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A presidente Dilma Rousseff e o PTB decidiram: o senador Gim Argello, do Distrito Federal, deveria ser indicado para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União. Estava tudo acertado. Faltava apenas a aprovação do Senado, que seria concedida sem problema algum. Aí entrou a imprensa, no caso a “Folha de S. Paulo”, alertando que o petebista responde a ações na Justiça. O resultado é que Argello não vai mais para o TCU, mas continua no Senado. Isto sugere que o Senado é pior do que o TCU? Não. Indica que se está cumprindo a lei, quer dizer, Argello precisa ser condenado em definitivo.
O deputado federal André Vargas (PT-PR) não é mais vice-presidente da Câmara dos Deputados. Renunciou. Suspeito de associação com o doleiro Alberto Yousseff, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal, Vargas está sob pressão do PT para renunciar ao mandato. Para não prejudicar as campanhas da presidente Dilma Rousseff e da senadora Gleisi Hoffmann, no Paraná, onde vai disputar o governo do Estado. O que precipitou a queda de André Vargas? Reportagens do jornal “Folha de S. Paulo”, que mostrou que o deputado viajou em avião do doleiro, e da revista “Veja”, que, com gravações, mostrou que a ligação entre os dois é profunda e envolve, lógico, dinheiro, muito dinheiro. Politicamente, André Vargas está “morto”. Por isso, apesar da resistência inicial, deverá renunciar. Se não o fizer, e se for cassado pela Câmara dos Deputados, o parlamentar ficará inelegível até 2023.
O psicólogo José Geraldo Rabelo, entrevistado pelo jornalista Edson Costa, do “Diário da Manhã” (sexta-feira, 11), diz que o Diabo é uma criação humana. Está certo. Mas faltou dizer que o homem criou Deus para protegê-lo de seus medos e para ter um culto para ampará-lo. Para o homem, o Diabo é mais um Deus (não só um anjo) caído. “Não quero ‘cair’, como Lúcifer” — talvez seja o recado do homem para si mesmo. A peça “Entre Quatro Paredes” (“Huis Clos”), do escritor e filósofo francês Jean-Paul Sartre, sugere que o inferno são os outros. Porque os outros somos nós, são nossos espelhos. Recentemente, a Companhia Theatral do Gradiva Centro Cultural apresentou a peça em Goiânia, com direção de Renato M. Lucas, com os atores Paulo Faria, Cris Martins, Priscilla Borges e Ione Faleiro. Sob direção segura, os atores conseguiram interpretar muito bem a peça, mantendo a plateia tão pressionada (e atenta) quanto os personagens.
Um eminente professor envia a nota “Oposição dividida”, da coluna “Giro” (“Pop”, de 30 de março): “Lideranças da base do governador Marconi (...) comemoravam o que consideram eminente racha entre PMDB e PT para o primeiro turno em Goiás”. Sugestão do mestre: “No lugar da palavra eminente (algo ilustre), o repórter deveria ter escrito iminente (algo prestes a acontecer)”. A coluna “Giro” é editada pelo repórter Jarbas Rodrigues Jr. O professor acrescenta: “A coluna está na iminência de perder sua eminência”.
Nayara Reis, do “Diário da Manhã”, publicou uma reportagem, “História do Estádio Serra Dourada — Emoções de um idealizador” (quinta-feira, 10), sobre o engenheiro que coordenou a construção da obra, Lamartine da Silva Júnior. A repórter conta que o estádio, para 75 mil pessoas, foi construído em um ano, onze meses e nove dias, entre 31 de março de 1973 e 9 de março de 1975. Trinta e nove anos depois, mesmo com alguns problemas, o Serra Dourada resiste bem. Agora, com mais tempo e dinheiro, há uma imensa dificuldade de se construir estádios para a Copa de Futebol deste ano. A reportagem, bem feita no geral, poderia ter acrescentado o valor do estádio. Deve ter custado bem menos do que os atuais estádios. Há problemas no texto. A repórter escreve: “uma equipe de auto nível”. No caso, é alto. Depois, diz que a construção do estádio foi uma “proposta de campanha” de Leonino Caiado. O então integrante da Arena não fez campanha, porque não havia eleição direta para governador. Agora, e isto é fato, lutou bravamente para ser candidato, pois o nome do governador Otávio Lage, que o antecedeu, era outro.
