Editorial
A geração que deixou o palco já pode ser avaliada com algum distanciamento. Foi negativa ou positiva? Há problemas? Há, mas pode se falar em grandeza também
Economistas da Fundação Getúlio Vargas afirmam que a indústria representa 15% do PIB brasileiro e que a base da economia são os serviços
Discurso do presidente da República, longe de contribuir para a redução, pode acabar colaborando para aumentar a inflação
O presidente acertou nas costuras políticas na Câmara e no Senado e sobre os yanomamis. E equivoca-se a respeito da Ucrânia e do uso do BNDES para bancar países "amigos"
Tudo indica que os eleitores da capital nem estão discutindo a questão de "!nome novo", o que querem é um gestor que faça as coisas acontecerem, um político ousado
A democracia está mostrando que tem instrumentos legais e legítimos para penalizar aqueles que advogam pela instalação de uma ditadura no Brasil
Maduro e moderado, o presidente petista é o político certo para criar uma sociedade que, sem excluir o conflito, busque o consenso para reduzir as desigualdades sociais
Professor nos Estados Unidos e na França, Miguel Lago postula que, se não se tornar inelegível, Bolsonaro pode voltar ao jogo político, como opositor a Lula e candidato em 2026
O presidente montou um ministério que é uma frente política para garantir a governabilidade junto ao Congresso. Mas o Centrão não está nada morto
Ronaldo Caiado tende a disputar a Presidência. Daniel Vilela será candidato a governador, assim como Adriana Accorsi. Ana Paula Rezende e Vanderlan Cardoso podem disputar a Prefeitura de Goiânia
O realismo e o pragmatismo mandam dizer ao país que é preciso governar com homens e mulheres reais, e não com seres imaginários, supostos donos da "pureza" absoluta
A capital contribuiu para a modernização de Goiás, mas congestionou as cidades de seu entorno e não colabora para resolver seus problemas. Sobra para Goiás
A campanha de 2024 diz mais a respeito sobre a eleição de 2026 do que se pensa. As alianças do jogo para o governo podem ser seladas a partir da disputa pelas prefeituras
Se estender as mãos aos evangélicos, aos produtores ruais e às Forças Armadas, o presidente eleito conseguirá governar o país com relativa tranquilidade
É preciso entender a fala dos brasileiros que estão nas portas dos quartéis e compreender que confrontar militares não é positivo para a democracia

