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análise
O desfecho melancólico da aventura de Vanderlan e Daher

Talvez, jamais venha à tona o que se passou na mente de Daher e Vanderlan ao acreditarem que uma articulação tão atabalhoada pudesse prosperar

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Parlamento australiano discute restrição no uso de redes sociais para menores de idade; imagine isso no Brasil

A principal motivação por trás dessa concessão não é reconhecimento de que, embora as redes sociais apresentem riscos, elas também podem desempenhar um papel importante no crescimento e desenvolvimento dos jovens

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Como foram os debates do Jornal Opção, da perspectiva dos bastidores

Com a evolução dos debates, jornalistas perderam o poder de guiar as conversas, mas foram tragados para o centro do palco

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Anistia aos golpistas e impeachment no STF: um retrocesso para a democracia

Ambas as ideias são inaceitáveis e carecem de base jurídica

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O Congresso Nacional pouco se importa com as queimadas e insiste em discurso errático sobre anistia a golpistas

O Brasil tem o Congresso Nacional descompromissado com as necessidades dos mais vulneráveis, com a economia, com os Direitos Humanos, com emprego e com uma série de questões urgentes. O reacionarismo do parlamento legisla em causa própria e prioriza interesses alheios às prerrogativas basilares de deputados e senadores.

No jornalismo, é um equívoco generalizar qualquer coisa, pois todo fato tem dois lados, mas quando falamos sobre o Congresso Nacional, a generalização costuma acertar, porque poucas andorinhas não fazem verão. Irônico falar em verão, já que não temos mais inverno e o país atravessa um inferno defumado pelo que queima nas produções de soja no Sudeste e Centro-Oeste do país e da Amazônia.

Na tarde desta terça-feira, 10, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara tentou votar a anistia aos presos das manifestações que ocorreram após as eleições de 2022 enquanto o senhor Luiz Antônio apagava um incêndio na sua propriedade com uma mangueira de jardim.

A imagem foi revelada pela Globo News e foi o retrato do atual parlamento. A extrema direita organizou uma verdadeira balbúrdia a favor que quem tentou depenar a República bloqueando rodovias e depredando os prédios dos três poderes.

Para o parlamento e para a extrema-direita essa é agenda que importa. Por isso a generalização. Existem parlamentares sensatos que têm uma agenda de país e também representando suas regiões e estados, mas, infelizmente, são poucos. Ao mesmo tempo, vemos a população cooptada por um discurso de ódio onde absurdos passam com naturalidade aos ouvidos de muitos

MEIO AMBIENTE
Incêndios criminosos: ignorância ou falta de intelecto?

Goiás vive onda de incêndios criminosos. Estado registra cerca de 100 ocorrências por dia

OPINIÃO
Homens negros, criminosos ou não, já nascem condenados

Vítimas, sempre, devem estar no centro dessa discussão; elas são quem mais sofrem, e é em torno de sua proteção que as políticas públicas devem se estruturar

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As redes sociais estão corroendo o cérebro das pessoas e ninguém mais sabe pensar

O grande mal desse momento que a humanidade atravessa é que isso se espalha para todos os ambientes e o pior deles é na política, porque acaba por influenciar decisões de estado

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O crime do assédio e o roteiro de filme de terror que foi engendrado em Brasília

A desgraça recai justamente sobre o Ministério de Direitos Humanos, que deveria prezar pelo bem-estar das pessoas mais vulneráveis

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O fenômeno Marçal e a decadência da política paulistana

A que se deve à popularidade de Marçal nas pesquisas

MEIO AMBIENTE
O dia mais seco do ano em Brasília tem muito a dizer sobre o desmatamento predatório

Até 2050 haverá um volume 50% menor de água no Cerrado

Redes sociais dão apenas voz ou criação aos idiotas?

"Antissistema" e "antiestablishment" são movimentos ou indivíduos que se opõem ao status quo político, econômico ou social em vigência. Num celeiro de políticas populistas, como é o Brasil, líderes ou grupos se apresentam como representantes da "voz do povo" contra uma elite percebida como corrupta ou desconectada das necessidades da população em geral. Eles podem se manifestar tanto à esquerda quanto à direita do espectro político.

