Por Euler de França Belém

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Livro conta a vida de José Hamilton Ribeiro, um dos repórteres mais notáveis do Brasil

[caption id="attachment_44644" align="alignright" width="300"]José Hamilton Ribeiro: perdeu parte de uma perna no Vietnã, mas continuou descobrindo e contando o Brasil José Hamilton Ribeiro: perdeu parte de uma perna no Vietnã, mas continuou descobrindo e contando o Brasil[/caption] Jornalista é assim: adora ser repórter; mas, para ganhar um pouco mais, aceita cargo de editor (como se sabe, só há uma profissão em jornalismo: a de repórter; editor é cargo). O problema é que, quando se torna editor, deixa de ser repórter, quer dizer, jornalista; vira uma espécie de “gestor” e, burocrata, vai perdendo contato com a profissão, por isso irrita tanto os repórteres. José Hamilton Ribeiro é um dos poucos jornalistas brasileiros que, com 80 anos e 60 de profissão, prefere continuar como repórter — dos melhores, por sinal. José Hamilton Ribeiro ficou mais conhecido porque perdeu parte da perna esquerda ao fazer a cobertura da Guerra do Vietnã. Ele pisou numa mina. Aí acabou se tornando capa da revista na qual trabalhava, a “Realidade”, da Editora Abril. Na biografia (que ainda não li) “José Hamilton Ribeiro — O Jornalista Mais Premiado do Brasil” (Eko Gráfica, 260 páginas), do jornalista Arnon Gomes vai além da história do Vietnã, até porque sua vida profissional continua; é repórter do “Globo Rural”. Ao compor a biografia, Arnon Gomes perguntou a José Hamilton Ribeiro — a história está no Portal Imprensa — qual é sua reportagem mais marcante. Embora ganhador de sete prêmios Esso, o experimentado repórter não citou nenhum de seus textos mais celebrados, e sim “Coronel não morre”, a história do fazendeiro Chico Heráclio, de Limoeiro, em Pernambuco. Na quarta-feira, 2, na Série Repórter, organizada por Eliane Brum, Ricardo Kotscho, outro repórter notável, sugeriu que a reportagem está morrendo. José Hamilton Ribeiro admitiu que os jornais não abrem mais espaço para as grandes reportagens. Ele mencionou como exceções as revistas “Piauí” e “Brasileiros”. José Hamilton apresentou sua “fórmula da reportagem”: GR=[(BC + BF)] x [(T x T)n]. Ou seja, uma grande reportagem (GR) depende de um bom começo (BC) unido a um bom final (BF), combinado com trabalho (T) e talento (T), potencializados com a energia necessária (N).

Grupo Globo demite mais de 40 jornalistas, entre eles Cora Rónai e Marceu Vieira

[caption id="attachment_44636" align="aligncenter" width="620"]Cora Rónai e Marceu Vieira: vítimas da recessão do Globo | Fotos: reprodução / internet Cora Rónai e Marceu Vieira: vítimas da recessão do Globo | Fotos: reprodução / internet[/caption] O Grupo Globo vai demitir cerca de 300 funcionários (em janeiro mais de 100 já haviam perdido o emprego). Na lista estão 40 jornalistas, já afastados. Entre os jornalistas demitidos estão quadros competentes (são repórteres, editores, fotógrafos, designers, correspondentes no exterior e colunistas; alguns se tornarão pessoas jurídicas): Pedro Dória, Marceu Vieira (da coluna de Ancelmo Gois), George Vidor, Cora Rónai, Arnaldo Bloch, Helena Celestino, Mario Sergio Conti, Flávia Oliveira, Sérgio Ramalho, Ana Cláudia Costa, Bruno Amorim, Renata Malkes, Luísa Xavier, Débora Ghivelder, Luciana Froes, Aydano André Motta, Manya Millen, Maurício Fonseca, Pedro Motta Gueros, Allan Caldas, Hudson Pontes, Guilherme Leporace e Marcelo Piu, Márcio Coutinho, Maraca, Valquíria Daher, Adriana Oliveira, Bolívar Torres, Germano Oliveira, Tatiana Farah, Lino Rodrigues, Isabel De Luca, Fernando Eichenberg. O “Extra”, também do grupo, demitiu o editor de Economia, Clóvis Saint-Clair. Os suplementos “Revista da TV” e “Prosa” foram extintos. “O Globo” e o “Extra” também ficarão menores na área digital. Os motivos das demissões são, dada a crise, com a redução de publicidade, contenção de despesas e reestruturação dos jornais. Como notou o Portal dos Jornalistas, no domingo, 30, “O Globo” deu um destaque imenso à recessão, com título garrafal na primeira página, mas não mencionou, em nenhum espaço, que é uma de suas vítimas.

