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As cinco melhores marchinhas com o presidente Jair Bolsonaro

Tradição na maior festa popular brasileira, as marchinhas criticam o presidente com bom humor e uma boa dose do politicamente incorreto

Maior festa popular do Brasil, o carnaval só decolou com a criação dos bloquinhos de rua, no século 19. No início do século seguinte, a coisa começou a ganhar as proporções gigantescas atuais. E muito disso se deve ao sucesso das marchinhas.

A comissão de frente dessa tradição foi Ó Abre Alas, de 1899. A clássica canção de Chiquinha Gonzaga ainda tem um molho, pois, mulheres artistas, naquela época, eram pouco “recomendadas” para casamento. Nesse aspecto, Chiquinha foi precursora do empoderamento (palavra desgastada) feminino no Brasil.

Grandes compositores contribuíram para que as marchinhas se tornassem patrimônio cultural brasileiro. Lamartine Babo e Mário Reis, por exemplo, comovem nos belos e singelos versos de Linda Morena, aquela do olhar mais brilhante que a lua.

A lista é grande. Tem politicamente incorreto (Cabeleira do Zezé), controvérsia (O teu cabelo não nega, do próprio Lamartine) e brincadeira de duplo sentido (Mamãe eu quero, imortalizada por Carmem Miranda). E por aí vai.

A política, claro, não poderia ficar fora da festa. E, neste ano, sem surpresa alguma, o presidente Jair Bolsonaro e tudo o que está ao seu redor é o grande alvo dos artistas. Assim, na grande catarse que é o carnaval, o brasileiro encontra um jeitinho de descontar nos políticos as amarguras do resto do ano.

Para ajudar a animar os dias de folia, o Jornal Opção selecionou cinco marchinhas sobre o presidente que estão viralizando nas redes sociais:

A culpa é do PT – Família Passos

https://www.youtube.com/watch?v=V_u6W7JB3GQ

Marchinha do Queiroz (Sumido) -  Os Marcheiros e a Política em Sátiras

https://www.youtube.com/watch?v=EZZd26x0T7s

Marchinha do Coaf - Orvalho de Cavalo

https://www.youtube.com/watch?v=DV98wfW4FHs

Marchinha da Lava-Jato, morô? – Família Passos

https://www.youtube.com/watch?v=yUVjNXDhr-k

Marchinha do Coturno - Os Marcheiros e a Política em Sátiras

https://www.youtube.com/watch?v=E1V-XsU32sw

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Assembleia Legislativa aprova cota zero para transporte de pescados

Projeto do deputado Olyntho Neto estabelece que o consumo de peixes capturados deve ser feito no local da pesca

[caption id="attachment_167764" align="alignnone" width="620"] Olyntho Neto: "Precisamos agir antes que nossa fauna aquática sofra redução irreversível em volume e espécies". Foto: Koró Rocha[/caption]

A Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei Nº2/2017, de autoria do deputado estadual Olyntho Neto (PSDB), que estabelece cota zero para efeito de transporte do peixe capturado, permitindo-se apenas a pesca. A proposta altera a Lei Complementar nº 13/1997 que dispõe sobre a regulamentação das atividades de pesca, aquicultura e da proteção da fauna aquática. A votação ocorreu na quarta-feira (27).

Olyntho Neto ressaltou que o objetivo é garantir a preservação ao meio ambiente e à economia, além de estabelecer critérios para o transporte dos peixes capturados, permitindo-se o consumo apenas no local de realização da modalidade de pesca esportiva. “Não se trata de proibição à pesca, pelo contrário, essa é uma medida que irá garantir o futuro das atividades de pesca e todas as demais do setor de aquicultura. Precisamos agir antes que nossa fauna aquática sofra redução irreversível em volume e espécies”, justifica Olyntho.

Em síntese, o texto aprovado estabelece que a pesca esportiva, pelo sistema de pesque e solte, somente com a utilização de anzóis sem fisga – totalmente distinta da pesca amadora – terá cota zero para efeito de transporte dos peixes capturados. 

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