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Valor médio subiu de R$ 380,34 para R$ 437,96. A batata, tomate, banana, pão e o café foram os alimentos que apresentaram maiores variações
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Despesas com alimentação subiram mais de 15% | Foto: Marcelo Camargo/ABr[/caption]
A cesta básica em Goiânia registrou aumento de 15% no mês de janeiro. O dado é do Procon Municipal e mostra que o preço médio passou de R$ 380,34 para R$ 437,96. Os produtos que mais contribuíram para o aumento do valor final da cesta foram: a batata inglesa, tomate comum, banana nanica, pão francês e o café.
O vilão desse aumento é a batata inglesa. O quilo do produto apresentou uma diferença de 263%, entre o menor e o maior preço. Já o quilo do tomate teve uma variação de 197%. O preço da banana nanica aumentou 150%. O valor do pão francês alcançou um aumento de 66%. O pacote de café subiu 64%.
Em contrapartida, apenas os preços de três produtos tiveram redução. O pacote de açúcar teve uma queda de 19%. Com uma redução pequena, o quilo do arroz caiu 21%. E o quilo da farinha de mandioca sofreu uma variação de 23%.
De acordo com Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), os maiores valores da cesta básica estão na cidade de Florianópolis e o Rio de Janeiro. Goiânia ficou em 9° lugar, na comparação da cidade que tem o menor preço da cesta básica, perde para Salvador e Aracaju.
Diante da variação de preços, o Procon recomenda ao consumidor a realização de pesquisas antes de adquirir qualquer produto. O órgão alerta que os valores estão sujeitos à alteração conforme a data da compra, por conta de possíveis descontos, ofertas ou promoções. O consumidor também deve ficar atento às especificações contidas nas embalagens, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.
O Procon Goiânia realizou a pesquisa de preços entre os dias 27 de janeiro a 4 de fevereiro. Foram pesquisados 29 produtos em nove supermercados, aqui da capital.
Percentual de aumento salarial corresponde ao piso nacional da educação Básica.
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CMEI educação infantil Goiânia[/caption]
O decreto que reajusta o salário dos professores da rede municipal de Goiânia, de acordo com o piso nacional da Educação Básica, foi assinado nesta sexta-feira, 7. O percentual de aumento é de 12,84%, assim o valor deve passar dos R$ 2.557,74, em 2019, para R$ 2.886,15 em 2020.
A atualização de 12,84% já havia sido projetada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) a partir de uma portaria interministerial que estabeleceu valor mínimo por aluno no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Além de atualizar a tabela de vencimentos dos professores, um segundo decreto concedeu progressão horizontal aos servidores do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos trabalhadores administrativos do município de Goiânia. O total de servidores beneficiados é de 5.241. Com a formalização, as progressões ficam regularizadas desde 2014.
“Em 2017 o prefeito exigiu que cuidássemos da Educação, com escolas reformadas, bonitas, bem cuidadas, mas também com o servidor valorizado. Não apenas estamos cumprindo a legislação como investindo na Educação de qualidade”, declarou o secretário municipal de Educação, Marcelo Ferreira Costa.
Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Goiás (Sintego), Bia de Lima, a Prefeitura de Goiânia “realmente sai na frente por ser a primeira cidade a estar anunciando o pagamento do piso”. Bia diz saber que o ano teve um percentual um pouco mais importante, mas está em acordo com o Plano Nacional que prevê aproximar o salário dos docentes aos das profissões com mesma formação.
A elevação do investimento de R$ 3.238,52 per capita para R$ 3.440,29 incide diretamente na atualização do salário inicial dos professores. A Secretaria Municipal de Educação informou que aguardava a decisão do MEC para que pudesse ser encaminhada a decisão de pagar o piso dos professores 2020.
Valores
A partir de janeiro de 2020, o piso nacional dos professores é de R$ 2.886,15 para a jornada de trabalho de 40 horas semanais ou 200 horas mensais. No caso de carga horária de 30 horas semanais ou 150 horas mensais, o valor do piso fica estabelecido em R$ 2.164,61.
Na jornada de 25 horas semanais ou 125 horas mensais, o piso terá valor de R$ 1.803,84. Por fim, na jornada de 20 horas semanais ou 100 horas mensais o valor do piso é de R$ 1.443,07.
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