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De acordo com um aliado, o ex-prefeito desistiria da disputa em Goiânia e, fechado o acordo com Daniel Vilela e Ronaldo Caiado, se resguardaria para o pleito de 2026

Vice-governador Laurez Moreira (PDT)
Vice-governador Laurez Moreira participa de encontro com presidente Lula

O vice-governador Laurez Moreira (PDT), participou nesta terça-feira, 18, no Palácio do Planalto de encontrou que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que convidou representantes de estados, municípios, Poder Legislativo e Poder Judiciário para discutir políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência nas escolas.

Laurez Moreira avalia que o evento foi de extrema importância por tratar de um assunto que deixa toda a sociedade brasileira muito preocupada. ”É evidente que uma troca de experiências como essa nos faz retornar ao Tocantins mais preparados para discutir esse assunto, que não envolve só o governo, mas toda a sociedade tocantinense e brasileira. Agradeço ao governador Wanderlei Barbosa pela oportunidade de estar aqui participando de uma pauta como essa”, afirmou.

No Tocantins, o governo criou um Comitê de Prevenção à Violência e Promoção da Cultura de Paz no Ambiente Escolar, que está trabalhando na elaboração de ações de curto, médio e longo prazo para proteger estudantes e familiares no ambiente escolar.  O Comitê formado pelas secretarias de Educação, Segurança Pública e Polícia Militar já está em fase de implementação das medidas emergenciais.

O secretário de Segurança Pública, Wlademir Costa, afirmou que o Tocantins já está no caminho do que foi proposto. “O encontro validou o que estamos fazendo, a união das forças para a proteção das nossas crianças. Nós estamos com um grupo formado trocando informações, criando protocolos que estão à disposição dos professores, temos um aplicativo para denúncias, a inteligência da Polícia Civil está em comunicação com o Ministério da Justiça e outras ações estão em elaboração”, afirmou.

De acordo com o secretário de Educação, Fábio Pereira Vaz, a união dos entes federativos é fundamental para superar esse momento.  “O trabalho conjunto fortalece o enfrentamento da violência nas escolas, assim como na articulação de ações para promoção da paz. O presidente Lula mostrou-se muito sensível com a temática, destacando modelos que já adotamos no Tocantins, assim como o papel da família na orientação dos estudantes, monitoramento das redes sociais e mochilas”, apontou.

Medidas do Governo Federal

O Governo Federal já publicou um decreto que criou o Grupo de Trabalho Interministerial, coordenado pelo Ministério da Educação. O grupo terá 90 dias para levantar políticas de prevenção e enfrentamento à violência nas instituições de ensino. A secretária Extraordinária de Representação em Brasília vai monitorar o assunto e contribuir com a inserção do Tocantins nessas políticas públicas.  

“Convidar todos os entes federativos para um encontro como esse demonstra que os poderes estão de portas abertas para apoiar as iniciativas de estados e municípios. É um momento para monitorar de perto as propostas e buscar o apoio que o Tocantins precisa para fortalecer as ações que já estão em andamento”, afirmou o secretário de Representação, Carlos Manzini.

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Galvão Bueno explica como começou a história de que Ayrton Senna era gay

[caption id="attachment_34294" align="alignright" width="620"]ayrton-senna-19 Nelson Piquet disse para um repórter: “Vai perguntar pra ele [Ayrton Senna] por que ele não gosta de mulher”. Motivo de briga: a competição nas pistas[/caption] 

Ayrton Senna era homossexual? O narrador Galvão Bueno sugere — no livro “Fala, Galvão!” — que não e procura rastrear o início da fofoca de que não gostava de mulheres.

Em 1988, a estrela da Fórmula 1 era Nelson Piquet, e não Ayrton Senna. Porém, como não era simpático, os jornalistas às vezes preferiam entrevistar Ayrton Senna, que, ainda não muito famoso, era mais acessível. O repórter Sérgio Rodrigues, do “Jornal do Brasil”, disse: “Você deu uma sumida”. O piloto respondeu: “Bota aí que eu sumi para dar espaço para o Piquet. Afinal, não faz sentido o cara ser tricampeão e eu continuar sendo assunto. Já que ninguém gosta muito dele, o único jeito era eu sumir pra que ele pudesse aparecer um pouco. Eu não tenho nenhum título e todo mundo só fala de mim”.

Ayrton disse para Galvão Bueno (estavam no mesmo automóvel): “Caprichei nessa, hein, Papagaio?” O narrador não concordou: “Você acabou de se dar mal, acabou de se meter em encrenca”. O “JB” manchetou: “Senna diz que sumiu para Piquet aparecer”.

O “JB” mandou o repórter Eloir Maciel ouvir Nelson Piquet. “Ah é, ele falou isso? Então, vai perguntar pra ele por que ele não gosta de mulher”, disse o piloto. Aí começou a história de que Ayrton Senna andava com mulher para acobertar sua suposta homossexualidade.

Texto publicado originalmente em 01 maio 2015

Ayrton Senna é ou não é maior do que Nelson Piquet e Pelé?

Os admiradores de Senna dividem-se em dois tipos: conscientes e fanáticos. Os primeiros apreciam mais o automobilismo do que o idolatram. Os outros parecem acreditar que a principal razão da existência da F-1 foi fazer o Piloto do Capacete Amarelo brilhar

Nelson Piquet pode não ser racista? Sua fala sobre Lewis Hamilton é racista

Além do racismo explícito, a fala do ex-piloto de Fórmula 1 mostra algo grau de homofobia e ele chega a ser desrespeitoso ao falar da ex-mulher do britânico