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Pedindo por greve, servidores esperam por mais um posicionamento do governo

Caiado teria dito que pode pagar servidores da educação nesta semana

“Entrego a presidência com a sensação de dever cumprido”, diz Vitti

Assembleia encerrou os trabalhos da 18ª Legislatura nesta segunda-feira, 28 [caption id="attachment_139359" align="aligncenter" width="620"] José Vitti (PSDB) | Foto: Reprodução[/caption] O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Vitti (PSDB), concedeu uma última entrevista à imprensa como ocupante do cargo na Casa. Para ele, o Legislativo Goiano promoveu avanços importantes devido a uma cobrança da sociedade. "Entrego a presidência com a sensação de dever cumprido", afirmou. Logo após o encerramento da última sessão extraordinária, realizada na tarde desta segunda-feira, 28, Vitti fez uma avaliação da 18ª legislatura, que se encerrou oficialmente no dia 31 de dezembro. O parlamentar observou que Poder Legislativo precisa estar se aprimorando e avançando mais a cada legislatura. "Esperamos que assim seja também a partir da décima nona. Eu avalio que nós pudemos cumprir nosso compromisso. Pudemos estreitar a relação com a sociedade e aprimorar a transparência da Casa. Fizemos um trabalho extremamente profícuo na relação com todos os poderes. Apesar da nossa autonomia, tivemos sempre uma relação harmoniosa, uma relação de respeito”, avaliou o parlamentar. José Vitti informa que não estará presente na sessão do próximo dia 1º, quando os deputados tomarão posse e a nova Mesa Diretora será  eleita. “Entrego os trabalhos extremamente feliz com os resultados alcançados nestes dois anos, especialmente da 18ª legislatura”, afirmou. Quanto ao seu futuro, o deputado disse que volta para as atividades empresariais e dará um tempo na política, mas não vai se afastar de vez. “Vou acompanhar o ambiente político e acredito que estarei acompanhando também a própria condução da Casa e o desenrolar deste Governo. Vou fazer as avaliações, passar por uma quarentena para depois definir que caminho seguir”, adiantou.

Filme sobre Michael Jackson que chocou Sundance enfurece família do cantor

Documentário causou grande polêmica por detalhar abusos que teriam sido cometidos contra crianças

“Segunda fase da reforma administrativa de Caiado será mais dura”, diz deputado

"Vamos ter cortes mais profundos que vai gerar uma economia maior ao Estado", disse o líder do governo na Assembleia

Após 20 anos, Isaura deixa Assembleia e afirma que continuará nas lutas sociais

Deputada comentou relação entre o Executivo e Legislativo nos próximos quatro anos e afirmou que espera que haja dialógo e respeito

Assembleia Legislativa aprova Lei Orçamentária Anual para 2019

Projeto aprovado na Casa orça receita de R$ 26 bilhões, mas fixa despesa de R$ 32 bilhões. Entenda [caption id="attachment_160200" align="aligncenter" width="620"] Foto: reprodução[/caption] O processo legislativo que trata da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2019, foi aprovado em votação definitiva na tarde desta segunda-feira, 28 na Assembleia Legislativa de Goiás. A votação da LOA, que normalmente acontece no ano anterior aconteceu neste ano por conta do atraso da entrega do relatório para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). O relator é o deputado Lívio Luciano (Podemos). O parlamentar, que alegou desequilíbrio das contas públicas de Goiás, segurou o texto elaborado pela administração passada, do ex-governador José Eliton (PSDB), para que pudesse ser alterado pela nova gestão, do governador Ronaldo Caiado (DEM). Enquanto José Eliton equivaleu, na LOA para 2019, receita e despesa de cerca de R$ 26 bilhões, Caiado afirma que recebeu um Estado quebrado, e calcula, na nova redação do projeto de lei, déficit de R$ 6 bilhões. Para 2019, portanto, o projeto de lei aprovado na Casa orça receita de R$ 26 bilhões, mas fixa despesa de R$ 32 bilhões. Ao pedir encaminhamento de voto, Lívio Luciano afirmou que a receita encaminhada pela gestão passada era “totalmente fantasiosa”, por superestimar receita e subestimar as despesas. “Colocamos [na nova redação] despesa real e receita estimada em um patamar aceitável. Ainda, evidenciamos o déficit de R$ 6 bilhões, um rombo nas contas públicas do Estado de Goiás. Devemos arrecadar durante quatro meses, sem pagar nenhuma dívida, somente para corrigir esse déficit”, explicou. O parlamentar disse ter elaborado seu relatório em conjunto com equipe do Tesouro Nacional, que estaria propondo nova metodologia para elaboração de orçamentos, justamente para evitar maquiagens nas contas públicas. Este modelo, inclusive, apontaria caminhos para o incremento das receitas, o que seria uma ação pioneira. Ao fim de sua fala, o deputado, que não foi reeleito no pleito de 2018, agradeceu aos eleitores e demais parlamentares, comemorou aprovação de projeto de lei relatado por ele, que reajustou os incentivos fiscais concedidos pelo Executivo, e afirmou que servirá o Estado em outras esferas, daqui em diante.

