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O professor e o poder da influência

Por Rodolfo Souza

"O conhecimento serve para encantar pessoas, não para humilhá-las". Esta frase de Mario Sergio Cortella me toca sensivelmente, por isso decidi compartilhar o sentimento que ela me provoca e visão que tenho do meu papel como professor.

O que é dito pelo professor, muitas vezes, é interpretado como lei pelos alunos, por isso como educador, acredito que temos a missão de desenvolver a consciência crítica do aluno e não simplesmente impor nossas opiniões e crenças.

Tenho convicções, pontos de vistas e filosofia de vida. E isto, naturalmente, já se reflete no meu modo de ser, agir e conduzir uma aula. Não deixo de apresentar aquilo que penso, mas sempre exponho as diversas posições existentes, deixando que meus alunos escolham o caminho a seguir.

Geralmente a influência que o professor exerce na vida do aluno é tão natural que ambos nem percebem, mas nem sempre as influências são positivas. Por isso, todo cuidado é pouco e qualquer expressão mal utilizada em sala de aula pode ter consequências negativas.

Hoje, infelizmente são comuns relatos de professores que usam palavras de baixo calão para ofender aqueles que deveria orientar, chamam para porrada aqueles que não concordam com suas ideias, por está razão não é de se estranhar que haja pessoas acabem reproduzindo este comportamento, inclusive nas redes sociais, onde muitas vezes valem-se do anonimato.

Tenho total consciência que algumas pessoas podem não concordar com minha reflexão, mas os muitos anos em sala de aula me fizeram ter consciência de que os alunos observam seus mestres o tempo todo e que nós professores somos exemplos para eles.

Portanto, se você for professor e quer que seus alunos sejam pessoas gentis, tente ser a personificação da gentileza. Se deseja que tratem os outros com respeito, trate todas as pessoas dessa maneira. Se pretende que seus alunos sejam responsáveis e deem valor aos estudos, seja dedicado e interessado.

Acima de tudo, faça o seu melhor.

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Saiba como foi o primeiro dia de funcionamento do CityBus 2.0

O Jornal Opção testou o serviço e comprovou, pelos uso nesta segunda-feira, 11, que aplicativo funcionou com atrasos, mas de forma regular

Foto: Luiz Phillipe Araújo

Em fase de teste o CITYBUS 2.0. começou a operar nesta segunda-feira, 11, e, para saber como o aplicativo estava funcionando, o Jornal Opção decidiu utilizar o novo serviço de transporte coletivo da HP Transportes.

O primeiro passo, instalar o aplicativo, não foi difícil. O único problema foi encontrá-lo na lista de busca, mas deslizando para baixo, foi possível encontrá-lo com a seguinte logo:

Imagem: divulgação

Para poder utilizar os serviços foi preciso fazer um cadastro, que também foi uma tarefa fácil. Sem travar e sem lentidão, foi possível concluir o preenchimento das abas e, assim, poder escolher o local de destino.

Vale reforçar, porém, que o aplicativo está em fase de teste e, por isso, não atende toda a capital de Goiânia. Estão disponíveis apenas os bairros do centro estendido como o próprio centro, Setores Sul, Oeste, Marista, Bueno, Bela Vista, Serrinha, Nova Suíça, Jardim Goiás, Universitário e Aeroporto.

Na hora de selecionar, no mapa, o local de partida - setor Bueno - e de destino - setor Universitário - o aplicativo indicou um ponto disponível a poucos metros da redação.

Porém, já no local combinado para embarcar, a corrida foi cancelada e reativada três vezes, até que, na quarta vez, um motorista aceitou o caminho e o veículo chegou cerca de 19 minutos - margem de 5 minutos de atraso.

Mensagem enviada pelo aplicativo CityBus 2.0 para avisar sobre atraso do miniônibus | Imagem: luiz Phillipe Araújo

Dentro do miniônibus, o único passageiro era o estagiário do Jornal Opção. Com climatização agradável, motorista e auxiliar simpáticos a corrida demorou cerca de 20 minutos para chegar no local de destino. O trajeto custou R$ 10,00.

