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Foram apreendidas centenas de porções de drogas, equipamentos e dinheiro em espécie.
Lançamento do livro ocorreu no último dia 25 de março, um mês após do julgamento do assassinato de Marielle Franco
Plataforma reunirá dados e documentos das emendas impositivas, enquanto a Secap atualiza o modelo de espelho mais detalhado para parlamentares
Esse é o maior percentual registrado desde 2012, quando começou a série histórica da Pnad Contínua
Apesar de não citar nomes, falas foram direcionadas ao deputado federal Professor Alcides, que se filiou recentemente ao PSDB de Marconi Perillo
Autoridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmaram que trabalham com a possibilidade de um cenário extremo caso o conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel se agrave. A preocupação foi expressa por Hanan Balkhy, diretora regional da entidade para o Mediterrâneo Oriental, que disse que o órgão já considera a hipótese de um incidente nuclear.
Segundo ela, esse é o cenário que hoje mais preocupa a organização. “O pior cenário é um incidente nuclear, e isso é o que mais nos preocupa”, disse. Na sequência, ela afirmou que, por mais que haja preparação, os danos seriam inevitáveis. “Por mais que nos preparemos, não há nada que possa impedir o dano que virá”, disse, ao alertar que as consequências poderiam atingir a região e se estender por décadas.
De acordo com Balkhy, equipes das Nações Unidas discutem respostas para um incidente “em um sentido mais amplo”, o que incluiria tanto um ataque a instalação nuclear quanto o uso de uma arma. “Estamos pensando nisso e realmente esperamos que isso não aconteça”, afirmou.
Ainda segundo o relato, a OMS tem atualizado orientações internas para seus funcionários sobre como agir diante de um eventual incidente nuclear. A organização também passou a reforçar informações sobre os riscos duradouros ligados à exposição à radiação.
A movimentação ocorre em meio ao agravamento da ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. No início da operação, integrantes do alto escalão da Defesa norte-americana sustentaram que a meta era neutralizar a capacidade iraniana de desenvolver arma nuclear.
O conflito também provocou desgaste político dentro do próprio governo dos Estados Unidos. Joe Kent, então diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, deixou o cargo ao afirmar que não podia apoiar a continuidade da guerra. Segundo ele, o Irã “não representava ameaça iminente ao nosso país”.
Em outra frente, a diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, afirmou ao Comitê de Inteligência do Senado que os ataques americanos e israelenses do ano passado teriam destruído a estrutura de enriquecimento nuclear iraniana. “Não houve, desde então, nenhum esforço para tentar reconstruir sua capacidade de enriquecimento”, disse. Ela acrescentou que as entradas das instalações subterrâneas bombardeadas foram “enterradas e seladas com cimento”.
Já David Sacks, assessor da administração Trump, disse que sugeriu a possibilidade de Israel ampliar a guerra ao cogitar o uso de arma nuclear. Depois, Trump reagiu ao comentário e afirmou que “Israel nunca faria isso”.
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