CCJ aprova título de cidadão goiano ao presidente Jair Bolsonaro jornal opção
Cirurgia de Jair Bolsonaro termina com êxito em São Paulo

O Presidente foi transferido para UTI e se encontra estável e consciente

Novo aplicativo brasileiro de caronas passa a funcionar em Goiânia

Serviço promete melhores condições para motoristas e usuários, além de serviço mais completo  [caption id="attachment_161016" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption] Já está disponível para download o aplicativo de mobilidade urbana Moobi. A plataforma totalmente brasileira chega a Goiânia com promessa de valores mais baratos nas corridas. Uma das novidades é que os usuários podem optar por diferentes serviços dentro do mesmo app. Entre todas as nove opções de serviços oferecidos estão: - Moto-Rápido: para situações de urgência e maior agilidade na locomoção. - Pet: A alternativa para quem deseja transportar o seu animal com carinho, respeito e conforto. - Baby:  para as mamães e papais de plantão que precisam transportar o seu filho com todo o cuidado e segurança que ele merece. - Acessível: para pessoas que possuem necessidades especiais - Girl: opção voltada para o público feminino poderá escolher motoristas do mesmo sexo Desde agostos de 2018, quando foi lançado, o aplicativo já atua em Balneário Camboriú, em Santa Catarina; Fortaleza, no Ceará além de Belo Horizonte, Recife e Belém. Na capital goiana o Moobi irá operar em competição com pioneiras no segmento, como a Uber e a 99pop. Entretanto, segundo Gervasio Morgado, CEO da plataforma brasileira, diz que a Moobi tem o melhor plano de negócio para os profissionais, cobrando 15% do valor total da corrida, enquanto a Uber, por exemplo, cobra 25%. Segurança Nas últimas semanas foram registrados crimes contra motoristas de outros aplicativos. Quanto a isso a Moobi promete rigor e inovação em busca de mais segurança, tanto para os motoristas como para os passageiros. A empresa promete ser criteriosa com relação aos dados dos passageiros, CPF e outros dados pessoais são necessários na hora do cadastro. Já para a segurança dos passageiros, a empresa exige que ao solicitar o cadastro, o motorista apresente um “nada consta” de antecedentes criminais, o candidato também precisa estar com a documentação pessoal e do veículo em dia. Além disso, todas as rotas são acompanhadas pelo sistema da empresa.

TCE fará tomada de contas no Goiás na Frente para Segov

Secretário Ernesto Roller aguardará uma notificação do Tribunal de Contas para se reunir com os prefeitos que firmaram convênio com a pasta Assim que assumiu a Secretaria de Governo (Segov), Ernesto Roller "expôs" que a realidade financeira do programa Goiás na Frente junto aos municípios goianos, lançado em março de 2018 com a promessa de destinar R$ 500 milhões diretamente às prefeituras, destinou apenas 33% aos municípios que tiveram de interromper obras no final do ano passado. Diante deste cenário, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou uma "Tomada de Contas" para apurar a responsabilidade por danos à administração pública deixados pela gestão anterior. Ernesto Roller aguarda, agora, uma notificação do TCE para se reunir com os prefeitos que firmaram convênio com a Segov, a fim de saber a real situação das obras paralisadas. Ao todo são 221 contratos assinados, tendo sido pagos apenas R$ 166 milhões, com restos a pagar de mais de R$ 333 milhões. “O Goiás na Frente foi puro marketing e resultou num grande calote, pois pouco mais de 30% do valor foi pago até agora aos municípios. Foi uma grande venda de ilusões para a população goiana e um forte golpe nos prefeitos”, explica o secretário Ernesto Roller. Confira os números do Goiás na Frente: 221 convênios, promessa de R$ 500 MILHÕES Valor liberado - R$ 166.128.532,47 Restos a pagar: R$ 333.871.468,00 (1.968 parcelas não pagas)

