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Vereador Paulo Magalhães (SD) discursa durante abertura do ano legislativo | Foto: Alberto Maia[/caption]
Mais um vereador considerado próximo ao prefeito Iris Rezende (MDB) reclama da altivez do chefe do Executivo e de como ele orienta seu secretariado. O veterano na Câmara Municipal de Goiânia, Paulo Magalhães (PSD), que se diz amigo de Iris, lamentou a forma como foi tratado pelo emedebista. "Não estamos indo à Prefeitura pedir nada em benefício próprio e sim buscando soluções para a população", justifica Magalhães sobre as visitas ao Paço.
O primeiro escalão de Iris também foi alvejado pelo vereador, especialmente a secretária de Saúde, Fátima Mrué, que tem recebido críticas de parlamentares há mais de um ano.
"Aquela secretária dele nunca recebeu um vereador em seu gabinete. Eu acho uma falta de respeito porque chegar na Câmara não é fácil. A votação é difícil. Os médicos e enfermeiros precisam ser respeitados. O pessoal que trabalha na limpeza precisa ser respeitado", desabafa Paulo Magalhães.
Ele sugere também que "o Senhor Iris calce as sandálias franciscanas e seja mais humilde. O tratamento dele comigo foi desrespeitoso, mas pela idade dele não poderia desrespeita-lo".
"Eu espero que ele possa se arrepender do que fez porque o tenho como amigo", finaliza o vereador sobre o suposto desrespeito recebido durante a prestação de contas da Prefeitura na Casa.
Ataque à prestação de contas do Executivo
Magalhães engrossa o coro de outros vereadores sobre a suposta maquiagem que o prefeito fez nas contas para apresentar aos vereadores. "A mentira dura até a verdade chegar. Não adianta ele querer maquiar, dizer que a saúde está boa quando não está".
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Aposentados, pensionistas e reformados recebem, juntos, R$ 413 milhões. Secretária afirma que vencimentos serão depositados até o dia 10

A decisão do Governo de Goiás de pagar a folha de fevereiro dos servidores da ativa dentro do mês trabalhado, excluindo os inativos, é resultado, além das decisões políticas, de uma conta matemática. A folha de aposentados, pensionistas e reformados corresponde a 40,28% do total pago ao funcionalismo. Os dados estão no Portal da Transparência. Em janeiro, o governo havia pago 83% dos funcionários dentro do mês trabalhado.
Em fevereiro, a folha total do funcionalismo chegou a R$ 1.052.075.451,46 – um valor 2,5% maior que o de janeiro, que foi de R$ 1.025.556.978,67. Somente com inativos, a folha do mês é de R$ 413.081.475,07 – 0,5% a menos que a de janeiro, que foi de R$ 415.170.929,48.
Mesmo com a queda nominal, proporcionalmente a participação dos inativos no total da folha subiu de 39,46% para 40,28% (os valores não incluem os pensionistas especiais). Isso porque a folha total diminuiu de R$ 1.052.075.451,46, em janeiro, para R$ 1.025.556.978,67. Atualmente, o Poder Executivo tem 66.079 servidores inativos, o que representa 39,55% do total.
Em janeiro, o governador Ronaldo Caiado havia prometido pagar o funcionalismo no mês trabalhado – exceto a folha de dezembro, que foi escalonada, segundo o governador pelo fato de o governo anterior, de José Eliton, não ter deixado recursos para o cumprimento do pagamento.
Eliton também não vinha pagando o servidor dentro do mês trabalhado. Apenas servidores com salário até R$ 3,5 mil recebiam até o último dia útil de cada mês. O restante, recebia no dia 10 subsequente. Isso representava, segundo a Secretaria da Fazenda na época, 70% de todo o funcionalismo. A partir de novembro, porém, nem essa data foi cumprida e, em dezembro, a folha não foi paga.
A decisão de excluir os inativos dos pagamentos realizados esta semana causou revolta de entidades que representam os servidores. O presidente do Sindpúblico, Nylo Sérgio Nogueira, se disse indignado. “Os inativos foram esqueidos, não bastasse o atraso do salário de dezembro”, afirmou ao Jornal Opção. Na sexta-feira, 2, representantes dos militares estiveram com Caiado. “Os inativos são os que mais sofrem, pois usam os vencimentos para comprar remédios por enfermidades adquiridas no exercício da profissão”, disse o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assego), Luís Cláudio Coelho. Já as entidades representativas da Polícia Civil emitiram nota de repúdio em que exigem tratamento equânime para todos os profissionais, ativos ou inativos. “Esse e qualquer tipo de diferenciação salarial afrontam, gravemente, os princípios de isonomia e dignidade da pessoa humana”, diz a nota, assinada conjuntamente por cinco entidades.
Em contato com o Jornal Opção na manhã desse sábado, 2, a secretária da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, afirmou que a folha será quitada integralmente até o próximo dia 10. “Conforte reiteramos diversas vezes, pagaremos os salários dos devidos meses até o dia 10 de cada mês subsequente. Neste mês, alcançamos todos os ativos do Executivo no último dia útil. Até o dia 10, todos serão devidamente pagos, dando preferência aos inativos”, disse.
No início da noite desta sexta, 1º, a justiça considerou a paralisação ilegal, e os acordos entre prefeitura e sindicato foram acelerados

