Imprensa
É preciso conter a violência contra jornalistas e discutir o mito da imprensa isenta
Mark Zuckerberg vai tentar controlar os “invasores”, mas o maior invasor é o próprio Facebook
Literatura do escritor britânico vem chegando aos poucos; falta publicar a poesia
O governador atendeu apelo do presidente da ABC, João Bosco Bittencourt
Nascido nos Estados Unidos e de origem tcheca, ganhou o Oscar por “Amadeus”
O bardo mostra que é possível fazer poesia engajada de alta qualidade
Profissional experimentado, tende a dinamizar a comunicação do Legislativo
O jornalista-apesentador do Bom Dia Brasil tem o direito de ter opinião positiva sobre Lula e negativa sobre quem quiser
O trabalho do doutor em história ganhou o Concurso Nacional de Ensaios/Prêmio Gilberto Freyre
O problema que levou o comentarista da Globo ao hospital é menos grave do que parecia
[caption id="attachment_121800" align="alignright" width="620"]
Reprodução/Twitter[/caption]
A filha do comentarista esportivo dos canais ESPN Leonardo Bertozzi, Laurinha, “invadiu” o cenário do “Linha de Passe” no final do programa da quinta-feira, 6.
Em um show de simpatia, a jovem torcedora do Atlético-MG — o mesmo time do pai — deu o palpite de 2 a 0 a favor do Galo na final do Campeonato Mineiro contra o Cruzeiro.
“Levei 30 anos para chegar à bancada do Linha e ainda fiquei nervoso para caramba. Ela chegou aos 9 e já tirou de letra”, brincou Bertozzi no Instagram.
[caption id="attachment_79667" align="alignleft" width="620"]
Divulgação[/caption]
O presidente Michel Temer (MDB) sancionou, na quarta-feira, 4, uma lei que flexibiliza o horário de transmissão de “A Voz do Brasil”.
Agora, as emissoras de rádio poderão veicular o programa entre as 19h e 22h — o horário obrigatório, das 19h às 20h, fica mantido para as emissoras educativas.
O presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Tonet, encarou a medida como um avanço.
[caption id="attachment_121805" align="alignright" width="434"]
Divulgação[/caption]
“Colheita Selvagem” (Record, 364 páginas, tradução de Alessandra Bonrruquer), do jornalista Carl Hoffman, ganhou um subtítulo extenso no Brasil: “Uma história real sobre canibais, colonialismo e o misterioso desaparecimento de Michael Rockfeller na Nova Guiné”.
Leia a sinopse da editora: “O misterioso desaparecimento de Michael Rockefeller — colecionador de arte primitiva e filho de Nelson Rockfeller, então governador de Nova York — na Nova Guiné holandesa, em 1961, ficou anos sem ser esclarecido.
“Apesar de buscas exaustivas, o corpo nunca foi encontrado. E logo surgiram rumores de que ele teria sido morto e cerimonialmente canibalizado pelos asmats — uma tribo nativa de guerreiros cuja complexa cultura era construída sobre violência sagrada e canibalismo ritual.
“Além de basear-se em extensa pesquisa, o premiado jornalista Carl Hoffman viajou às selvas da Nova Guiné para revelar não só alguns dos mistérios deste caso, como também uma cultura transformada por anos de dominação colonial, mas ainda moldada por crenças e hábitos antigos. Combinando história, arte, colonialismo, aventura e etnografia, ‘Colheita Selvagem’ é um thriller arrebatador e um retrato fascinante do choque de duas civilizações que resultou na morte de um dos herdeiros mais ricos dos Estados Unidos.”
Não há a menor dúvida de que o comandante do Exército não defendeu qualquer golpe militar
Ralph Shelton qualificou 650 soldados e oficiais da Bolívia, que, com o apoio da CIA, prenderam e mataram o guerrilheiro com facilidade, em outubro de 1967


