Bastidores
Se o Senado barrar Mendonça, as alternativas são Augusto Aras, da PGR, e Humberto Martins, ministro do STJ
Leandro Ribeiro e Dominguinhos do Cedro, que foram conhecer a gestão do emedebista, foram acompanhados por Jovair Arantes e Henrique Arantes
No segundo turno, Lula teria 45% e Bolsonaro 36%. Ciro Gomes venceria o presidente: 41% a 37%
“Não é mais uma questão de direita contra esquerda, mas de proteger a democracia”, afirma. A batalha será entre “civilização e barbárie”
Depois de 16 anos no PSOL, um dos mais qualificados deputados federais do país, Marcelo Freixo, vai se filiar ao PSB. Não por desacordo com o Partido Socialismo e Liberdade, e sim por realismo político. Para conseguir ser eleito governador do Estado, vai precisar de uma frente ampla, o que o PSB pode lhe possibilitar, mas não o PSOL. O PT também deve apoiá-lo.
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Marcelo Freixo, deputado federal: a batalha de 2022 será entre civilização e barbárie | Foto: Câmara dos Deputados[/caption]
“No PSB terei a chance de fazer uma aliança mais ampla, com partidos progressistas de centro, para enfrentar o grupo político que faliu o Rio e entranhou a corrupção no Estado”, disse Marcelo Freixo em entrevista à revista “Veja”.
Marcelo Freixo quer inclusive o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, no seu palanque. “Não é mais uma questão de direita contra esquerda, mas de proteger a democracia”, afirma. A batalha será, frisa, entre “civilização e barbárie”.
O governador do Maranhão, Flávio Dino, segundo Marcelo Freixo, deverá trocar o PC do B pelo PSB.
A tendência é que o PSB apoie Lula da Silva para presidente, num amplo projeto anti-Jair Bolsonaro, o presidente da República.
Marcelo Freixo deixa o PSOL nesta sexta-feira, 11.
Prefeito de Goianira diz que governador é municipalista e parceiro das cidades, mas sem candidato na associação
Paulo Cezar Martins admite que aliança poderá ter ao apoio de Sandro Mabel e Marconi Perillo
Cidadania é dos possíveis destinos do presidente da Câmara de Goiânia; PSB e PSD também buscam atrair o parlamentar
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Romário Policarpo, presidente da Câmara de Goiânia / Foto: Reprodução[/caption]
Romário Policarpo, presidente da Câmara de Goiânia, está a um passo de deixar o Patriota. O parlamentar tem uma boa relação com o vice-governador, Lincoln Tejota, e um dos possíveis destinos de sua vida partidária é o Cidadania. No entanto, PSB e PSD buscam atrair o parlamentar para suas fileiras.
O principal motivo do desembarque de Policarpo é a crise dentro do diretório nacional da sigla, que se estendeu à Justiça Eleitoral, com a iminente filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu grupo.
Em Goiás, com a chegada da família Bolsonaro ao Patriota – o senador Flavio Bolsonaro já ingressou na legenda – existe a expectativa que o comando estadual da sigla caia no colo de Vitor Hugo. O deputado federal foi líder do governo na Câmara e é um dos integrantes da tropa de choque bolsonarista no Congresso e no estado.
Se isso ocorrer, o projeto de Romário Policarpo para concorrer a uma das 17 vagas à Câmara Federal fica em xeque no Patriota. Vitor Hugo, que teve a menor votação entre os eleitos para deputado federal em 2018 (31.190 votos) – deve disputar a reeleição no próximo ano.
Os presidentes dos dois partidos se encontraram para discutir a política de Goiás e do Brasil para o pleito do próximo ano
Seu grupo político planeja bancar Helio de Sousa para deputado federal
Encontro foi na noite da última segunda-feira, 7. Nos bastidores, a informação é de que Sandes estaria articulando apoio na disputa ao cargo de deputado federal. A expectativa é de que Lissauer concorra na vice de Caiado

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Lissauer Vieira (PSB), se reuniu, na noite da última segunda-feira, 7, com os vereadores Sandes Júnior (PP) e Santana Gomes (PRTB). O encontro aconteceu em um restaurante nas intermediações do Parque Flamboyant, no Jardim Goiás.
Nos bastidores, a informação é de que Sandes estaria articulando apoio na disputa ao cargo de deputado federal. A expectativa é de que Lissauer concorra na vice de Caiado.
Porém, ao ser questionado sobre o encontro, Sandes disparou: “Não tinha nada a ver com política. Ele queria algumas dicas relacionadas à comunicação. A Alego está passando por mudanças e ele queria que eu o auxiliasse em como divulga-las”.
O parlamentar também foi perguntado sobre a necessidade da presença de Santana, uma vez que o assunto seria institucional. “O Santana estava em uma mesa próxima a nossa com outras pessoas. Ele se aproximou para conversar com a gente”, respondeu.
Santana Gomes, no entanto, confirmou à reportagem que a reunião foi realizada para discutir o amplo cenário político goiano. Sem dar maiores detalhes, o parlamentar esclareceu que em pauta estiveram possíveis candidaturas aos cargos de deputado estadual e federal.
Os pré-candidatos mais fortes são Adriete Elias, Daniela Carneiro Vaz, Elder Galdino e Gustavo Sebba
Pressão com componente de deslealdade não é aceita por Daniel Vilela, que bancou o emedebista para prefeito em 2016, quando o candidato de Maguito era outro
“O projeto do ex-deputado não é para fortalecer uma pessoa, e sim para fortalecer o partido e seus líderes e militantes”
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Cotado para ocupar um cargo no governo do Estado, o presidente do PSD articula montagem de chapas de deputado estadual e federal

