Por Raphael Bezerra
Ex-gestor destacou importância do retorno de Mendanha ao MDB
No comando do Executivo Municipal pela primeira vez, Marden Júnior tem os pés nos chão e carrega uma humildade difícil de se ver na política. Apesar de uma boa avaliação da sua gestão à frente da prefeitura de Trindade, ele aposta que ainda é cedo para cravar que será candidato à reeleição.
Ele diz que o seu projeto de reeleição "tem que ser conquistado", e que está brigando para conquistar o direito de permanecer no comando da cidade de Trindade.
Marden, no entanto, enfrenta, até o momento, apenas moinhos de vento. Não há em Trindade forças políticas que consigam destronar o jovem aguerrido e bem articulado politicamente. Ao apoiar a reeleição do governador Ronaldo Caiado (UB), ele reuniu opositores, ex-prefeitos e vereadores em um mesmo projeto político que pode culminar no seu segundo mandato.
Na última eleição, a principal cartada foi a representação das duas maiores forças da cidade, as igrejas católicas e evangélicas. Em seu palanque, o principal puxador de votos e mentor foi o ex-prefeito Jânio Darrot, com quem nutre uma amizade até os dias de hoje.
A influência do ex-prefeito, no entanto, foi se esvaziando ao longo da gestão que tomava a sua cara. Tanto na comunicação quanto nas ações, Marden colocou sua impressão digital no município e conquistou apoio da região mais afastada do centro da cidade.
As entregas na área da saúde, especialmente no tratamento responsável da Covid-19, deu fôlego para que o primeiro ano da sua gestão fosse “tranquila”, apesar das circunstâncias.
Marden conta que após a chegada das vacinas, as coisas pareciam que ficariam fáceis, mas gerir um município com cerca de 120 habitantes é tarefa para gigantes. “Depois de conseguir as vacinas, precisamos tapar os buracos, reestruturar a prefeitura e os serviços, especialmente a educação”, desabafa.
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O julgamento que trata da incorporação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) foi retomado hoje, sexta-feira, dia 19. Segundo a convenção, os empregadores são obrigados a justificar as demissões de seus funcionários. Esse debate já se arrasta há mais de 25 anos, pois os empregadores temem que a convenção limite as demissões.
O Supremo Tribunal Federal (STF) precisa analisar duas ações: a ADI 1625 e a ADC 39. No entanto, apenas a ADI está agendada para julgamento, o que pode levar à suspensão da análise para evitar decisões conflitantes sobre o mesmo assunto, de acordo com analistas.
A ação discute a validade da denúncia da Convenção 158 da OIT feita pelo então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na época, o presidente afirmou que o Brasil não aplicaria mais a convenção, mesmo após a ratificação pelo Congresso Nacional por meio do Decreto 2.100/1996. No entanto, ele excluiu a convenção do ordenamento jurídico brasileiro sem a anuência do Congresso. Por isso, o assunto chegou ao Supremo, pois, segundo a Constituição Federal, a denúncia de um tratado internacional está sujeita à participação do Congresso Nacional.
A motivação para a demissão pode ser questões financeiras da empresa ou mau desempenho do funcionário, por exemplo. Por outro lado, associações trabalhistas argumentam que a Convenção da OIT não impede demissões, apenas condiciona os motivos e oferece mais segurança aos trabalhadores.
O artigo 4º da convenção estabelece: "Não se dará término à relação de trabalho de um trabalhador, a menos que exista para isso uma causa justificada relacionada com sua capacidade ou seu comportamento, ou baseada nas necessidades de funcionamento da empresa, estabelecimento ou serviço".
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O encontro entre Pedro Ramos Sales, titular da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), e a filha de Iris Rezende, Ana Paula Rezende, esquentou os bastidores da política goiana. Se for disputar o Paço em 2024 pelo MDB, Ana Paula terá o apoio do União Brasil e do governador Ronaldo Caiado (UB).
“Hoje tive a honra e a oportunidade de conhecer Ana Paula Rezende e registrar minha admiração pelo saudoso Iris Rezende, que nos deixou fisicamente, mas permanece na rotina de quem dedica-se ao estudo e aprendizado diário das obras que buscaram consolidar parte de seu legado”, comentou.
Cotada para disputar a prefeitura de Goiânia no ano que vem, Ana Paula tem ampliado sua agenda de encontros com secretários, políticos e formadores de opinião. Apesar da indefinição sobre a disputa, o capital político da principal liderança de Goiânia compõe o tabuleiro das eleições no ano que vem.
Pedro Sales também está cotado para disputar a prefeitura em 2024, seja como cabeça de chapa ou vice-prefeito de Ana Paula. Um dos principais aliados de Caiado, Pedro tem perfil técnico e é considerado um verdadeiro workaholic.
A medida visa atender pedidos de parlamentares e lidar com disputas internas na estatal

