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Devido ao quociente eleitoral, aliança PMDB/Solidariedade pode eleger apenas três deputados federais

A aliança PMDB/DEM/Soli-dariedade precisa de pelo menos 540 mil votos para eleger três deputados federais. Não será muito fácil. O partido vai depender sobretudo de seu maior e mais consistente puxador de voto — Daniel Vilela. Se o jovem tiver 160 mil votos, Iris Araújo, 100 mil; Pedro Chaves, 110 mil; Lucas Vergílio, 110 mil ; Paulo do Valle, 40 mil; e mais uns 20 mil de outros candidatos, o somatório será de 540 mil votos . Aí a coligação fará três candidatos, possivelmente Daniel, Lucas e Pedro Chaves. Iris Araújo ficaria fora do processo. Entretanto, aliados da deputada apostam que ela será a segunda mais votada, e com um número mais expressivo, próximo de 140 mil votos. Ou até mais. A esperança do PMDB é que Daniel tenha uma votação próxima de 200 mil votos, o que poderia, aliado a uma votação maior de Iris Araújo, levar a coligação a eleger quatro deputados federais.

Sandro Mabel pode ser a próxima vítima de Iris Rezende. Quem viver, se quiser, verá

sandro mabel O deputado federal Sandro Mabel estranhou o fato de que alguns peemedebistas começam a chamá-lo de “o novo Júnior Friboi”. É que Mabel está dizendo que será candidato a prefeito de Goiânia (ou de Aparecida de Goiânia). Como Iris Rezende planeja ser candidato na capital, o deputado possivelmente terá seu tapete puxado. Mabel não tem nada de bobo, é claro, e, portanto, sabe como se comporta Iris Rezende. Porém, se for derrotado para governador, o decano do PMDB perderá força e, portanto, as chances do empresário aumentam. Mas não será fácil. Enquanto Mabel articula, abrindo conversações com o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e com o deputado estadual Daniel Vilela, entre outros, seus aliados, e em tom nada jocoso, dizem que ele é o novo “Sancho Pança” de Iris Rezende — sucedendo os Sanchos anteriores, Henrique Meirelles, Vanderlan Cardoso e Júnior Friboi.

Júnior Friboi só fez um pedido a Marconi Perillo: que o tucano detone Iris Rezende politicamente

[caption id="attachment_2855" align="alignleft" width="300"]Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção Foto: Renan Accioly / Jornal Opção[/caption] O empresário Júnior Friboi (PMDB) está assistindo a campanha eleitoral deste ano de camarote, atendendo poucos telefonemas — a maioria dos peemedebistas pede dinheiro o tempo todo, alegando que Iris Rezende só arranja dinheiro para a campanha de Iris Araújo —, e torcendo pela derrota do candidato do PMDB. Friboi orientou seus aliados para apoiar a campanha do go­vernador Marconi Perillo. Por intermédio de um de seus mais fiéis amigos, o empresário teria dito ao tucano-chefe que só tem um pedido a fazer: que ele “detone” Iris Rezende. Com Iris detonado, Friboi deve assumir o controle do PMDB para disputar o governo de Goiás em 2018. Ou até a Prefeitura de Goiânia, em 2016.

Legião estrangeira invade Senador Canedo na busca de votos para deputado estadual

Alsueres Mariano, do PSB, e Sérgio Bravo, PROS, são os candidatos de Senador Canedo para deputado estadual. Mas assistem, impotentes, a uma autêntica invasão de uma legião estrangeira. Estão pedindo votos no município, com estruturas profissionais, Eliane Pinheiro (PMN), Simeyzon Silveira (PSC, apoiado por Van­derlan Cardoso), Felisberto Ta­vares (PT), Paulo Magalhães (So­lidariedade, apoiado pelo prefeito Misael Oliveira) e Fabrício Paiva (PROS, apoiado por Júnior Fri­boi), entre outros. O principal prejudicado tende a ser Alsueres Mariano, o favorito da cidade. Aposta-se que será bem votado, mas a presença da legião estrangeira pode derrotá-lo.

Vanderlan Cardoso pode ter ludibriado Marina Silva nos casos do Marimar e das pesquisas

Um jornal goianiense esbaldou-se com a informação de que Marina Silva não quer aliança política com o governador Marconi Perillo (PSDB). A história não é bem assim. Primeiro, a candidata a presidente da República pelo PSB não é ne­nhuma Simão Bacamarte para rejeitar apoio — que, vale dizer, não lhe foi oferecido. Segundo, Vanderlan Cardoso passou-lhe uma informação falsa. O candidato do PSB a governador de Goiás ligou para a cúpula em São Paulo, disse que parte do partido estava bandeando para o lado do governador Marconi Perillo e passou uma contrainformação: estaria “colado” em Iris Rezende, praticamente empatado, e que, se Marina Silva aparecesse em Goiás, ele poderia ganhar a eleição. Diante do quadro, Marina disse que não autorizava ninguém a falar em seu nome. Na verdade, Marina Silva foi ludibriada por Vanderlan Cardoso. Primeiro, o Marimar, que apoia Marconi e Marina, é uma criação do PPS de Roberto Freire (leia-se, em Goiás, Marcos Abrão e Darlan Braz) e do PHS de Eduardo Machado, aliados viscerais do PSB desde o início. Segundo, o grupo “do” PSB que apoia Marconi Perillo saiu há algum tempo do partido. Terceiro, Vanderlan ainda está bem atrás de Iris Rezende, o segundo colocado nas pesquisas. Um grupo do PSB (supostamente bancado por Jorcelino Braga) espalhou tantos boatos sobre seu crescimento nas pesquisas internas — que nunca são divulgadas — e em trackings que muito provavelmente Vanderlan passou a acreditar em alguns.