Cosac Naify lança contos completos de Liev Tolstói. Tradução é de Rubens Figueiredo

A Cosac Naify é responsável por um dos grandes lançamentos do ano. Em três volumes, com tradução (direta do russo) de Rubens Figueiredo, a editora publica, este mês, os “Contos Completos” (2080 páginas) de Liev Tolstói. Há autores que são grandes romancistas e contistas do segundo time. Há escritores que são ótimos contistas e romancistas de segunda linha. Não é o caso de Tolstói, que, no romance ou no conto, mantinha a qualidade num patamar de um “deus pagão”. A Cosac publicou também os romances “Anna Kariênina” e “Guerra e Paz”, as duas obras mais importantes do maior escritor russo, ao lado de Púchkin. As traduções são de Rubens Figueiredo.

Programação da Net sai do ar, demora a voltar e empresa atende mal seus clientes

NET-LOGO “Quem tem Net não tem programação de televisão em casa.” Esta poderia ser a propaganda da Net em Goiânia. As pessoas estão assistindo um filme e, de repente, perde-se o sinal. Quem tem paciência liga para a sede da empresa e uma gravação “informa” que o problema será resolvido apenas depois das 22 horas. O problema às vezes é resolvido após as 22 horas. Funcionários da empresa, em off, sugerem que os cabos da Net são muito velhos e precisam ser trocados, mas que falta dinheiro no caixa para a reformulação de suas linhas. No Setor Bueno, onde a Net vem sendo sistematicamente trocada pelo SKY — que sai do ar quando chove —, os clientes da empresa, embora não conformados, estão cansados de reclamar. O governo federal, com suas agências inoperantes, nada faz. O fato é que a Net não teme ninguém — muito menos seus clientes.

A morte de Aylan Kurdi sugere que a Europa, que explorou Ásia e África, precisa acolher os imigrantes

A morte do menino de 3 anos, que chocou o mundo, indica que a Europa deve criar uma política humanitária para receber aqueles que escapam de países africanos e asiátic

Morre Joel Rufino dos Santos, que usou a história para escrever ficção, diz Alberto da Costa e Silva

O escritor e historiador tinha 74 anos. Na ditadura, militou na Ação Libertadora Nacional (ALN)

Advogado do Pará morre em Goiânia durante I Olimpíada da OAB

Wandercley Raimundo da Silva Oliveira tinha 52 anos e deixa mulher e dois filhos

Ator e humorista Paulo Gustavo vai se casar com o médico Thales Bretas. Em dezembro deste ano

Apaixonados, a estrela de “Minha Mãe é Uma Peça” e o dermatologista vão organizar uma festa para 500 convidados

Prefeitos defendem Marconi para presidente da República

Políticos de Caiapônia e Palestina aproveitaram entrega de obras de rodovias para agradecer ao governador, considerado "republicano"

OAB-Goiás: Alan Ribeiro critica decisão de Enil Henrique e hipoteca apoio a Flávio Buonaduce

Fica-se com a impressão de que o presidente Enil Henrique está ficando sozinho ou perdendo o apoio das figuras mais expressivas

Psiquiatra apontado como “racista” é condenado pela Justiça do DF a pagar indenização de 50 mil reais

Heverton Octacílio de Campos Menezes disse que Marina Serafim dos Reis “deveria estar na África cuidando de orangotangos”

O Popular planeja demitir mais cinco jornalistas e contratar dez estagiários

O Grupo Jaime Câmara quer "atravessar" a crise com uma folha salarial enxuta

Superdotada de 13 anos forma-se em psicologia, está fazendo mestrado e já pensa no doutorado

Dafne Anaya aprendeu a ler e a escrever sozinha quando tinha pouco mais de 2 anos

Pré-candidato a prefeito estaria recebendo 20 mil reais por mês de nove empresários. Em Shangri-la?

Na lista dos financiadores estaria um empresário que é acusado de mandar matar um jovem

Lúcio Flávio banca Talmon Pinheiro Lima para o comando da OAB de Anápolis

Talmon Pinheiro Lima foi lançado pré-candidato a presidente da OAB de Anápolis. Aliado de Lúcio Flávio Paiva, pré-candidato a presidente da OAB-Goiás, Talmon Pinheiro é um advogado competente e com forte e consistente presença nas redes sociais. Talmon integra o grupo que faz oposição à OAB Forte e também ao grupo do presidente da OAB-Goiás, Enil Henrique.