O mesmo trajeto feito pelo Uber, de acordo com a estimativa dada pelo aplicativo, ficaria R$ 14,40. Com o aplicativo 99Pop o preço seria R$ 11,00.

No fim, com base nesta experiência, foi possível comprovar que, para o primeiro dia, o aplicativo funcionou de forma regular. De acordo com o estagiário da redação, Luiz Phillipe Araújo, o tempo de espera e a impossibilidade de não poder falar com o motorista ou auxiliar do veículo atrapalha o serviço.

Além disso, ele considerou que para saídas em grupo, o sistema é mais válido, financeiramente falando, do que para uma única pessoa, já que o preço se aproxima tanto de outros aplicativos já existentes.

Frota e download

A frota do CityBus 2.0 conta com 14 miniônibus que funcionarão das seis da manhã às 11 da noite de segunda-feira a sábado e que poderá ser aumentada, caso haja demanda nestes seis meses de projeto piloto. O aplicativo CITYBUS 2.0 pode ser baixado nas plataformas Android e IOS.

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Wilder Morais toma posse como novo secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços

Evento para retomada da secretaria que foi extinta em 2014 e volta a ser uma pasta no governo Democrata acontece nesta terça-feira, 12

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, empossa nesta terça-feira, 12, Wilder Morais como novo secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). A cerimônia de posse será realizada às 10 horas, no Auditório Mauro Borges, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia.

Wilder Morais é engenheiro, empresário da construção civil e entrou na política nas eleições de 2010 e assumiu vaga no Senado em 2012. Nestes primeiros meses de 2019, o ex-senador dedicou-se a conhecer as demandas do setor produtivo goiano, iniciando uma maratona de visitas a indústrias instaladas no em Goiás. Junto com a equipe da SIC também está fazendo um levantamento de todas as áreas e distritos industriais de Goiás.

Sobre a SIC

A Secretaria de Indústria e Comércio foi extinta com a publicação da Lei n. 18.746/2014. Desde então, as funções foram assumidas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação.

Neste ano, a Lei n. 20.417/2019 recriou a Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), que tem como macro objetivo promover a geração de emprego e renda das famílias goianas por meio de investimentos públicos e privados nas atividades industriais, comerciais e de prestação de serviços e fomento ao empreendedorismo.

São jurisdicionadas à SIC a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento), Agência Estadual de Turismo (Goiás Turismo) e Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg).

Sindifisco diz que secretaria de desenvolvimento quer “monopolizar toda tecnologia da informação estatal”

Artigo enviado pelo sindicato sugere que Reforma de Ronaldo Caiado "transportaria dados fiscais de forma inadequada e inconstitucional"


diretor jurídico do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado de Goiás (Sindifisco), Cláudio Modesto | Foto: divulgação

O diretor jurídico do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado de Goiás (Sindifisco), Cláudio Modesto, enviou um artigo ao Jornal Opção nesta segunda-feira, 11, onde assegura que parte de um audacioso projeto "engendrado" pelo atual Secretário de Desenvolvimento, Adriano da Rocha Lima, "teria a pretensão de monopolizar em sua pasta toda a tecnologia da informação estatal", o que, de acordo com o texto, transportaria dados fiscais sigilosos de forma inadequada e não constitucional.

O artigo explica, justificando a acusação, que na primeira fase da Reforma Administrativa, aprovada pelo Legislativo há algumas semanas, uma das emendas vetadas, patrocinadas pelo Sindifisco, teria o objetivo de "corrigir o que até então parecia um mero equívoco do governo sobre o correto tratamento dos dados fiscais", mas que, com o veto, algumas das consequências são as de "desprestigiar a Administração Tributária na sua missão de guardiã do sigilo fiscal e estragar a missão constitucional dos deputados estaduais". Confira o texto na íntegra:

Quebrando sigilo, como um tolo
 
A confidencialidade das informações do contribuinte é pedra angular da Administração Tributária. Para ter confiança no sistema tributário e cumprir suas obrigações conforme a lei, nada mais justo que o contribuinte tenha segurança que suas informações fiscais, a maioria delas confidenciais, não sejam reveladas ou utilizadas de forma inadequada.
 
