As cinco melhores marchinhas com o presidente Jair Bolsonaro

Tradição na maior festa popular brasileira, as marchinhas criticam o presidente com bom humor e uma boa dose do politicamente incorreto

Maior festa popular do Brasil, o carnaval só decolou com a criação dos bloquinhos de rua, no século 19. No início do século seguinte, a coisa começou a ganhar as proporções gigantescas atuais. E muito disso se deve ao sucesso das marchinhas.

A comissão de frente dessa tradição foi Ó Abre Alas, de 1899. A clássica canção de Chiquinha Gonzaga ainda tem um molho, pois, mulheres artistas, naquela época, eram pouco “recomendadas” para casamento. Nesse aspecto, Chiquinha foi precursora do empoderamento (palavra desgastada) feminino no Brasil.

Grandes compositores contribuíram para que as marchinhas se tornassem patrimônio cultural brasileiro. Lamartine Babo e Mário Reis, por exemplo, comovem nos belos e singelos versos de Linda Morena, aquela do olhar mais brilhante que a lua.

A lista é grande. Tem politicamente incorreto (Cabeleira do Zezé), controvérsia (O teu cabelo não nega, do próprio Lamartine) e brincadeira de duplo sentido (Mamãe eu quero, imortalizada por Carmem Miranda). E por aí vai.

A política, claro, não poderia ficar fora da festa. E, neste ano, sem surpresa alguma, o presidente Jair Bolsonaro e tudo o que está ao seu redor é o grande alvo dos artistas. Assim, na grande catarse que é o carnaval, o brasileiro encontra um jeitinho de descontar nos políticos as amarguras do resto do ano.

Para ajudar a animar os dias de folia, o Jornal Opção selecionou cinco marchinhas sobre o presidente que estão viralizando nas redes sociais:

A culpa é do PT – Família Passos

Marchinha do Queiroz (Sumido) –  Os Marcheiros e a Política em Sátiras

Marchinha do Coaf – Orvalho de Cavalo

Marchinha da Lava-Jato, morô? – Família Passos

Marchinha do Coturno – Os Marcheiros e a Política em Sátiras

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