Por Sinésio Dioliveira

Encontramos 145 resultados
CRÔNICA
O sabiá-laranjeira contou com o apoio do escritor Jorge Amado

“Desejo manifestar meu integral apoio à campanha para que o sabiá seja definitivamente consagrado como ‘Ave Oficial do Brasil’”: texto do telegrama do romancista enviado ao ornitólogo Johan Dalgas Frisch

CRÔNICA
Ícaro de Souza, 11 anos, tem muito a ensinar ao deputado Gustavo Gayer

“Vamos criar mais faculdades, vamos criar mais instituições de ensino para formar mais imbecis.” Esta frase (infeliz até não ter mais jeito) é do deputado federal goiano Gustavo Gayer, que “fala demais por não ter nada a dizer”

CRÔNICA
“A prefeitura não quer fazer nada”

Esses oito pontos provisórios, instalados em vários setores de Goiânia para recebimento de descartes, explicita a vontade política da gestão atual em dar fim a esse problema tão sério que se arrasta há décadas. A cidade exige urgentemente a construção de mais ecopontos e também um maior engajamento ambiental das pessoas

CRÔNICA
Eis a minha mão à palmatória

No meu tempo das primeiras letras, isso na Escola Municipal Marechal Deodoro da Fonseca, em Belo Horizonte, a palmatória já tinha sido abolida; só que ainda peguei um resquício dela: a orelha de burro

CRÔNICA
Vale à pena ser bocó

Na crônica “Das vantagens de ser bobo”, Clarice Lispector diz algo que a velha paraguaia do poema de Manoel de Barros não teve olhos para enxergar: “O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem”

CRÔNICA
O bicho pegou feio para o meu lado neste carnaval

Quando adolescente, já fui arrastado por essa onda de alegria coletiva. Mas isso é explicável. Afinal, como disse Goethe, “a juventude é a embriaguez sem vinho”

CRÔNICA
Encontrei um discípulo de Celmo Celeno Porto

Celmo é o cardiologista que disse que um médico é mais perigoso que um louco, pois, conforme ele, a gente corre do segundo e se entrega ao primeiro

CRÔNICA
Uma sentimentalidade exagerada por cães e gatos

Essa fuga da normalidade certamente é o poeta Manoel de Barros, num de seus maravilhosos poemas, fugindo da vala dos fracassados, conforme a definição junguiana sobre ser normal

CRÔNICA
Dois Apolos: um deus, o outro um cachorro

“Eu não o vi chegar. Só o percebi quando ele colocou sua cabeça em meu colo e me olhou com um olhar de sofrimento, um olhar de pedido de socorro. Nunca me esquecerei desse dia”

CRÔNICA
No azul do céu de Goiânia, há pedaços de canindés

“As araras são monogâmicas, assim podem se demorar no acasalamento, já o galo, que tem muitas galinhas para cuidar, não suportaria essa rotina”, disse Bariani Ortêncio

crônica
Um menino me estendeu a mão e me levou ao Parque Mutirama

Terminada a pequena viagem de trenzinho entre árvores e inúmeros outros brinquedos, peguei meu carro e fui para casa ruminando a alegria do passeio numa das veredas onde minha infância caminhou

CRÔNICA
Prefeito, multe o meu prédio por favor

Tem sido em vão todo o trabalho que tenho em minha casa para separar o material reciclável, pois a sua destinação é o aterro sanitário de Goiânia, visto que, em meu prédio, não há uma preocupação com o destino dos resíduos gerados pelos moradores

crônica
A morte não encontrou Augusto dos Anjos morto

Para o escritor e dramaturgo Órris Soares, “só a dor possui a faculdade de aumentar, aclarando, essa manifestação imediata e poderosa de sensibilidade, enquanto a alegria, no seu rodopiar eterno de farsante, dançando ao som do pandeiro, a dispersa e anula”

crônica
As flores não vão até as borboletas

O inesperado tem esquinas mais diversas, com pedras de todos os tamanhos. A pedra maior, no entanto, é a inércia, a prostração existencial, que faz com que deixemos a vida esvair sem que suguemos o seu tutano

Crônica
O inimigo com espada é explícito; o com punhal não

Que venha a taxa do lixo. Que Sandro Mabel ponha um ponto-final nesse imbróglio matusalêmico e tire a Comurg de seu estado de zumbi