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O vice-líder do Partido Progressista (PP) na Câmara dos Deputados, José Nelto, afirmou que o Congresso Nacional não vai aceitar carga tributária "retrógrada" ou cortes indiscriminados na área social. Ele defende que novas regras fiscais e Reforma Tributária sejam ajustadas à realidade do Brasil e às necessidades da sociedade.
Segundo o deputado federal, o governo está adotando uma lógica de austeridade que afeta os mais pobres. Ele explica que essa lógica exclui setores importantes da área social dos limites do teto de gastos e propõe um Imposto sobre Valor Agregado que extrapola os índices globais, taxando a população em 25% de forma indiscriminada, conforme proposto pelo Secretário Extraordinário do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) alerta para a distorção tributária que aumenta a desigualdade social, criando um abismo entre a maioria da população e uma minoria privilegiada pelo atual sistema tributário.
Nelto defende sistema tributário que reduza as desigualdades, reequilibre a contribuição com impostos e fortaleça a capacidade do Estado de oferecer serviços públicos de qualidade. Ele argumenta que isso pode ser alcançado sem aumentar a carga tributária, mas sim redistribuindo-a.
No caso do teto de gastos, o deputado acredita que o controle deve começar de cima para baixo, com um pacto entre os três poderes para ajustar ou até mesmo eliminar despesas desnecessárias e rever supersalários e penduricalhos.
Nelto argumenta que um governo que favorece os mais ricos em detrimento dos vulneráveis e não revisa seus próprios privilégios não tem credibilidade perante os investidores, já que não produz sustentabilidade econômica e social. Para ele, as pautas em questão precisam ser aperfeiçoadas antes de tramitar no Congresso Nacional, visando o bem do povo brasileiro.
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É comum afirmar que a percepção do tempo pode variar de acordo com as circunstâncias que vivenciamos. Por exemplo, quando estamos com medo, os segundos parecem se estender, enquanto um dia solitário pode parecer passar devagar. Por outro lado, quando temos uma tarefa para entregar dentro do prazo, as horas parecem passar rapidamente.
Psicólogos da Universidade Cornell, nos Estado Unidos, publicaram um estudo na revista Psychophysiology neste mês, que constatou que as distorções de tempo que experimentamos podem ser geradas pelos batimentos cardíacos quando observados em nível de microssegundos, já que sua duração pode variar de momento a momento.
Pesquisa
Os psicólogos conduziram um experimento com estudantes universitários, em que foram dados eletrocardiogramas para medir com precisão a duração de cada batida cardíaca, em seguida, os participantes foram solicitados a estimar a duração de tons de áudio curtos.
Os resultados indicaram que após um intervalo de batimento mais longo, os estudantes perceberam o tom como sendo mais longo, enquanto que intervalos mais curtos levaram os participantes a avaliar o tom como sendo mais curto. Após cada tom, os intervalos de batimentos cardíacos dos participantes aumentaram.
A percepção do tempo tornou-se um tema de maior interesse desde o início da pandemia da Covid-19, que interrompeu muitas atividades presenciais e deixou pessoas em todo o mundo enfrentando períodos de tempo difíceis de distinguir.
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