 2023, o deputado Álvaro Guimarães, hoje no União Brasil, era cotado para presidente da Alego. Entretanto, Lissauer costurou uma frente ampla, esvaziou o oponente, e foi eleito. Até Marconi Perillo, do PSDB, teria participado da articulação (a retribuição se deu em 2022, quando Rubens Sardinha, o auxiliar mais ligado a Lissauer na Assembleia, articulou o apoio de funcionários do Legislativo à candidatura do tucano a senador).

Em seguida, Lissauer articulou sua reeleição, com o mesmo grupo de antes. Exibiu força e, portanto, demarcou território.

Lissauer Vieira, presidente da Assembleia Legislativa de Goiás | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Em 2022, logo depois da eleição, Lissauer decidiu bancar Virmondes Cruvinel, do União Brasil, para presidente da Assembleia. Convocou deputados eleitos e reeleitos e pediu apoio para seu pupilo.

Porém, como saiu das boas graças do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), Lissauer acabou por “enterrar”, talvez em definitivo, a candidatura de Virmondes Cruvinel.

Ao perceber que Virmondes Cruvinel não tinha mais chance, Lissauer abandonou-o na chapada e reuniu-se a um novo grupo político.

A tese é a seguinte: o grupo planeja reduzir a força política de Daniel Vilela e, sobretudo, de Ronaldo Caiado — que é quem está no poder e vai governar Goiás até 2026 (é provável que, em Brasil, deixe o governo para disputar mandato de presidente ou senador. Aí Daniel Vilela assumiria o governo e seria candidato à reeleição).

O novo “candidato” de Lissauer a presidente da Alego é Wilde Cambão (PSD), deputado do Entorno de Brasília.

Wilde Cambão foi secretário de Cristóvão Tormin (que enfrenta processos, inclusive sob acusação de assédio sexual), na Prefeitura de Luziânia, e aproximou-se de Lissauer, Adib Elias, Roberto Naves e Renato de Castro.

Qual é a jogada do grupo articulado por Lissauer e Cambão?

Simples: repetir o quadro de 2023. Chegar com um candidato “forte”, no caso Wilde Cambão, e pôr a “faca” no pescoço de Ronaldo Caiado.

No fundo, querem “controlar” é o governador Ronaldo Caiado, e não Daniel Vilela, que não tem o poder da caneta. O emedebista é só o pretexto, pois não querem enfrentar Ronaldo Caiado de frente.

Como se sabe, está em jogo os próximos três anos, que serão de Ronaldo Caiado no poder, e não 2026, quando, possivelmente, Daniel Vilela será o governador.

O discurso do grupo liderado por Lissauer e parte do pessoal do pP é o seguinte: “Este é o candidato preferido dos deputados e não há conversa”. Ressalve-se que, para consumo público, o discurso de Lissauer é outro. Ele sempre diz que o candidato será o “preferido” do governador. Nos bastidores, articula Cambão.

O objetivo do grupo é impedir que Bruno Peixoto seja eleito presidente da Assembleia, sob a alegação de que é “muito ligado ao governador Ronaldo Caiado e ao vice-governador Daniel Vilela”. Noutras palavras, o grupo veta qualquer que seja o candidato de Ronaldo Caiado, mas, publicamente, diz outra coisa. Nos bastidores, está jogando pesado. Muito pesado. Fala-se que até gente do agronegócio, de Rio Verde, está envolvida na questão.