Numa cidade em que, para sobreviver, a mídia só tem um editor-mecenas — o prefeito Juraci Martins —, é saudável a autonomia crítica da Rádio Líder FM. O “Jornal da Líder”, apresentado por Edes Lima e tendo como debatedor André Furquim, é crítico e tem mostrado os problemas de Rio Verde. Juraci Martins não é corrupto, é bem intencionado, mas faz uma administração de média para baixa qualidade. Nem é preciso comparar com prefeitos anteriores. A primeira gestão do líder do PSD foi muito melhor do que a atual. Pressionar a imprensa para não publicar os problemas do município é pouco inteligente. Porque os problemas acabam aparecendo, como têm aparecido, sobretudo porque o Ministério Público e o Judiciário são autônomos e não dependem das verbas das prefeituras. O jornalismo das rádios e das emissoras de televisão de Rio Verde não é ruim (e, acrescente-se, há jornalistas da mais alta qualidade — bastam ser acionados), mas piora quando deixa de fazer as críticas necessárias à gestão do prefeito. Se a imprensa não alertar, se não pôr o dedo nas feridas, Juraci Martins vai acabar acreditando que faz uma gestão qualitativa, o que levará o município à inação. O jornalismo não deve promover o achincalhe, especialmente porque Juraci Martins é um político respeitável, mas deve divulgar críticas que podem retirar o prefeito da paralisia atual.
A Globo Livros, selo Biblioteca Azul, lança, num único volume, os “Contos Completos” de Monteiro Lobado. A obra reúne os textos dos livros “Urupês” (1918), “Cidades Mortas” (1920), “Negrinha” (1922) e “O Macaco Se Fez Homem” (1923). Beatriz Rezende, professora da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse ao repórter Ubiratan Brasil, de “O Estado de S. Paulo”: “A contundência com que [Monteiro Lobato] constrói a imagem do País, as imagens que apresenta da gente que o habita, as situações e os conflitos de seus personagens não só provocaram recepção favorável imediata como permanecem importantes no quadro da cultura brasileira, sobretudo pela forma com que Lobato, nestes textos, dá à realidade que quer mostrar, a da ficção”. A crítica literária é autora do prefácio da edição dos contos.
A História da Destruição Sem Fim das Bibliotecas” (José Olympio, 419 páginas, tradução de Léo Schlafman), de Lucien X. Polastron, mostra como livros e bibliotecas foram tratados como criminosos. Portanto, fadados à destruição. Um caso notável: em Cuba, ilha dos Castro, os três únicos exemplares de George Orwell não podem ser lidos.
Em 2001, aparentemente sabendo qual seria a resposta, um grupo de bibliotecários solicitou “um livro qualquer de George Orwell”. “Os três únicos títulos e exemplares da ilha estavam na Biblioteca Nacional, onde um funcionário respondeu que não podiam ser consultados”, diz Polastron. Tempos atrás, Fidel Castro determinou: “Dentro da revolução, tudo. Fora da revolução, nada!” “O resultado dessa frase reflete-se nas livrarias e nos 3 milhões de volumes das bibliotecas: o universo conhecido se reduziu grosso modo à vida e à obra de Ernesto Guevara ou aparentados políticos. Em novembro de 1999, centenas de livros oferecidos pela Espanha foram destruídos na chegada.” O governo decide o que é bom e o que é ruim e faz as escolhas para os leitores do país.
Mas, mesmo na ditadura, a oligarquia Castro não consegue controlar tudo. “Há hoje uma rede de livreiros amadores que adquirem não se sabe como e fornecem silenciosamente livros clandestinos, com grande risco para sua segurança pessoal. Apesar dos aborrecimentos, confiscos e encarceramentos, esses imprudentes eram dezoito em 1999 e cerca de 60 em 2003. As férias europeias permitem comprar um exemplar de ‘A Revolução dos Bichos’, de George Orwell, para ler à beira da piscina.”
