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A reportagem “Policiais e jornalistas devem testemunhar em caso de Valério Luiz”, assinada pelo repórter Yago Sales, no dia 4 de abril de 2018, errou ao atribuir declarações do coronel da reserva remunerada da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) Carlos César Macário ao coronel Wellington de Urzeda Mota, assessor militar do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). Na ocasião, o repórter obteve documentos em que Urzeda é arrolado como testemunha de defesa de Maurício Sampaio. Quando tentou ouvir o coronel, o autor da matéria ligou para Macário, cometendo o erro. Em menos de 24 horas, a matéria foi retirada do ar e contatos foram feitos, por meio da assessoria de imprensa de Urzeda, para que fosse publicado o direito de resposta. O espaço ainda está em aberto. Portanto, as aspas “No dia que esse Valério morreu eu estava no Mato Grosso. Quando eu cheguei aqui [Goiânia], olhava a televisão, não entendia nada. Então peguei o jornal velho e aí que fui entender o que estava acontecendo” e “Isso aí é uma novidade para mim. Devo ser chamado por ser amigo, conhecido do Sampaio, seria chamado para falar da pessoa dele. Não tenho nada para falar sobre o crime” não foram ditas pelo coronel Urzeda. O Jornal Opção esclarece que não houve qualquer intenção de denegrir a imagem do coronel, mas que o erro, inegavelmente grave, precisa ser corrigido. O erro, isolado, não corresponde ao trabalho ético e profissional ao qual os jornalistas do Jornal Opção têm se dedicado nos últimos 42 anos em sua versão impressa e online.
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