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Jornalista Edmar Oliveira lança livro que oferece uma lição de humanidade desinteressada

Emanuel nasceu com sérios problemas de saúde. Médicos disseram que viveria poucos dias. Viveu 18 anos. O medicamento? Carinho e amor

Anápolis provou amar o cantor e músico Ricardo Telles. Ele morreu, mas fica seu legado

O artista deixa os palcos da vida, mas gravou seu nome na memória de todos que foram alcançados de alguma forma por seu talento e solidariedade

Apresentador de afiliada da Globo é atingido por bala perdida. Seu estado é grave

Alexandre Farias é um dos mais experimentados apresentadores da TV Asa Branca

Marcelo Rezende foi derrotado pelo câncer de pâncreas, um poderoso “adversário” da ciência

Quando se apegou à fé, o jornalista da TV Record por certo sabia que era um caso perdido. Mas nós queremos viver, não queremos morrer

Novo livro de Dan Brown sai no Brasil com 250 mil exemplares. Leia o primeiro capítulo

A história é ambientada na Espanha e o lançamento do romance, no dia 3 de outubro, será mundial

Lula, Zé Dirceu e Palocci, protagonistas da esquerda, destruíram o PT e se destruíram

A história vai julgá-los tão-somente pela corrupção? É provável que, com mais nuances e sem histeria, sejam reavaliados pela história

Morre jornalista que denunciou assassinato de Vladimir Herzog

Fernando Pacheco Jordão publicou livro no qual relata que o jornalista foi assassinado não num porão da ditadura, e sim numa unidade oficial do Exército [caption id="attachment_105254" align="aligncenter" width="275"] Fernando Pacheco Jordão, jornalista[/caption] O jornalista Fernando Pacheco Jordão morreu na quinta-feira, 15, aos 80 anos, de falência múltipla dos órgãos. . Há alguns anos, havia sofrido três AVCs. Em 1964, após o golpe civil-militar, Fernando Pacheco Jordão começou a trabalhar na BBC de Londres, ao lado de Vladimir Herzog [caption id="attachment_105255" align="aligncenter" width="315"] Vladimir Herzog e Fernando Pacheco Jordão[/caption] De volta ao Brasil, em 1968, passou a produzir o jornalismo da TV Cultura, com o programa “Hora da Notícia”. Demitido, sob acusação de que era “subversivo”, foi para a TV Globo. Ele foi editor do “Jornal Nacional”, em São Paulo, e diretor do “Globo Repórter”. Durante uma greve dos jornalistas, foi demitido. Fernando Pacheco Jordão foi correspondente da “IstoÉ” em Londres e da Editora Abril — escrevia na revista “Veja” — em Paris. O livro “Dossiê Herzog — Prisão, Tortura e Morte no Brasil” revelou como um grupo de militares da linha-dura matou o jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, acusando-o de comunista (era, de fato, de esquerda, mas não militava em nenhuma organização revolucionária-guerrilheira). Ao contrário do que a imprensa publicou na sexta-feira, 15, Vladimir Herzog não foi assassinado num porão (lugar não oficial) da ditadura, e sim numa unidade do Exército, quando estava sendo torturado por quadros militares-oficiais. Chocado, o presidente Ernesto Geisel pressionou o comandante do Exército em São Paulo. Depois, o demitiu, acusando-o de não controlar os radicais que, torturando e matando esquerdistas, como Vladimir Herzog e o operário Manuel Fiel Filho, não queriam a Abertura política. Paulo Markun e Audálio Dantas também contaram em livros a história do assassinato de Vladimir Herzog. Os militares simularam um suicídio no qual nem o presidente Ernesto Geisel acreditou.

Zezé Di Camargo poderia ter dito que a ditadura brasileira foi autoritária mas não totalitária

Ditadura brasileira tem nuances e combinou períodos de autoritarismo exacerbado, sob Médici, com certa moderação política, sob Geisel

Record TV Goiás estreia novo telejornal matutino

"Direto da Redação", comandado por Manuela Queiroz, será transmitido de segunda a sexta-feira, às 6h30

Prefeita mandou matar jornalista e pagou pistolagem com dinheiro público, revela polícia

Roseli Ferreira Pimentel desviou dinheiro da Educação e Saúde do município para pagar a encomenda da morte do dono de jornal

O Antagonista fura imprensa na questão da prisão de Joesley e sobre encontro de Janot com advogado

O furo duplo mostra que pequenas unidades jornalísticas começam a derrotar os grandes jornais e revistas

Orquestra Sinfônica Jovem mostra paixão pela música (para além da erudita) e emociona Bela Vista

Sucesso de orquestra liderada pelo maestro Eliel Ferreira inspira cidade a ter banda após apresentação para mais de 3 mil pessoa

Ao revelar que fez análise, o papa Francisco está dizendo que é gente como a gente

Líder máximo da Igreja Católica quer atualizá-la, tornando-a contemporânea de todos. Ao admitir que consultou uma psicanalista, revela que é frágil como tantos outros

Prefeita é presa como suspeita de “participação” em assassinato de jornalista

Maurício Campos Rosa foi morto em agosto de 2016. Jornal “O Grito” teria publicado críticas que desagradaram a prefeita e aliados A polícia prendeu na quinta-feira, 7, a prefeita de Santa Luzia (MG), Roseli Ferreira Pimentel (PSB); David Santos Lima, o Nego; Alessandro de Oliveira Souza, o Leleca; e Gustavo Sérgio Soares Silva, o Gustavim. Eles são apontados como tendo participado — direta ou indiretamente — do assassinado do jornalista Maurício Campos Rosa, dono e editor do jornal “O Grito”, em agosto de 2016. A prisão do quarteto foi determinada pelo desembargador Alexandre Victor de Carvalho, da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O advogado da prefeita, Marcelo Leonardo, afirma que sua cliente é “inocente”. Num depoimento à Polícia Civil, antes da prisão, Roseli Ferreira Pimentel negou ter articulado o assassinato do jornalista. Maurício Campos Rosa, assassinado com cinco tiros (quatro nas costas e um no pescoço), editava “O Grito” havia 20 anos. Ele tinha 64 anos. Até agora, não se sabe a motivação exata do crime. Mas suspeita-se que possíveis críticas do jornalista tenham desagradado algumas pessoas, como a prefeita Roseli Ferreira Pimentel. Em abril de 2017, Roseli Ferreira Pimentel foi afastada prefeitura pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, sob acusação de “abuso do poder econômico e propaganda indevida com excesso de gastos em publicidade institucional”. Mas em junho voltou ao cargo por força de uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral. É quase certo que será, mais uma vez, afastada do cargo.