Bastidores

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8º Grande Encontro dos Porangatuenses celebra amizade no Clube Ferreira Pacheco

A reunião de porangatuenses ou de pessoas que moraram na cidade começa às 9 horas de sábado. Terá lançamento de livro, exposição de fotografias e quadros, show musical e churrasco

BNDES favoreceu o JBS-Friboi. É a conclusão de relatório do TCU

Grupo pediu financiamento de 600 milhões de dólares. Levou 750 milhões de dólares. O empréstimo beneficiou apenas a empresa da família Batista

Ex-integrante da CUT ficou milionário ao operar dinheiro do FI-FGTS para a Odebrecht

Delatores da Odebrecht dizem que André Luiz de Souza recebia propina para intermediar recursos do FI-FGTS e diretamente do FGTS

Morre a ex-primeira-dama Sônia Santillo, viúva de Henrique Santillo

O velório será realizado a partir de 9 horas desta segunda-feira. Quando primeira-dama, sua prioridade era habitação e distribuição de alimentos para os carentes

Paulo Garcia e Marconi Perillo conversam sobre 2018 e gestão de Iris Rezende

O petista e o tucano se aproximaram, há algum tempo, e podem caminhar juntos em 2018

Ao saber que havia sido citado na Operação Lavajato, Iris Rezende teria passado mal

Aliado conta que ao ter nome conectado a escândalo da Odebrecht, o prefeito de Goiânia ficou abalado

Municipalismo pode ser o tema dominante da campanha de 2018 em Goiás

Prefeitos dizem que os eleitores não querem saber de político falando de ética ou atacando outros políticos por causa de ética. Eles querem saber é o que os candidatos já levaram e vão levar para os municípios

9 políticos que, se indicados para a vice, fortaleceriam a campanha de José Eliton para governador

Aleandra Souza, Lêda Borges, Célio Silveira, Lúcia Vânia, Thiago Peixoto e José Vitti são nomes apontados como consistentes

Peemedebistas não apoiam Caiado para o governo e apresentam alternativas a Daniel e Maguito

Eles sugerem que Adib Elias, Ernesto Roller, José Nelto e Pedro Chaves são alternativas aos políticos que foram atingidos pela Lava Jato

PSDB, PMDB e DEM articulam frentes para bancar José Eliton, Daniel Vilela e Ronaldo Caiado

Jorcelino Braga e Eduardo Machado seguem com Caiado. Flávia Morais e Wilder Morais vão com José Eliton. Rubens Otoni e Antônio Gomide compõem com Daniel Vilela

Deputado Francisco Júnior diz que Iris Rezende é o Paulo Garcia do PMDB

O líder do PSD afirma que Goiânia está sem prefeito, funcionando, ainda que mal, no piloto automático

Deputados vão pedir a Marconi Perillo que destitua Chiquinho Oliveira da liderança do governo

O deputado não lidera e ainda tenta invadir áreas eleitorais dos próprios aliados

Heuler Cruvinel não assumiu Secretaria da Habitação para não disputar espaço com grupo de Lúcia Vânia

Ao saber que tinha de desfeudalizar a área, controlada pela senadora e pelo deputado Marcos Abrão, optou por não assumir o cargo [caption id="attachment_92472" align="aligncenter" width="620"] Heuler Cruvinel, Lúcia Vânia e Marcos Abrão | Fotos: Jornal Opção e reprodução[/caption] Ao descobrir que a área de habitação do governo de Goiás teria dois reis e uma rainha (e não da Inglaterra), Heuler Cruvinel (PSD) optou por dizer que ao vice-governador de Goiás, José Eliton, que não vai assumir a Secretaria de Habitação. Heuler Cruvinel teria poder real, não seria como uma rainha britânica, mas teria de dividi-lo com o deputado federal Marcos Abrão, do PPS, e com a senadora Lúcia Vânia, do PSB. A partir de certo momento, possivelmente, ocorreria algum conflito em termos hierárquicos. O presidente da Agehab, Luiz Stival, ligado a Abrão e Lúcia, provavelmente não acataria algumas determinações do parlamentar que representa Rio Verde. Ao perceber que, para mandar de fato na secretaria, teria de desfeudalizá-la do grupo de Lúcia Vânia, o deputado preferiu cair fora. Numa conversa com o chefe da Casa Civil, João Furtado, o deputado foi informado sobre como funcionaria a secretaria. Não gostou da divisão de poderes. Para consumo público, a explicação foi outra, mais lisonjeira, por certo. Heuler Cruvinel disse que o tempo é curto para construir 30 mil casas, pois teria de deixar o governo no fim de dezembro, porque vai disputar a reeleição. Na semana passada, Heuler Cruvinel estava conversando com alguns deputados e, de repente, saiu para telefonar. Estava com o rosto crispado. Pouco depois voltou, com ar mais tranquilo, e confidenciou que havia ligado para José Eliton para agradecer e informar que não assumiria a secretaria.

Wilder Morais articula mais nos bastidores e hoje tem mais chance de disputar a reeleição do que Lúcia Vânia

O que se comenta é que o senador do PP, por ser presente, conquistou a base governista