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Romário Policarpo deve disputar a reeleição à presidência da Câmara

Parlamentar seria pré-candidato a deputado federal pelo Patriota nas eleições do próximo ano; prefeito teria pedido ao parlamentar para continuar à frente da presidência casa

[caption id="attachment_174123" align="alignnone" width="618"] Foto: Fernando Leite | Jornal Opção[/caption]

É quase certo que o presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo, deve disputar a reeleição a principal cadeira da mesa diretora da casa. O parlamentar pretendia concorrer a deputado federal pelo Patriota nas eleições do próximo ano.

Romário é um dos principais beneficiados com a antecipação da eleição da mesa diretoria, aprovada na semana passada pelos vereadores goianienses.

A antecipação da disputa pela mesa diretora voltou à pauta no momento que a casa está focada na aprovação de outro projeto polêmico: o novo Código Tributário Municipal.

No primeiro semestre, o grupo de Policarpo tentou avançar com a proposta, mas foi esbarrada por um grupo de vereadores até então mais afinados com o Paço, que tinha resistências ao projeto e desconfianças com o presidente da Câmara.

Como o patriota é o próximo da linha sucessória do prefeito Rogério Cruz (Republicanos), existia o receio do prefeito ficar refém do presidente da Câmara ao garantir a ele mais dois anos à frente da presidência da Câmara.

No entanto, de lá para cá, as desconfianças se dissiparam com a aprovação de projetos importantes de interesse do Paço e a conduta leal de Romário na tramitação dessas matérias.

Hoje, Romário Policarpo conta com a confiança do Paço ao ponto de o prefeito pedir ao vereador para ficar até o final de seu mandato à frente da presidência da Câmara até o final do mandato de vereador.

Há receio que com a saída de Policarpo para um mandato de deputado federal o Paço fique nas mãos do vereador Clécio Alves, atual vice-presidente da Casa e que deve ser reconduzido à função com a eleição antecipada.

Além de conquistar a confiança do Paço, o presidente da Casa conseguiu compor com 13 dos 14 vereadores que foram decisivos para derrubar a proposta de eleição antecipada no primeiro semestre.

Para isso, Romário foi habilidoso em manter as funções da mesa e comissões com os vereadores que hoje as exercem e ampliar duas vagas na mesa, uma de 4° secretário e outra de corregedor, função que já existe, mas está fora da mesa.

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De olho em 2022, vereadores antecipam votações de projetos polêmicos

Além do Código Tributário Municipal, que deve ser votado e sancionado até quinta-feira (30), parlamentares aproveitaram a discussão da matéria para aprovar mudanças dentro da casa que gerariam desgastes em 2022; o cálculo e que ao menos 25 vereadores devem disputar a eleição no ano que vem

[caption id="attachment_311521" align="alignnone" width="608"] Plenário da Câmara Municipal | Foto: Felipe Cardoso / Jornal Opção[/caption]

De olho na sucessão de 2022, os vereadores de Goiânia correm para aprovar o Código Tributário Municipal (CTM). A matéria precisa ser apreciada em segunda votação e sancionada até 30 de setembro para que possa valer a partir de janeiro do próximo ano.

E, neste caso, o calendário fiscal, de interesse do Paço, conjuga com o calendário eleitoral, de interesse dos parlamentares goianienses, que evitam discussões de projetos polêmicos em ano que grande parte dos colegas devem disputar voto.

Nos corredores casa, o cálculo é que ao menos 25 dos 35 vereadores devem disputar uma vaga a deputado estadual ou a federal no próximo ano. Um deles é o próprio presidente da Câmara, Romário Policarpo, cotado para uma vaga à Câmara Federal pelo Patriota. Pelo que foi consultado pelo Jornal Opção, apenas uma pequena quantidade de parlamentares não tem intenção alguma de se afastar da Casa Legislativa Municipal neste momento. Os que não deram certeza sobre qual cargo disputar em 2022, afirmaram estar a disposição quanto as decisões tomadas estrategicamente pelo partido para a disputa.

Além do CTM, os vereadores correram para apreciar outras mudanças polêmicos na casa, como a eleição antecipada da presidência, aumento de cargos da mesa e mudança na contratação de servidores.

A última medida flexibiliza a contratação de funcionários nos gabinetes. Hoje, há cargos e remunerações estabelecidos. Com a mudança, o vereador terá a possibilidade definir o salário de cada contratado dentro do teto de gastos, que permanece em R$ 65 mil. Ou seja, sem aumento de despesas.

No entanto, os parlamentares terão a liberdade para ampliar as nomeações de auxiliares, detalhe importante, principalmente em ano eleitoral.

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