Vecci, Peixoto, Sandes, Schreiner e Silveira em pé de guerra pelo eleitorado de Formosa

Em Formosa, há uma guerra acirrada para deputado federal. O prefeito Itamar Barreto, do PSD, apoia três candidatos: Giuseppe Vecci (o preferido, do PSDB), Thiago Peixoto (PSD) e Sandes Júnior (PP). José Mário Schreiner e Célio Silveira também colocaram o pé em Formosa. Levemente, mas puseram.  

Tormin fracassa em Luziânia. Que tal apostar em Marcelo Melo em 2016?

O prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin, havia melhorado, mas voltou a piorar. O município, está provado, é “maior” do que o integrante do PSD. Tormin dificilmente conseguirá ser reeleito. Talvez tenha chegado a hora de apostar em Marcelo Melo, do PMDB, um político moderno, de ideias arejadas. De Nova Gama, a deputada estadual Sônia Chaves (PSDB) conta com o apoio do prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin, e apoia Giuseppe Vecci para deputado federal.

Iris Rezende confidencia a peemedebistas que não teme denúncias de Carlos Cachoeira

Dois peemedebistas disseram ao Jornal Opção que Iris Rezende não está dando a mínima bola para possíveis denúncias do empresário Carlos Cachoeira. Iris teria confidenciado a um dos peemedebistas que não há nenhuma fotografia sua com Carlos Cachoeira ou com Cláudio Abreu e que ele estaria “blefando”. Iris está “pagando” para ver. Teria frisado também que expulsou Vieira, ex-Delta, aos berros do Paço Municipal. O peemedebista vai continuar citando o nome de Cachoeira. Carlos Cachoeira, se não for contido por seu advogado, que está nos processos, vai pôr a boca no trombone.

Peemedebista diz que Iris Rezende não tem agenda diária mas tem dinheiro para a reta final

Um peemedebista esteve no comitê do candidato do PMDB a governador ficou impressionado. “Iris Rezende sequer tem uma agenda diária. A desorganização é geral.” Mas ressalvou: “Pelo menos, pela primeira vez na vida, Iris Rezende está tirando dinheiro do próprio bolso para pôr na sua campanha”. O peemedebista frisa que Iris, desta vez, guardou dinheiro para a reta final. O decano do partido teria 5 milhões para os últimos dias de campanha. “Não é muito, mas, pelo menos, é alguma coisa.”

Célio Silveira é visto como “o” candidato a deputado federal do Entorno de Brasília

Inimigo visceral de Cristóvão Tormin, Célio Silveira (PSDB) é fortíssimo candidato a deputado federal, sobretudo depois da desistência de Marcelo Melo (PMDB). Ele é visto como “o” candidato do Entorno do Distrito Federal. Célio Silveira faz dobradinha com a ex-prefeita de Valparaíso Lêda Borges, candidata a deputada estadual.

Salada eleitoral do prefeito de Nova Gama: apoia Gomide, Eurípedes Júnior e Cláudio Meirelles

O prefeito de Novo Gama, Everaldo Vidal, do PPL, produziu uma verdadeira salada partidária. Ele apoia Narciso Carvalho (PPL) e Cláudio Meirelles para deputado estadual, Eurípedes Júnior (PROS) para deputado federal e Antônio Gomide (PT) para governador.  

Projeto número um da prefeita de Valparaíso é derrotar Lêda Borges para deputada estadual/Retranca: Pensando em 2016

A prefeita de Valparaíso, Lucimar Nascimento (PT), lançou três candidatos a deputado estadual. Quer eleger pelo menos, mas, sobretudo, planeja derrotar Lêda Borges. O motivo: a disputa pela prefeita em 2016. Lucimar Nascimento é candidata à reeleição e deve enfrentar exatamente Lêda Borges. Portanto, se esta for eleita deputada, fica mais forte. Se for derrotada, perde energia e prestígio político local e estadual.

Adolfo Lopes é o político-esteio de Iris Rezende e Iris Araújo no Entorno de Brasília

Candidato a deputado estadual, Adolfo Lopes, de Valparaíso, é um dos principais esteios das candidaturas de Iris Rezende, para o governo, e Iris Araújo, para deputada federal, no Entorno do Distrito Federal. Adolfo Lopes tira votos de Lêda Borges, que, apesar de certo desgaste, ainda é forte em Valparaíso.  

Luiz Carlos Attié faz jogo duplo e apoia Giuseppe Vecci e Thiago Peixoto

O prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié (PSD), apoia Giuseppe Vecci, do PSDB, e Thiago Peixoto, do PSD, para deputado federal. Para deputado estadual, Luiz Carlos Attié, que faz uma gestão considerada bisonha até pelos aliados, apoia Diego Sorgatto, de Luziânia. Sorgatto também tem o apoio do prefeito Cristóvão Tormin.  

Joaquim Roriz lança seu neto, que tem o seu nome, para confundir o eleitorado de Brasília

Joaquim Roriz Neto, filho de Jaqueline Roriz e neto do ex-governador Joaquim Roriz, é candidato a deputado federal por Brasília. Roriz Neto não entende nada de política. Porém, como sua mãe não pode ser candidato, ele foi para o sacrifício.