Por Raphael Bezerra
O Partido Liberal enfrenta duas representações por descumprimento da cota de gênero
Documento vai nortear decisões estratégicas para tornar o trânsito e o acesso a oportunidades mais eficaz, sustentável e democrático
Ação ocorreu na BR-452, em Itumbiara, carga era transportada por um idoso
O senador Jorge Kajuru (PSB) e o governador Ronaldo Caiado (UB) participam nesta terça-feira, 30, de uma audiência com o ministro dos Transportes Renan Filho. Na pauta, está a melhoria da malha rodoviária com o objetivo de aprimorar o escoamento das safras goianas e a melhoria no trânsito da Região Metropolitana.
“As demandas são fruto dos anseios de nossos gestores municipais, que querem desembaraçar os problemas logísticos que afligem nossos cidadãos”, diz Kajuru. Em Valparaíso de Goiás, a demanda envolve a celebração de convênio entre o DNIT e a prefeitura para a construção do viaduto de acesso ao município na BR-040. Os recursos já foram garantidos por meio de emenda de Bancada, o que demonstra a importância do empreendimento para a região do entorno do Distrito Federal.
Já Rio Verde solicita a duplicação da BR-452, entre o município e Itumbiara, a construção do Anel Viário da BR-060 a BR-452, a aprovação dos projetos de ampliação de dois túneis no perímetro urbano da BR-060, a serem executados com recursos do município, e a construção de passarelas para pedestres no perímetro urbano da BR- 060 em Rio Verde.
A possibilidade da construção de um novo traçado da BR-153, rota de ligação entre Goiânia e Aparecida de Goiânia, entrará na pauta.
“Essa é uma ação que irá desafogar o intenso tráfego de veículos que assola a Região Metropolitana de Goiânia. Isso vai favorecer a logística para o escoamento dos nossos produtos para o resto do país e o exterior”, explica Kajuru.
As melhorias do transporte do Entorno do Distrito Federal, uma pauta defendida pelo senador, fará parte das discussões, em especial o BRT que liga Santa Maria (DF) a Luziânia (GO).
O secretária de Estado da Infraestrutura, Pedro Sales e o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes, Lucas Vissoto, também participam da reunião.
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Programa de cirurgias eletivas em Goiás deve atender 10 mil pacientes na primeira fase e terá investimento de R$ 40 milhões. A campanha será lançada nesta terça-feira, 30, pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) em parceria com o Conselho das secretarias municipais de saúde, secretaria de saúde de Aparecida de Goiânia e Associação dos Hospitais Privados de Goiás.
O Programa do Ministério da Saúde em Goiás terá investimento de R$ 20 milhões, além de R$ 20 milhões do Estado como complemento. Já nesta terça-feira, pacientes triados e preparados, serão operados na modalidade de cirurgia geral no hospital.
Ao todo, 42 municípios devem executar as cirurgias da população dos 246 municípios goianos. As cirurgias serão realizadas em 68 hospitais privados conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo que as unidades estaduais com perfil de atendimento em média e alta complexidade tenham capacidade para ampliar a oferta de procedimentos ortopédicos.
Dentro do programa, serão realizadas cirurgias gerais, ginecológicas, oftalmológicas e otorrinolaringológicas, com a expectativa de atender até 10 mil cirurgias na primeira fase.
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Um policial militar goiano conseguiu a promoção para Coronel por ato de bravura em virtude da atuação no acidente radioativo do Césio 137. A progressão na carreira veio por um Mandado de Segurança emitido pela 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).
Na peça, os advogados de defesa do militar, Paulo Sérgio Pereira da Silva e Rayff Machado de Freitas Matos, alegaram que ele já havia recebido duas promoções administrativas, primeiro a Major (por tempo de serviço) e a Tenente Coronel (por passagem à reserva).
O Tribunal determinou a revogação do Decreto que diminuiu a patente do policial para ordenar a promoção ao posto imediato em que se encontrava, ou seja, ao de Coronel. Segundo a decisão, o policial não poderia retroceder à patente inferior se à época do cumprimento da ordem o policial já ocupava patente superior que a promoção.
Caso piloto
Em setembro de 1987, o policial militar foi destacado para o policiamento do evento do Césio 137. Ele integrava o Curso de Formação de Sargentos na Academia de Polícia Militar. Ao requerer a promoção à corporação, a Comissão de Promoção de Oficiais reconheceu sua atuação, mas indeferiu o pedido sob o argumento de que ele “não tinha ciência do risco e se manteve à distância da radiação.”
Césio 137 foi um dos maiores acidentes radiológicos do mundo

O acidente com o Césio 137 em Goiânia, ocorrido em setembro de 1987, marcou profundamente a história da cidade e do Brasil. Esse incidente é considerado um dos maiores acidentes radiológicos do mundo fora de um ambiente controlado.
Tudo começou quando um aparelho de radioterapia abandonado foi encontrado em um antigo Instituto Goiano de Radioterapia, localizado no centro de Goiânia. Roberto dos Santos Alves e Wagner Mota Pereira, ambos catadores de sucata, acharam que o objeto de metal brilhante era valioso e decidiram vendê-lo.
Ao abrirem o aparelho, eles se depararam com um pó azul luminoso, que continha o isótopo radioativo Césio 137 altamente perigoso. Curiosos, eles mostraram o material a parentes e amigos, espalhando inadvertidamente a contaminação.
A radiação liberada pelo Césio 137 causou diversos problemas de saúde nas pessoas expostas. Muitos foram atraídos pela curiosidade e se aproximaram do material radioativo sem a devida proteção. A contaminação ocorreu por meio da inalação, ingestão e contato direto com o pó radioativo.

Várias pessoas apresentaram sintomas graves, como náuseas, vômitos, diarreia e queda de cabelo. Ao longo dos dias seguintes, o número de vítimas aumentou consideravelmente, e medidas de emergência foram tomadas para controlar a situação.
As autoridades locais e nacionais mobilizaram equipes de saúde e segurança para conter a contaminação. Áreas afetadas foram isoladas, e pessoas contaminadas foram removidas para tratamento médico especializado. Além disso, foi necessário descontaminar residências, prédios e espaços públicos contaminados.
O acidente do Césio 137 teve um impacto significativo na população de Goiânia. Várias pessoas perderam suas vidas devido à exposição à radiação, e muitas outras sofreram com problemas de saúde a longo prazo. O incidente despertou uma preocupação nacional e internacional sobre a segurança no manuseio e descarte adequado de materiais radioativos.