O dever constitucional do sigilo impõe ao Fisco a adoção de uma rígida política de restrição ao acesso de informações confidenciais do contribuinte, em especial as que são armazenadas eletronicamente, que devem ser mantidas em bancos de dados independentes e protegidos por senhas e firewall, visando impedir o acesso aos dados de pessoas estranhas à Administração Tributária, que, a propósito, é a única, stricto sensu, que detém a prerrogativa tanto de guardar, proteger e classificar o grau de confidencialidade desses dados, como a de analisar a real necessidade de agentes públicos ou privados em acessá-los.
 
Infelizmente, o governo de Goiás não raciocina assim. No dia 8 de fevereiro, foi publicada a primeira fase da reforma administrativa do governo Caiado, contendo quatro (4) vetos a emendas parlamentares, sendo uma dessas emendas patrocinadas pelo Sindifisco, no sentido de corrigir o que até então parecia um mero equívoco do governo sobre o correto tratamento dos dados fiscais.
 
A emenda modificativa consignou o óbvio: a manipulação e guarda de dados fiscais sigilosos são tarefas exclusivas da Administração Tributária. Porém, veio o veto e com ele a pedestre justificativa lato sensu de que o sigilo fiscal pertence à administração estadual “como um todo”, ignorando solenemente o ordenamento jurídico pátrio, que designa com exclusividade a determinados agentes e organismos o cumprimento de certos encargos, evitando com isso que o serviço público seja contaminado por interesses antagônicos.
 
O veto governamental acabou revelando que a fragilização do sigilo fiscal goiano não se trata de um equívoco da reforma administrativa do estado, mas sim, parte de um audacioso projeto engendrado pelo atual Secretário de Desenvolvimento, Adriano da Rocha Lima, que tem a pretensão de monopolizar em sua pasta toda a tecnologia da informação estatal.
 
Lógico, isso não irá ocorrer se a parte mais preciosa das informações do Estado ficar de fora, qual seja: os dados sobre a situação econômica/financeira do contribuinte, o estado e a natureza dos seus negócios.
 
O projeto estatal que teima em relativizar a responsabilidade pela guarda do sigilo fiscal começa a ganhar contornos preocupantes quando se descobre quem é e de onde vem o seu idealizador. Rocha Lima é primo do governador Ronaldo Caiado e sócio de uma milionária empresa transnacional de tecnologia da informação especializada em “big data”, sediada no Estado do Rio de Janeiro, denominada Webradar Software e Serviços para Telecom S.A.
 
Não obstante a sua atual condição de agente público como Secretário de Estado em Goiás, Lima consta nas redes sociais como C.E.O. da Webradar, situação que é confirmada pela Receita Federal, cuja pesquisa do respectivo CNPJ o aponta como sócio administrador da referida empresa.
 
Chama a atenção o fato de Rocha Lima não demonstrar maiores preocupações em continuar comandando a Webradar concomitantemente ao exercício do múnus público de Secretário, ainda mais quando sua atividade empresária tem no setor público uma importante fonte de clientes.
 
A propósito, a Constituição veda a possibilidade desse tipo de conflito de interesses e, se ele está ocorrendo, é sinal que o propalado compliance do governo estadual está ficando só no discurso.            
 
Como já declarou o Secretário de Desenvolvimento, ele é um entusiasta da “união de forças com o setor privado”. Nada de mais, não fosse a íntima correlação do objeto de sua atividade empresária particular com os audaciosos projetos públicos de inovação e tecnologia que pretende tocar durante sua gestão à frente da pasta do Desenvolvimento.
 