O autor não diz, mas, se um cubano viajar ao exterior e voltar com um exemplar, dos mais inofensivos, do escritor cubano Guillermo Cabrera Infante, morto no exílio, poderá ser punido. O livro será recolhido e a pessoa poderá responder processo, sob acusação tentar de distribuir propaganda imperialista contra Cuba e a Revolução. A obra de Cabrera Infante é uma ode de amor a Cuba, mas, em entrevistas e artigos, falava mesmo mal, muito mal, da ditadura cubana e dos oligarcas Fidel e Raúl Castro.
“O Judeu-Alemão e a Caçada ao Kommandant de Auschwitz” (Rocco, 302 páginas, tradução de Ângela Lobo), de Thomas Harding, é “fascinante, comovente e notável”, diz o historiador Max Hastings, autor de algumas das obras seminais sobre a Segunda Guerra Mundial. Conta-se a história de Hanns Alexander, que caçou e prendeu o nazista Rudolf Höss.
Thomas Harding é sobrinho-neto de Hans Alexander, mas consegue contar uma história relativamente imparcial, até onde isto é possível — a objetividade é sempre uma quimera pretensiosa. Ele apresenta uma história com nuances, evidenciando contradições, não para “perdoar” o cruel Rudolf Höss, e sim para entender os motivos por que fez o que fez.
Tornar Rudolf Höss mais “humano” não significa, insistamos, perdoá-lo, e sim compreendê-lo. Harding não cria uma história com mocinho e vilão. Até as contradições de seu parente são expostas com crueza, mas sem perder certa delicadeza. Aqui e ali, fica-se com a impressão de que se trata de um livro de antropologia que incorpora, digamos, a história e a investigação jornalística. Não à toa Harding estudou antropologia e ciência política na Westminster School e escreve no “Financial Times” e no “The Guardian”.
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Fotos: Divulgação/Reprodução[/caption]
Dois jornalistas goianos completaram 80 anos em 2014. Luiz Augusto Pampinha, colunista mais lido do “Diário da Manhã”, dado seu estilo divertido e inteligente, fez 80 anos em janeiro. Depois de duas cirurgias na coluna, Pampinha, que trabalhou na TV Globo e dialogou diretamente com Roberto Marinho, o Doutor Roberto, como era chamado na redação, vai passar por uma nova cirurgia. Está de bem com a vida — “sempre amando”.
Batista Custódio, editor e proprietário do “Diário da Manhã”, fez 80 anos este mês. Batista Custódio é daqueles jornalistas — quase um personagem, até mítico — que podem ser elogiados e criticados, mas não ignorados. Durante anos, editou o “Cinco de Março”, que, com suas denúncias contundentes e sensacionalistas, balançava a sociedade. Em seguida, lançou o “DM” e contratou pesos pesados da imprensa nacional, como Washington Novaes e Aloysio Biondi. Mino Carta, Janio de Freitas e José Guilherme Merquior escreviam artigos exclusivos para o jornal. O jornal “fez época”, por assim. Hoje, embora lutando com dificuldade, o jornalista e empresário mantém o jornal circulando diariamente.
Pode-se dizer que Batista é um desbravador, uma espécie de bandeirante do jornalismo goiano. Ele e Pampinha, mesmo aos 80 anos, permanecem motivados e apaixonados por jornalismo.
Mas ele contesta a informação de que denunciou a prosadora por "desvio" político, mas biografia e Edgar Morin garantem que, apesar da memória intencionalmente fraca, Semprún dedurou Duras
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Paulo Bertran: faz falta o pesquisador que investigava os fatos e a realidade[/caption]
O talentoso — e saudoso — Paulo Bertran, escritor e historiador goiano precocemente falecido em 2005 (com 56 anos), deixou escritos admiráveis, como “História da Terra e do Homem no Planalto Central”.
Em 1988 publicou “Uma Introdução à História Econômica do Centro-Oeste do Brasil” (Editora da Universidade Católica de Goiás), um estudo que teve menos divulgação do que merecia. O livro abrange desde a economia colonial até os esforços de integração do último governo planejado que tivemos — o de Ernesto Geisel.
