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Deteriorados, pontos de ônibus da Capital oferecem perigo a usuários do transporte coletivo

Processo licitatório para terceirização dos abrigos se arrasta há mais de três anos. Para vereador, Poder Público "não colabora com o cidadão"

Parada de ônibus localizada na Avenida Marechal Rondon, Setor Fama / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção
Parada de ônibus localizada na Avenida Marechal Rondon, Setor Fama / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Abandonados. Esta é a palavra que melhor define a situação dos pontos de ônibus da capital. As estruturas que, em tese, deveriam oferecer proteção aos usuários do transporte coletivo soam mais como uma grande ameaça. A impressão é de que, a qualquer momento, algumas estruturas poderão ceder e atingir aqueles que nelas procuram abrigo.

A maioria delas já foram tomadas pelo desgaste decorrente da falta de manutenção atrelada ao tempo de uso. O ideal seria que esses espaços oferecessem mais proteção e conforto aos passageiros.

O Poder Público até poderia entregar os "pontos" e colocar a responsabilidade nas mãos de uma empresa privada. Há, inclusive, um processo de licitação nesse sentido. Acontece que ele aguarda, desde 2017, pela celeridade da Prefeitura de Goiânia.

A ideia seria que a manutenção e construção desses abrigos ficassem a cargo de uma empresa que, em troca, poderia explorar os pontos com publicidade. Ou seja, é uma relação de ganhos. A empresa vencedora do processo de licitação ganharia o direito de fazer seus anúncios, ao passo em que a prefeitura ganharia o direito de ser omissa à administração e manutenção. Por fim, o usuário — o mais interessado e atingido — ganharia mais dignidade enquanto espera pelo transporte.

Parada em situação de abandono / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Acontece que esse projeto parece ter sido abandonado pelo Poder Público que não quis comentar sobre o assunto. Haja vista que o Jornal Opção procurou por diversas vezes a Prefeitura de Goiânia, mas até o fechamento dessa reportagem, não obteve respostas para nenhum dos questionamentos enviados.

Sem os devidos reparos, os usuários continuarão expostos, não só ao sol e a chuva, mas também aos perigos recorrentes. Não é preciso muito para que se perceba o protagonismo dos assentos amassados ou quebrados, das coberturas precárias, da ferrugem e pichação, além da falta de iluminação.

Em entrevista ao Jornal Opção, o vereador Lucas Kitão (PSL) não escondeu o sentimento de pesar. “Sabemos que Goiânia é uma cidade que tem tudo para dar certo e infelizmente o Poder Público não colabora com o cidadão”, lamentou.

Lucas Kitão: "
“Talvez por ter sido iniciado na gestão passada (processo de licitação) não seja de interesse desse governo continuar por questões políticas" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

“Talvez por ter sido iniciado na gestão passada [o processo de licitação] não seja de interesse desse governo continuar por questões políticas. Não há outra explicação”, considerou o parlamentar que disparou em seguida: “não haveria uma maneira melhor do que terceirizar essa manutenção e construir novos abrigos”.

Ele explica que a terceirização tem como contrapartida “apenas a permissão de que a empresa faça mídia”. “É uma ideia boa e barata; simples e criativa. Acho que a cidade pode melhorar com ideias modernas como essa”, finalizou.

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Mulher descobre traição, quebra carro e apartamento e tenta agredir PMs

Marido foi flagrado com amante na garagem do prédio. Mulher, enfurecida, atirou tijolos contra o veículo do marido e ameaçou PMs que atendiam a ocorrência

A Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) foi acionada, no domingo, 21, para conter uma mulher enfurecida. Após descobrir uma traição, ela destruiu o carro do marido e o apartamento onde ele encontraria com a amante.

A mulher também ameaçou agredir os policiais militares que atendiam a ocorrência e acabou detida. Todos os envolvidos foram conduzidos à delegacia sede de Praia Grande, litoral de São Paulo, para prestarem esclarecimentos.

Segundo informações da Polícia Militar, o homem estava com a amante na garagem do prédio quando a mulher chegou e fez o flagrante. Enfurecida, a esposa atirou tijolos contra o veículo do marido. Depois, ela teria subido ao apartamento, onde o esposo se encontraria com a amante, e quebrado as janelas do imóvel.

Os policiais foram acionados pelos vizinhos que presenciaram a discussão do casal. Ao chegarem no prédio, os PMs tiveram que algemar a mulher que, irritada, ameaçou agredi-los. Após o registro do boletim de ocorrência, todos os envolvidos foram liberados.

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CPI de Brumadinho ouve três envolvidos e vota pela convocação de mais três

Engenheiro, geólogo e executivo serão sabatinados pelos parlamentares na próxima terça-feira, 23

Plenário do Senado Federal, em Brasília | Foto: Agência Brasil
Plenário do Senado Federal, em Brasília | Foto: Agência Brasil

Presidida pela senadora Rose de Freitas (Pode-ES), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho terá uma semana agitada pela frente. A agenda prevê que os membros da CPI se reúnam na próxima terça-feira, 23, para ouvir três depoimentos e votar três requerimentos.

O primeiro a ser ouvido será o engenheiro Arsênio Negro Júnior, auditor da empresa alemã TÜV SÜD. Segundo informações da Agência Senado, por iniciativa do senador Carlos Viana (PSD-MG), relator da CPI, foi apresentado um requerimento para que o engenheiro preste esclarecimentos para dizer se a empresa foi pressionada, de alguma forma, a assinar laudos de estabilidade das barragens.

Outro que irá se esclarecer à comissão é o geólogo da mineradora Vale, César Augusto Paulino Grandchamp. Ele assinou, na condição de representante legal da empresa, a declaração de condição de estabilidade da barragem 1 da mina Córrego do Feijão, que, após o rompimento, causou o desastre em Brumadinho. A Agência Senado reforça que Grandchamp chegou a ter a prisão temporária decretada.

Também está prevista a oitiva do executivo Felipe Figueiredo Rocha. Ele, compõe o quadro do setor de Gestão de Riscos Geotécnicos da mineradora. Segundo o Ministério Público (MP), Felipe teria sido o responsável por apresentar a situação de risco para outros membros da mineradora. Os três serão ouvidos pelos integrantes da Comissão a partir das 13h da próxima terça-feira, 23.

Requerimentos

Posteriormente, os parlamentares que compõe a Comissão irão votar a apresentação de três requerimentos. A iniciativa é do senador Carlos Viana. Os documentos reivindicam a convocação de outros três envolvidos para prestar depoimentos.

São eles: o diretor de estratégia, exploração, novos negócios e tecnologia da Vale, Juarez Saliba de Avelar; um funcionário da área de gerenciamento de riscos geotécnicos da Vale, Washington Pirete da Silva; e, por fim, o chefe da divisão de fiscalização de barragens da Agência Nacional de Mineração em Minas Gerais, Wagner Araújo Nascimento.

Relembre o caso

A barragem da Mina Córrego do Feijão, que pertence a mineradora Vale, se rompeu no dia 25 de janeiro. A lama devastou o refeitório da empresa, centros administrativos, propriedades rurais e outros locais onde haviam diversas pessoas aglomeradas.

O último relatório da Defesa Civil aponta para um total de 40 pessoas desaparecidas. Ao todo, foram localizados 231 corpos. Militares seguem com as buscas por desaparecidos.

Para a realização dos trabalhos foram empenhados mais de 100 homens do Corpo de Bombeiros Militar, cães farejadores e cerca de 80 máquinas pesadas. Não há previsão de encerramento ou suspensão das buscas.