A tranquilidade que o secretário tem de dedicar-se simultaneamente a uma atividade pública e outra privada, ambas de altíssima complexidade, somada à confusa mistura que faz entre encargos genéricos, privativos e exclusivos do serviço público, leva-nos a crer que o seu projeto pretende colocar aos cuidados de empresas privadas, tanto o sigilo fiscal, quanto outras tarefas e incumbências afetas ao setor público “como um todo”.
 
Indicativo disso foi a infeliz exposição de motivos que justificou o veto à emenda, rebaixando o sigilo fiscal do contribuinte ao genérico compromisso de discrição estatal, apontando claramente o desinteresse do Estado em proteger de forma pessoal e personalizada os melindrosos dados abarcados pelo sigilo fiscal. Pelo contrário, o modelo de gestão de interesse do governo para guarda do sigilo fiscal os deixa expostos a todo tipo de violações.
 
As consequências deletérias do veto não param por aí. Além de desprestigiar a Administração Tributária na sua missão de guardiã do sigilo fiscal, malogrou também a missão constitucional de nossos deputados estaduais, ao passo que o ato governamental recaiu sobre emenda parlamentar realizada dentro do mais hígido processo legislativo.
 
A emenda proposta não possui impacto financeiro, encontrando-se rigorosamente dentro da pertinência temática do projeto de lei emendado, corrigindo uma distorção de relevante interesse público, ou seja, livre de quaisquer tipos de vícios, portanto, não há motivos de ordem jurídica ou política para o veto, que ocorreu por puro capricho.
 
Também, pudera. Desfazer trabalho parlamentar hígido por contrariar interesse pessoal não é problema para os que se filiam à ideia do Estado “como um todo”, cuja essência teórica desconsidera solenemente fatores como competência e independência. Sob esse prisma, natural eles concluírem que o Poder Legislativo também está dentro dessa “caixinha”.
 
Porém, não apostamos nisso. Se tudo ocorrer dentro da normalidade, os arquitetos desse obtuso ato deverão submeter o chefe do Executivo ao constrangimento de ver o seu veto derrubado pelo Poder Legislativo.
 
Perceberá então o governador que, ao ser convencido por seus auxiliares que a emenda parlamentar merecia o seu veto porque o sigilo fiscal pertence à administração “como um todo”, foi tratado como um tolo.
 
Cláudio Modesto                
Auditor fiscal e diretor jurídico do Sindifisco-GO

UEG inaugura centro de pesquisas com 11 novos laboratórios

A obra foi realizada em parceria da universidade com o Ministério da Ciência e Tecnologia

Campus de Anápolis da UEG | Foto: Edilson Pelikano / Jornal Opção

O Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo da Universidade Estadual de Goiás (CCET|UEG) inaugura nesta terça-feira, 12, às 10h, o Centro de Pesquisas e Pós-graduação (CPPG). O complexo laboratorial que servirá para o desenvolvimento de projetos dos programas de Pós-graduação do CCET.

A obra foi concluída com recursos da Universidade juntamente com o apoio financeiro da FRinanciadora de Inovação e Tecnologia (Finep), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A obra é orçada em mais de R$ 4,5 milhões e tem um total de 1.737,15 m² de área construída.  

Com estrutura moderna, o Centro contará com onze laboratórios que serão utilizados para a realização de experimentos dos mestrados de Ciências Moleculares, Ciências Aplicadas a Produtos da Saúde, Engenharia Agrícola, Recursos Naturais do Cerrado e do doutorado de Química.

Para o pró-reitor de Pesquisa e pós-graduação da UEG, professor Ivano Devilla, o Centro é estratégico para os pesquisadores da UEG, que agora terão espaço de ponta para desenvolverem suas pesquisas. “Além disto, o Centro também será importante no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas, que é uma área de interesse estadual. É um passo importante para a UEG e que certamente trará benefícios para todo o estado”, analisa.

“O PSDB carece de um presidente que saiba ouvir e agregar mais aliados”, afirmou Jardel Sebba

O ex-prefeito de Catalão acredita que o partido precisa participar mais da escolha de seus aliados