Imprensa
O prosador mineiro conta histórias impagáveis do presidente Juscelino Kubitschek, de quem foi secretário de Imprensa
Jornal goiano ficará responsável por dar publicidade aos atos de 28 órgãos do Poder Executivo após ganhar concorrência por preço
Biografia escrita por Ana Cecilia Impellizieri resgata o filólogo que traduziu brasileiros para a língua húngara e se tornou brasileiro
O crítico de cinema acabou por realizar uma obra de arte, tanto no sentido cultural do trabalho de escrita, quanto no sentido espiritual
A escritora Lêda Selma afirma que a literatura do jornalista perfila “momentos inspirados no dia a dia de uma cidade interiorana”
“Demolir o prestígio dessas instituições seria tirar de milhões de picaretas a arma do crime”: é a receita do filósofo
O jornal informa que não conseguiu falar com Kennedy Trindade porque o conselheiro não tem celular
Alguns repórteres não querem mesmo sair do conforto das redações. Uma sala com ar-condicionado de fato é mais prazerosa. Escapar da chuva também é uma maravilha.
Na reportagem “Deputado pede investigação de Kennedy Trindade”, a repórter Karla Araújo conta que o deputado estadual Henrique Arantes, do MDB, cobra investigação de ligação do conselheiro do Tribunal de Contas num suposto esquema financeiro na Agência de Comunicação de Goiás (Agecom) durante o governo do PSDB. No final da matéria assinala: “O advogado de Kennedy, Edivaldo Cardoso, disse que ainda não foi notificado sobre o requerimento [de Arantes]. ‘O Popular4’ solicitou ao advogado o contato do conselheiro, mas foi informado que Kennedy não tem telefone celular”. Tudo bem?
Ora, Kennedy Trindade trabalha no Tribunal de Contas do Estado todos os dias e, como se sabe fora da redação de “O Popular”, o órgão dispõe de vários números de telefone — o que possibilita contato com qualquer um dos conselheiros. Mais: a sede do TCE fica, se muito, a dois quilômetros da sede do jornal.
“O Popular” está dizendo à sociedade que, se a pessoa não tiver celular, não será ouvida pelos repórteres?
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