Entre os assuntos importantes abordados no livro está o alerta dado por Paulo Bertran para a destruição do bioma do Cerrado, algo quase que completamente ignorado até os anos 1980. E foi nas décadas de 1970 e 1980 que se deu a expansão inicial da fronteira agrícola do Centro-Oeste, com o aumento das pastagens, expansão que viria, já a partir dos anos 1980, tornar-se exponencial com o plantio da soja, sem os cuidados pedidos pelo bioma.
A tímida reação dos organismos de controle ambiental, quase inexistentes em nível municipal, e desordenados nas esferas estadual e federal, permite uma quase nula preservação das reservas, com extinção das ricas flora e fauna do Cerrado central. A possibilidade de permutação de reserva por área fora das propriedades e a ignorância de muitos plantadores, aliada à omissão ou à corrupção da fiscalização, tem permitido que se dizimassem essas riquezas vegetais e animais, e se resumam as reservas em áreas que não têm, até porque nunca tiveram, vegetação ou fauna digna desse nome.
No último capítulo do livro, Bertran chama a atenção para os esforços do governo (do governo Geisel, principalmente), visando à integração nacional dessa importante região, lembrada apenas no governo Juscelino e nos governos militares como objeto de estudo, projetos e investimentos.
Estão apreciados no livro os principais programas do II PND (1975-1979), o Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento, os quais contemplavam, total ou parcialmente a região central do Brasil. Destes programas, três eram sem dúvida mais importantes: o Polocentro, o Polamazonia e o da Região Geoeconômica de Brasília. O Polocentro, voltado para Mato Grosso, Goiás e Minas, lançou as bases da elevada produção de grãos e carne que hoje temos na região. O Polamazonia visou dar à Amazônia Legal condições para um desenvolvimento sustentado e ambientalmente adequado.
Não nos esqueçamos de que Goiás detinha à época a área hoje do Tocantins, parte da Amazônia Legal. E o programa da região de Brasília almejava criar condições de desenvolvimento do entorno da capital, evitando fluxos migratórios e condições socioambientais que exercessem pressões sobre Brasília e a desfigurassem pelo crescimento urbano desordenado. Esses programas foram todos completados dentro de seus orçamentos e cronogramas, ao contrário do que hoje ocorre (o PAC só atingiu 12% daquilo que propôs). Em moeda atualizada, esses três programas aplicaram o equivalente a 10 bilhões de reais. E sem a roubalheira generalizada de hoje.
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Jesus, Napoleão, Shakespeare, Maomé, Lincoln: as personalidades que mais influenciam a Humanidade[/caption]
“Who’s Bigger — Where Historical Figures Really Rank” (que poderíamos traduzir livremente como: “Quem é Maior — Onde as Personagens Históricas Realmente Despontam”) é um livro recente (2013, Cambridge University Press), de dois americanos, Steven Skiena e Charles B. Ward.
Skiena é professor de Ciência da Computação na Universidade Estadual de Nova York. Trabalha principalmente com modelos matemáticos voltados para biologia, pesquisando virologia e novas vacinas. Ward trabalha na Google, e foi um dos pesquisadores que, na Apple, ajudaram a desenvolver o iPad. Ambos muito qualificados, pois, na moderna pesquisa computacional.
O livro é resultado de uma extensa busca realizada no campo da consulta, principalmente da consulta nos meios eletrônicos, visando determinar as personalidades históricas de maior influência ou que despertam mais interesse entre os pesquisadores, estudiosos, escritores e leitores em geral. Evidentemente, o resultado é quantitativo, não implicando a lista de personagens numa classificação qualitativa de valores, até porque um dos dez personagens mais influentes (melhor seria dizer mais pesquisados) é Adolf Hitler. Skiena e Ward chegam a listar, em seu trabalho, um milhar de figuras de influência. Os dez maiores seriam, segundo sua pesquisa:
1 — Jesus. 2 — Napoleão. 3 — Shakespeare. 4 — Maomé. 5 — Lincoln. 6 —Washington. 7 — Hitler. 8 — Aristóteles. 9 — Alexandre. 10 — Jefferson.
