Após acordo com prefeitura de Aparecida, GCMs encerram greve no município

No início da noite desta sexta, 1º, a justiça considerou a paralisação ilegal, e os acordos entre prefeitura e sindicato foram acelerados

Com acordo fechado às 21h30 na noite desta sexta-feira, 1º, os Guardas Civis Municipais de Aparecida de Goiânia encerraram greve que já durava seis dias. O acordo foi fechado entre a Secretaria da Fazenda do município e o sindicato dos GCMs.

Foram deliberados 13 pontos após longa conversa entre a prefeitura e a categoria. A primeira aumentou o risco de vida de 70 para 100% do salário base, e começará a ser pago em março do ano corrente. Além disso, os salários proporcionais aos dias de paralisação não serão descontados dos grevistas.

A prefeitura também se comprometeu em não perseguir envolvidos no movimento ou abrir qualquer procedimento disciplinar administrativo. Os canais de transparência e correição da GCM serão fortalecidos, como a ouvidoria, corregedoria e outros.

Além disso, o município irá publicar o plano de cargos e salários da categoria, que será implementado no prazo de 60 dias. O período servirá para discussão do plano.

Para isso, ficou composta uma comissão específica, composta por três representantes da prefeitura e três do sindicato que representa a categoria. Entre os membros do sindicato, uma terá que ser, obrigatoriamente, mulher.

Também será discutido a criação de convênios com outras secretarias e superintendências de Aparecida. O valor gasto com horas extras será usado para o aumento do risco de vida e o valor remanescente será redistribuído igualitariamente entre todos os guardas, pelo período máximo de 60 dias ou até a implementação do Plano de Cargos e Salários.

Os patrimônios da administração do município que foram apropriados durante a paralisação também serão devolvidos. Serão adquiridos novos fardamentos e seis viaturas customizadas e será iniciado estudo para troca de outras.

Por fim, acordou-se o encerramento imediato da greve e o cumprimento por ambas as partes de todos os pontos levantados.

No início da noite desta sexta, 1º, a justiça considerou a paralisação ilegal, e os acordos entre prefeitura e sindicato foram acelerados.

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