Brasil

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Contradição
À beira da falência, Correios gastam R$ 200 milhões com “vale-peru”

Funcionários dos Correios receberão R$ 2.500 em benefício de fim de ano

Decisão do STF
STF decide que contrato de trabalho intermitente é constitucional

Modelo intermitente é considerado legal em setores com demanda sazonal

Investigação
PF prende ex-ministro general Braga Netto

O general, que foi chefe da Casa Civil e do Ministério da Defesa durante o governo de Jair Bolsonaro, teria participado de plano golpista

SAÚDE
Lula se recupera de nova cirurgia e deve ter alta nesta quinta-feira

Presidente passou por uma embolização de uma artéria como parte do protocolo da cirurgia de emergência que realizou nesta semana

Pressão política
Governo Lula precisa de R$ 1 bi por dia para quitar emendas parlamentares

Força-tarefa de ministros busca desbloquear recursos e garantir apoio político para pacotes fiscais no Congresso

Nova fase
“Militares têm que ficar nos quartéis”, afirma Maria Elizabeth Rocha, primeira mulher eleita presidente do Superior Tribunal Militar

Ministra Maria Elizabeth defende separação entre política e militarismo para preservar a democracia

OPORTUNIDADE
Ministério do Trabalho criará plataforma para atendimento ao cidadão

Plataforma oferecerá também ao Ministério do Trabalho e Emprego maior controle e segurança no atendimento, uma vez que os protocolos serão autenticados na plataforma Gov.br

Decisão do STF
Flávio Dino libera pagamento de emendas parlamentares

Liberação de pagamento de emendas parlamentares possui novas regras de transparência e limites fiscais

Cartão do INSS
Governo lança cartão que permite antecipar até R$ 150 de benefícios

Cartão Meu INSS Vale+ funcionará apenas na modalidade de crédito, sem saques

Brasil
PF sugere que Moraes tinha um general informante sobre tentativa de golpe

Ex-comandante militar do Sul, general Valério Stumpf Trindade, teria atuado junto ao ministro do STF

Fraude
Mulher que enganou Exército por 33 anos terá que devolver R$ 3,7 milhões

O Superior Tribunal Militar (STM) confirmou a condenação de Ana Lucia Umbelina Galache de Souza, que, durante 33 anos, se passou por filha de um ex-combatente da 2ª Guerra Mundial para receber uma pensão do Exército Brasileiro. A mulher foi obrigada a devolver o total de R$ 3,7 milhões, valor acumulado desde 1988 até 2022, quando a fraude foi finalmente descoberta.

Em 1986, Ana Lucia, então menor de idade, falsificou documentos e passou a se registrar como filha de seu tio-avô, um veterano da Força Expedicionária Brasileira que havia falecido em outubro daquele ano. Com o novo registro, ela obteve documentos oficiais, incluindo uma nova identidade e CPF. Com essas informações, ela se habilitou como dependente do militar para receber a pensão do Exército, a qual foi aprovada ainda em 1988.

A fraude perdurou por mais de três décadas, até que, em 2022, a mulher foi denunciada. Em seu interrogatório, Ana Lucia admitiu que não vivia com o tio-avô nem o tratava como pai, e que usava o nome dele apenas para fins de obter o benefício, enquanto utilizava seu nome verdadeiro em outras situações.

A defesa de Ana Lucia, realizada pela Defensoria Pública da União (DPU), argumentou que não havia intenção criminosa por parte dela, já que a falsificação dos documentos ocorreu quando ela ainda era menor de idade. No entanto, o STM rejeitou essa argumentação por unanimidade, entendendo que a mulher cometeu estelionato ao utilizar dois nomes e documentos diferentes para enganar a Administração Militar e obter vantagem financeira.

O julgamento, conduzido pelo ministro Odilson Sampaio Benzi, destacou que, além da fraude documental, Ana Lucia teve plena consciência de que estava enganando o Exército. A Justiça Militar também destacou que ela foi orientada por seu marido a interromper os pagamentos indevidos, mas não tomou nenhuma providência nesse sentido.

De acordo com o processo, Ana Lucia chegou a dividir a pensão fraudulenta com sua avó paterna, que teria ajudado na obtenção dos documentos falsificados. A fraude foi descoberta depois que a avó exigiu uma quantia de R$ 8 mil da neta, ameaçando revelar o esquema. Ao não receber o valor, ela procurou as autoridades, denunciando a fraude e colocando fim ao esquema.

A avó de Ana Lucia morreu em maio de 2022, antes de ser ouvida nas investigações. Após a denúncia, foi instaurada uma sindicância que resultou na suspensão dos pagamentos da pensão.

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