Embates de Caiado com deputados podem ter quebrado campanha de Álvaro

Na última semana, governador, que levou projetos para a Alego, usou palavras duras para com os parlamentares em seu discurso e respostas

Em encontro com concessionária, Vanderlan discute desvio da BR-153

Para senador eleito, resolver esse problema irá reduzir os atropelamentos na região. Ele prometeu empenho para execução da obra

Reforma administrativa é aprovada por deputados

Projeto teve votos contrários apenas dos deputados Talles Barreto e Hélio de Sousa, ambos do PSDB [caption id="attachment_161007" align="aligncenter" width="620"] Foto: Ludmilla Morais[/caption] A reforma da estrutura administrativa do Poder Executivo foi aprovada em segunda e última votação nesta segunda-feira, 28. A Sessão, que foi a última para os deputados que não se reelegeram ou se candidataram em 2018, aprovou o projeto com apenas dois votos contrários, dos deputados tucanos Talles Barreto e Dr Hélio de Sousa. O projeto foi enviado à Casa pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) na última semana. De acordo com o deputado Lívio Luciano, já foi montado um grupo de trabalho para a execução da segunda fase com o prazo de 60 dias para apresentar resultados. Reforma Administrativa vai agora à sanção do governador. Sobre a reforma O projeto nº 178/19, da Governadoria, que altera a Lei nº 17.257/2011, que dispõe sobre a organização administrativa do Poder Executivo, reorganiza órgãos do Governo e contingencia funções comissionadas. A oposição ao governo de Ronaldo Caiado argumentou, na Comissão Mista, que a matéria cria novas despesas e não traz a economia esperada. A chamada reforma administrativa em tramitação na Assembleia Legislativa pode ser dividida em dois pontos: as modificações efetuadas na estrutura e competência das pastas da administração pública e a extinção de cargos comissionados na Secretaria da Educação. A economia resultante se daria, segundo a Governadoria, nas medidas de compensação com o contingenciamento de despesas e extinção de cargos. Secretarias As modificações na estrutura administrativa do Poder Executivo são resultado das sugestões do grupo de trabalho constituído pelo Decreto nº 9.389, de 14 de janeiro de 2019, formado por representantes da Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento, Secretaria da Casa Civil e Procuradoria-Geral do Estado. Nas razões do processo, a Governadoria justificou as mudanças como “medida de ajuste inicial” para a reorganização administrativa “a despeito de todos os constrangimentos de ordem orçamentária e financeira” enfrentados. A preocupação do Governo é, segundo a justificativa do projeto de lei, “racionalizar a organização da máquina pública mediante a adequação de sua estrutura às políticas e estratégias da ação governamental”. Em síntese, a medida busca “eficiência na prestação de serviços públicos e garantia de um aparato administrativo que favoreça a realização de investimentos em áreas essenciais”. Em relação às secretarias houve 12 modificações substanciais, seja por meio do desmembramento de pastas ou criação de novos órgãos. As mudanças mais drásticas estão no núcleo administrativo e fiscal do governo, por meio da criação das Secretarias de Administração e de Economia. A Agência Goiana de Transportes e Obras passará a se chamar Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes. As modificações na estrutura administrativa do Poder Executivo terão impacto financeiro mensal estimado em R$ 323.932,48 a mais do que se gasta atualmente. O acréscimo de despesa será amenizado, de acordo com a Governadoria, por meio do contingenciamento de cargos em comissão e extinção de cargos. Veja as mudanças no quadro abaixo: Modificações da estrutura

