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Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) e Marconi Perillo (PSDB) são antigos rivais

Governo de Goiás leva serviços sociais à população em situação de rua de Anápolis

Programa Dignidade na Rua é realizado em parceria com a prefeitura na oferta de inscrição em programas sociais do Estado, registro civil, oportunidades de emprego, atendimento jurídico, entre outros

Projeto de Resolução
GabineKIDS: servidoras da Câmara de Goiânia têm ambiente destinado a crianças

Embora ainda não seja uma norma oficial da Casa, já oferece itens para o cuidado e entretenimento das crianças

primeira-dama
Interior
Primeira-dama de Rio Verde é internada em estado grave após procedimento oftalmológico

Ela começou a sentir-se mal e foi encaminhada a um hospital público, onde foi intubada e recebeu reanimação na UTI

Articulação
Lira quer Saúde e ministérios do União Brasil para apoiar Lula

presidente da Câmara defende a transferência dessas pastas para partidos que não fazem parte do primeiro escalão, como o seu próprio partido, o PP, e o Republicanos

Senador Canedo: entenda por que a independência de Fernando Pellozo incomoda Vanderlan Cardoso

No município o prefeito pode ir bem, mas não “muito” bem. Este parece ser o recado do senador para o prefeito. A luz amarela está acesa

Educação | Foto: reprodução
Dados do MEC indicam que 56% alunos do 2º ano do fundamental não estão alfabetizados

Relatório é referente a 2021 e mostra dificuldades na Educação brasileira, onde 56,4% das crianças enfrentam dificuldades

Governo
Para evitar derrota histórica na Câmara, Lula deve articular como protagonista

Caso MP que trata da restruturação da Esplanada dos Ministérios seja derrotada ou perca a validade, o governo precisará recompor a estrutura, mesmo estando no sexto mês de mandato

Sessão da CPI do MST tem bate-boca entre governistas e oposição; tensão aumenta com suposta associação ao tráfico

Tensão aumenta quando governador Ronaldo Caiado diz que "falsos assentamentos" do MST são dominados por traficantes e escravizam pessoas

Governador Ronaldo Caiado presta depoimento à CPI do MST

Governador chama movimento de clandestino e disse que é necessário avançar em quem financia o MST

Juiz determina penhora de 30% de salário de secretário do Tocantins para pagar honorários de advogados

Essa decisão foi baseada em um entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece que os rendimentos podem ser penhorados independentemente da natureza da dívida

Brasileiros usam cada vez menos dinheiro em espécie, diz BC

Em 2022, Pix foi responsável por 12% das transações

Fumantes usam 8% da renda familiar per capita para compra de cigarros

Os brasileiros que fumam destinam cerca de 8% da renda familiar per capita (por indivíduo), mensalmente, para a compra de cigarros industrializados. O gasto mensal chega a quase 10% da renda entre os fumantes na faixa etária de 15 a 24 anos, atingindo 11% entre aqueles com ensino fundamental incompleto. Os dados constam de pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que será apresentada nesta quarta-feira, 31, na sede da instituição, no Rio de Janeiro, durante o lançamento da campanha "Precisamos de comida, não tabaco”, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A campanha marca o Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio. A sondagem teve por base dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019.

“De maneira geral, a variação maior ocorre no rendimento e não tanto no gasto. Para pessoas que têm escolaridade mais baixa, que moram em estados ou regiões em que a renda média é menor, o gasto com cigarro acaba tendo uma contribuição relativa maior”, destacou, em entrevista à Agência Brasil, o médico André Szklo, um dos autores do estudo, realizado pela Divisão de Pesquisa Populacional do Inca. Por isso, entre os fumantes de baixa escolaridade, o comprometimento do gasto com cigarro, em função da renda domiciliar per capita do domicílio onde reside, é maior do que entre fumantes que tenham escolaridade mais elevada.

A mesma coisa ocorre em regiões do país. No Norte e Nordeste, onde a renda média é menor, comparada com o Sudeste e Sul, o comprometimento do gasto com o cigarro acaba sendo maior também, indicou Szklo. Por sexo, o percentual alcança 8% para os homens e 7% para as mulheres.
Por regiões

As regiões Norte e Nordeste concentram os maiores gastos com o tabagismo, sendo o Acre o estado com o maior comprometimento de renda (14%), seguido por Alagoas (12%), Ceará, Pará e Tocantins (11% cada). Na Região Sul, Paraná e Rio Grande do Sul registram 8% de gastos com cigarros e Santa Catarina, 7%. No Sudeste, Rio de Janeiro e Minas Gerais apresentam gastos em torno também de 8%, enquanto São Paulo e Espírito Santo atingem 7%. Os menores índices de comprometimento de renda, em contrapartida, aparecem na Região Centro-Oeste, com Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal mostrando gastos de 6% cada. Mato Grosso e Goiás alcançam 9% cada.

André Szklo informou que essa contribuição é derivada de duas variáveis: quanto a pessoa está gastando em média, naquele mês, com cigarro, e o rendimento médio dos domicílios daqueles estados onde há um morador fumante. “Não necessariamente vai ser o mesmo (gasto) para todos os estados. Porque tem a relação de quanto você gasta e o rendimento médio do domicílio daquele estado, per capita’. Por exemplo, quando se nota que Mato Grosso do Sul tem contribuição menor, isso pode ser em função tanto de um rendimento maior domiciliar entre as famílias que têm pelo menos um fumante, como também um gasto proporcional menor desse fumante de Mato Grosso do Sul, não necessariamente porque ele está comprando menos cigarro, mas também pelo preço que está pagando pelo produto.
Preço mais barato

O pesquisador do Inca lembrou que Mato Grosso do Sul faz fronteira com o Paraguai, porta de entrada importante para cigarros que não pagam imposto, os chamados ilegais, cujo preço é menor do que o do produto legal. Depois do Paraguai, o Brasil é o país que tem o cigarro mais barato das Américas. “Desde 2017 que a gente tem uma queda real, isto é, já descontada a inflação, do preço do cigarro legal brasileiro. É um cigarro muito barato”. No gasto analisado pelo Inca, está incluído o gasto com cigarro legal e ilegal.

Como se consome um cigarro muito barato no Brasil, André Szklo disse que isso leva a pessoa a não parar de fumar e, também, que adolescentes e jovens, principalmente, acabem sendo motivados e conduzidos a começar a fumar, estimulados pelo preço muito baixo. O pesquisador alertou que o gasto com cigarro que está comprometendo a renda domiciliar poderia ser aproveitado de outra forma, como no consumo de alimentos saudáveis ou investindo em atividades de lazer, físicas, esportivas, de prevenção de uma série de doenças. Mas, ao contrário, ele está sendo direcionado para o consumo de cigarros.

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