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O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Lissauer Vieira, do PSD, é um articulador de primeira linha.
Em 2023, o deputado Álvaro Guimarães, hoje no União Brasil, era cotado para presidente da Alego. Entretanto, Lissauer costurou uma frente ampla, esvaziou o oponente, e foi eleito. Até Marconi Perillo, do PSDB, teria participado da articulação (a retribuição se deu em 2022, quando Rubens Sardinha, o auxiliar mais ligado a Lissauer na Assembleia, articulou o apoio de funcionários do Legislativo à candidatura do tucano a senador).
Em seguida, Lissauer articulou sua reeleição, com o mesmo grupo de antes. Exibiu força e, portanto, demarcou território.

Em 2022, logo depois da eleição, Lissauer decidiu bancar Virmondes Cruvinel, do União Brasil, para presidente da Assembleia. Convocou deputados eleitos e reeleitos e pediu apoio para seu pupilo.
Porém, como saiu das boas graças do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), Lissauer acabou por “enterrar”, talvez em definitivo, a candidatura de Virmondes Cruvinel.
Ao perceber que Virmondes Cruvinel não tinha mais chance, Lissauer abandonou-o na chapada e reuniu-se a um novo grupo político.
A tese é a seguinte: o grupo planeja reduzir a força política de Daniel Vilela e, sobretudo, de Ronaldo Caiado — que é quem está no poder e vai governar Goiás até 2026 (é provável que, em Brasil, deixe o governo para disputar mandato de presidente ou senador. Aí Daniel Vilela assumiria o governo e seria candidato à reeleição).
O novo “candidato” de Lissauer a presidente da Alego é Wilde Cambão (PSD), deputado do Entorno de Brasília.
Wilde Cambão foi secretário de Cristóvão Tormin (que enfrenta processos, inclusive sob acusação de assédio sexual), na Prefeitura de Luziânia, e aproximou-se de Lissauer, Adib Elias, Roberto Naves e Renato de Castro.
Qual é a jogada do grupo articulado por Lissauer e Cambão?
Simples: repetir o quadro de 2023. Chegar com um candidato “forte”, no caso Wilde Cambão, e pôr a “faca” no pescoço de Ronaldo Caiado.
No fundo, querem “controlar” é o governador Ronaldo Caiado, e não Daniel Vilela, que não tem o poder da caneta. O emedebista é só o pretexto, pois não querem enfrentar Ronaldo Caiado de frente.
Como se sabe, está em jogo os próximos três anos, que serão de Ronaldo Caiado no poder, e não 2026, quando, possivelmente, Daniel Vilela será o governador.
O discurso do grupo liderado por Lissauer e parte do pessoal do pP é o seguinte: “Este é o candidato preferido dos deputados e não há conversa”. Ressalve-se que, para consumo público, o discurso de Lissauer é outro. Ele sempre diz que o candidato será o “preferido” do governador. Nos bastidores, articula Cambão.
O objetivo do grupo é impedir que Bruno Peixoto seja eleito presidente da Assembleia, sob a alegação de que é “muito ligado ao governador Ronaldo Caiado e ao vice-governador Daniel Vilela”. Noutras palavras, o grupo veta qualquer que seja o candidato de Ronaldo Caiado, mas, publicamente, diz outra coisa. Nos bastidores, está jogando pesado. Muito pesado. Fala-se que até gente do agronegócio, de Rio Verde, está envolvida na questão.