Para os “comunas”: Karl Marx é o 14º, Stálin o 18º e — tristeza — Lênin ocupa apenas a 75ª casa. Como a pesquisa, cuja metodologia o livro detalha, é fruto principalmente da frequência da personalidade avaliada nos meios eletrônicos como Wikipédia, Google e outros, e meios de língua inglesa, na origem, ela é, sem dúvida, influenciada pelos grupos maiores de usuários destas ferramentas, a maioria residente nos países da mesma língua, principalmente os EUA. A presença de Abraham Lincoln, George Washington e Thomas Jefferson entre os dez maiores demonstra essa afirmação. Mas é uma pesquisa interessante, sem dúvida, e essas figuras não deixaram de legar ideias inteligentes à humanidade.
Vamos buscar algumas dessas ideias, que em muitos casos melhoram o ser humano (desde que adotadas, é claro) ou dão a ele maior compreensão de seu mundo e seus semelhantes (desde que entendidas, é evidente). Muita sabedoria em poucas palavras:
Jesus: “Portanto, o que quiserdes vos façam os homens, fazei-o também a eles” e “Tudo o que fizestes a um desses pequeninos, também a mim o fizestes”.
Napoleão: “Minha grandeza não reside em nunca ter caído. Está em sempre levantar-me” e “O coração do homem de Estado deve estar na cabeça”.
Shakespeare: “Se somos subalternos, meu caro Brutus, a culpa não está nos astros. Em cada um de nós ficou”; “O mal que os homens fazem, a eles sobrevive. O bem, quase sempre com os seus ossos se enterra”; e “Morrem os covardes muito, antes de morrerem. Os bravos provam a morte uma só vez”.
Maomé: “Suporta o mal com paciência e perdão, pois há nele grande e verdadeira sabedoria” e “O homem mais forte é o que domina a própria ira”.
Abraham Lincoln: “Se a escravidão não é má, então nada é mau” e “Pode-se enganar alguns durante todo o tempo. Pode-se enganar a todos durante algum tempo. Mas não se pode enganar a todos durante todo o tempo”.
George Washington: “Preparar-se para a guerra é o meio mais eficaz de preservar a paz” e “Seja cortês com todos, mas íntimo de poucos. E mesmo esses poucos, teste-os bem, antes de entregar a eles sua confiança”.
Hitler: “Há duas coisas capazes de unir os homens: os ideais comuns ou um crime comum” e “Uma mentira, cem vezes repetida, acaba por tornar-se uma verdade”.
Aristóteles: “Devemos venerar Platão e a verdade. Mas devemos antes venerar a verdade” e “É fazendo que se aprende o que se deve aprender a fazer”.
Alexandre: “É mais temível um rebanho de ovelhas conduzido por um leão do que um grupo de leões conduzido por uma ovelha” e “A sorte favorece os audazes”.
Thomas Jefferson: “O preço da liberdade é a eterna vigilância” e “Creio demais na sorte. Percebi que quanto mais trabalho, mais sorte tenho”.
Esses aforismos estão repletos de sabedoria. Observá-los, sem dúvida, promove um viver melhor. A fala de Jesus, presente, aliás, nos ensinamentos de quase todas as religiões, e que prega o que se convenciona chamar de “ética da reciprocidade”, faz com que o mundo, ao menos o mundo daqueles que, providos de alguma crença, respeitam essa ética, seja mais fraterno e civilizado, se não fazemos a alguém o que nos seria desagradável experimentar. E o dizer de Shakespeare, pela fala de Cássio a Brutus, na peça Júlio César, é de enorme inteligência humana. Quanto menos erraríamos no presente, se buscássemos no fundo de nossas próprias escolhas os equívocos que cometemos no passado, em vez de culpar alguém por eles.
As manifestações de ruas cobraram mais ética, desenvolvimento de ideias e menos esquema de dinheiro na política. O PMDB corre o risco de ser apresentado, na campanha, como o partido que se vendeu por 30 moedas
Aprovação popular da presidente está em declínio e, se continuar esse cenário, o PT vai precisar de palanques fortes nos Estados para reelegê-la, situação que não favorece Antônio Gomide em chapa sol


