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Nos tempos de Olavo de Carvalho, saiba onde encontrar informação sobre ciência

Terraplanismo, células de fetos mortos na garrafa de Pepsi, nazismo de esquerda, cigarro faz bem, Igreja perdeu espaço para Teoria da Evolução. Em meio a tanta afirmação descabida, listamos sites que dão o devido valor ao conhecimento científico

Por que jornalista diz que mentor do governo Bolsonaro é Silvio Santos

No programa "Analistas de Poltrona", do site Poder360, Maria Rosa brinca que, ao contrário do que muitos pensam, não seria Olavo de Carvalho o mentor da gestão

Jornalista cria newsletter com principais ações semanais do governo Bolsonaro

"Brasil Real Oficial" é feita por Breno Costa, que resolveu passar um pente fino no Diário Oficial da União (DOU) e enumerar medidas que a imprensa deixou passar batido

Os 10 livros mais vendidos pela Saraiva em 2019

Com dívida de R$ 674 milhões, a livraria, que pediu recuperação judicial, tenta sobreviver no mercado

17 jornalistas brasileiros que cobrem o mundo para seguir no Twitter

Sugestões para ajudar a ficar atento ao que acontece no cenário internacional

23 jornalistas estrangeiros que cobrem o Brasil para seguir no Twitter

Vale a pena acompanhar o País sob a visão de "gringos"

Alexandre Garcia diz que não deixará jornalismo e vai escrever um livro

O diretor de Jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, relata que o profissional afiançou que vai continuar escrevendo artigos

Jair Bolsonaro, que divulga informações oficiais pelo Twitter, pode bloquear jornalistas?

Presidente eleito proibiu três profissionais do site "The Intercept Brasil" de verem os seus tuítes

Jerônimo Teixeira substitui Thaís Oyama como redator-chefe da Veja

O mestre em teoria literária soma-se a Fábio Altman, Maurício Lima e Policarpo Júnior, sob a direção de André Petry

Mark Lilla explica a razão de Platão não ter se submetido à tirania e Sartre tê-la justificado

Professor de Columbia diz que há uma tendência entre os intelectuais à filotirania da qual poucos escapam. Raymond Aron não se submeteu ao fascismo e ao comunismo

Morre Amós Oz, o israelense que não ganhou o Nobel mas deixa uma grande literatura

O Amós Oz que vai ficar, na história da literatura e dos homens, é mesmo o escritor. O militante passa — com as circunstâncias que o geraram A Academia Sueca que concede o Nobel de Literatura cometeu pelo menos dois erros nos últimos anos: não deu o prêmio a dois grandes escritores — Philip Roth, americano, e Amós Oz, israelense. Roth morreu em maio, aos 85 anos. Amós Oz morreu na sexta-feira, 28, aos 79 anos. Sua filha Fania Oz-Salsberger disse no Twitter: “Meu amado pai acabou de morrer de câncer após um rápido declínio. Ele estava dormindo tranquilo e cercado por pessoas que amava”. Amós Oz é um grande escritor, mas, nos últimos anos, ficou mais conhecido como militante político. Pacifista, advogava um Estado israelense — o que desagradava a direita de Israel — e um Estado palestino. Na sua opinião, a existência de dois Estados poderia garantir a paz entre os dois povos. Era respeitado, admirado, mas não era ouvido pelo establishment de Israel. Os que se interessam pelo militante e intelectual certamente vão ler (ou já leram) “Como Curar um Fanático: Israel e Palestina — Entre o Certo e o Certo” (Companhia das Letras, 104 páginas, tradução de Paulo Geiger) e “Mais de uma Luz — Fanatismo, Fé e Convivência no Século XXI” (Companhia das Letras, 136 páginas, tradução de Paulo Geiger). Tratam-se de ensaios polêmicos e moderados. Moderação, por sinal, é o que falta na relação conflituosa e, quase sempre, insensata entre israelenses e palestinos. Os livros são curtos, mas perspicazes. Quase miniguias para a paz, que, espera-se, um dia nascerá no Oriente Médio. Mas “Como Curar um Fanático” e “Mais de uma Luz” não são o que Amós Oz escreveu de melhor. O que vai ficar mesmo deste grande escritor é sua literatura — que não ignora a história, mas a recria por meio de sua imaginação poderosa. Vale a leitura de “Rimas da Vida e da Morte”, “Meu Michel”, “A Caixa Preta”, “Conhecer uma Mulher”, “Pantera no Porão”, “O Mesmo Mar”, “Entre Amigos”, “O Monte do Mau Conselho”, “Uma Certa Paz”, “Cenas da Vida na Aldeia” e “De Amor e Trevas” (narrativa autobiográfica). O Amós Oz que vai ficar, na história da literatura e dos homens, é mesmo o escritor. O militante passa — com as circunstâncias que o geraram.

Alexandre Garcia deixa a Globo e deve assessorar Bolsonaro

O jornalista e o presidente eleito alinham-se com o pensamento da direita política e são críticos da esquerda

A grande vingança de Roberto Marinho, da Globo, contra Adolpho Bloch, da TV Manchete

O único que poderia salvar a Manchete era Roberto Marinho. “Esperei quatro horas: ‘Dr. Roberto, eu preciso de ajuda’. ‘Adolpho, há dez anos eu estou esperando você retornar o meu telefonema. Passar bem’”

TV Anhanguera demite jornalistas e cinegrafistas

Entre os demitidos estão César Rezende, experiente comentaristas esportivo, e Karla Alves, chefe de reportagem

Vassil Oliveira deve criar espaço de mais liberdade entre a Imprensa e o governo Caiado

Agregador e equilibrado, secretário de Comunicação do governo Caiado é talhado para criar novo modelo de relacionamento entre o setor público e a mídia