Isso porque, no final das contas, esquerda e direita são dois lados na mesma moeda dentro de um sistema corrupto e fracassado. As pessoas logo se fartam da “velha política” e da terceira idade que se traveste de nova geração. Na crise de verdade enfrentada pelo 4º poder, as redes sociais emergem como potência: dando voz a idiotas, construindo ou destruindo pessoas.

Sábio é quem usa os meios de comunicação e não se deixa ser usado por eles. Tolo é quem, em negação ao progresso, deixa de se comunicar com a massa por não entender a importância das redes sociais. A comunicação elege, mas também prende políticos. A imprensa, e também os canais digitais, são poderosos e fraco é quem os menospreza. Bolsonaro, por mais estúpido que possa parecer, não conseguiu apoio político para formar um partido. Isolado, se elegeu com o apoio massivo das redes sociais.

Espertos, os políticos do espectro à direita parecem mais atentos ao fenômeno. Surfando na onda, elegem-se Gayer’s, Ferreiras’s e Marçais. Enquanto isso, a esquerda ainda sofre para escolher um sucessor de Lula. Haddad é muito acadêmico, Boulos é extremista e Ciro é rancoroso demais. Talvez o Brasil ainda não esteja preparado para nem sequer pensar em um nome feminino.

Mas a esquerda, assim como alertou Mano Brown em 2018, tem que voltar para a base. Em 2024, seis anos depois, o espectro parece que ainda não conseguiu se reconectar com o seu público. Independente de como se apresenta o líder ou partido, o deslocamento da realidade e a polarização nada produzem de positivo. No fim das contas, a população só quer representatividade e qualidade de vida.

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Suspensão do X escancara briga de egos entre Elon Musk e Alexandre de Moraes

Plataforma foi suspensa após ameaças e troca de farpas entre bilionário e ministro

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Terra em chamas: o que é sentir na pele as transformações climáticas

O Corpo de Bombeiros de Goiás registrou 1.899 focos de incêndio florestal no estado entre janeiro e agosto deste ano. O número representa um aumento de mais de 50% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o estado, conforme os bombeiros, teve 1.223 focos de incêndio florestal. Já o painel do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) contabiliza nada menos que 2.685 focos de queimadas em Goiás ao longo de 2024, dados que colocam o estado como o 14º no país que mais registrou ocorrências desse tipo.

A sensação é de estar em um verdadeiro inferno. A maior parte das queimadas foi contabilizada justamente em agosto, mês conhecido pelo calor, secura e baixa umidade do ar. Segundo o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás, (Cimehgo), a entrada em setembro não deve representar muitas mudanças nesse quadro.

De acordo com o instituto, a primeira semana de setembro será de calor, muito calor. A onda de calor no Brasil, alerta o Cimehgo, vai influenciar as temperaturas em Goiás "entre 2 e 5 graus acima do normal para o período, com duração média de 10 dias". Quanto à umidade do ar, o nível extremamente baixo já coloca Goiás na classificação 'Emergência'. Não há para onde correr, e a sensação é de estar no meio do inferno ardente.

Não só a qualidade do ar que se respira e da terra que se trabalha, as queimadas (a maioria absoluta deles, provocada) podem impactar também no ciclo pluvial. Conforme explicado pelo gerente do Cimehgo, André Amorim, os números da última década apontam para uma queda acentuada no volume de chuvas em períodos tradicionais para precipitações, e isso não é toa.

Amorim, em entrevista recente ao Jornal Opção, detalhou que ciclos com secas extremas e períodos de chuva em excesso foram sempre uma realidade. No entanto, são justamente as alterações climáticas que têm feito com que esses fenômenos ocorram com cada vez mais intensidade e com espaço menor de tempo. Em resumo: as alterações climáticas não criaram o caos, mas o aceleraram.

Estou certo, caro leitor, que ainda na pré-escola você já ouvia da boca dos professores sobre um tal "aquecimento global" ou "transformações climáticas". Era um tema de livros de geografia e história, algo longínquo, quase inatingível. Pois bem, o que antes era tido como uma teoria que preocupava cientistas e pesquisadores, é agora uma realidade que pode ser sentida ao abrir a janela ou sair à rua.

E se não aprendemos a lidar com essas transformações pela consciência, agora aprendemos pela dor.

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Trindade completa 104 anos de emancipação dando exemplo de como aliar desenvolvimento à preservação cultural

Abençoada pelo Divino Pai Eterno, Capital da Fé é exemplo de como modernização pode caminhar lado a lado com a tradição cultural