ATUALMENTE COMO FICARÁ
1)      Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento; 1) Secretária de Estado da Administração;
2) Secretaria de Estado da Fazenda; 2) Secretaria de Estado da Economia;
3) Secretaria de Estado da Mulher, do Desenvolvimento Social, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos; 3) Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social;
4) Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária; 4) Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social;
5) Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos; 5) Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;
6) Secretaria de Educação, Cultura e Esportes; 6) Secretaria de Estado da Educação; 7) Secretaria de Estado da Cultura; 8) Secretaria de Estado de Esporte e Lazer;
7) Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação; 9) Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Inovação; 10) Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento; 11) Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços;
8) Agência Goiana de Transportes e Obras; 12) Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes;
Não existe 13) Secretária de Estado da Comunicação.
A Governadoria argumenta no processo que o projeto de lei faz uma revisão e atualização das áreas de atuação dos órgãos e entidades, além da revogação do inciso III do art. 3° da Lei estadual nº 17.933, de 27 de dezembro de 2012, da alínea "a" do inciso IV do art. 2° da Lei estadual nº 16.365, de 07 de outubro de 2008, e do art. 2° da Lei estadual nº 19.718, de 07 de julho de 2017. Cargos extintos As despesas provocadas pela reforma administrativa seriam compensadas pelas “modificações ora introduzidas na organização administrativa, especialmente mediante a extinção de diversos cargos em comissão, dentre os quais destaco os de Diretor de Unidade Escolar, Secretário de Unidade Escolar, Supervisor de Ações Programáticas e de Secretário Extraordinário, bem como pela economia proporcionada pelo contingenciamento de 20% (vinte por cento) do quantitativo das Funções Comissionadas de Administração Geral ultimado pelo Decreto nº 9.376, de 02 de janeiro de 2019”. O decreto ao qual se refere a Governadoria estabelece medidas de contenção de gastos com pessoal e outras despesas correntes, no âmbito da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo e empresas estatais dependentes. Em resumo, o documento legal pede aos órgãos a revisão imediata de todos os contratos, medidas de contenção de gastos de custeio e o contingenciamento de 20% do quantitativo das Funções Comissionadas que estavam ocupadas em dezembro de 2018. Na justificativa do processo nº 178/19, a Governadoria disse que a aplicação das medidas compensatórias – extinção de cargos e as medidas do Decreto nº 9.376/2019 – resultarão em uma “economia de despesa no valor aproximado de R$ 422.802,67 mensais. Considerando o custo de R$ 323.932,48 com as modificações na estrutura administrativa, a economia real mensal seria da ordem de R$ 98.870,19 mensais.

Sisu 2019: resultado é divulgado. Confira

Selecionados devem fazer a matrícula nas instituições de ensino entre 30 de janeiro a 4 de fevereiro [caption id="attachment_92777" align="aligncenter" width="620"] Foto: Agência Brasil[/caption] O resultado da única chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está disponível e pode ser consultado na página do programa na internet e pelo aplicativo. Os estudantes que não foram selecionados podem participar da lista de espera a partir desta terça-feira, 29. Aqueles que foram selecionados devem fazer a matrícula nas instituições de ensino, no período de 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Os estudantes devem ficar atentos aos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio. Quem não foi selecionado pode ainda participar da lista de espera. A adesão pode ser feita na página do Sisu, a partir desta terça-feira, 29, até o dia 5 de fevereiro. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro. A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções feitas na hora da inscrição não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção. Ansiedade Desde as primeiras horas de hoje, como não havia um horário oficial para a divulgação, estudantes acessam a página do programa, que apresentou instabilidade. Diversas vezes o acesso ao site apareceu com a mensagem de que não era possível se conectar. Isso durou alguns instantes e após atualização, o acesso era retomado. Durante o período de inscrição o site também apresentou instabilidade, o que fez com que o MEC adiasse o prazo, que iria até sexta-feira, 25, para este domingo, 27. A pasta também desistiu de divulgar as notas de corte cinco vezes por dia e voltou a divulgar apenas à meia-noite, como era nas edições anteriores, para evitar a sobrecarga da página. Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Puderam se inscrever no programa os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, 3,5 milhões de estudantes preencheram os requisitos.

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Projetos de Lei enviados nesta segunda-feira, 28, estabelece auxílios a professores temporários e extinção da terceira classe da PM, PC e Bombeiros

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Secretário de Projetos e Captação de Recursos diz que o governo precisa cumprir o compromisso firmado em 2018