Por Euler de França Belém
O leitor Paulo de Oliveira, professor, envia cópia da nota “Fora da disputa pelo Paço, Jayme coordenará formação de chapa”, publicada na coluna “Giro” (“O Popular”, terça-feira, 26), editada pelo repórter Caio Henrique Salgado: “O presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, foi convidado pelo governador Marconi Perillo e pelo presidente do PSDB em Goiânia, Rafael Lousa, para coordenar a formação da chapa de candidatos a vereadores tucanos”. “A frase que causa estranhamento é ‘a formação da chapa de candidatos a vereadores’. Não seria candidatos a vereador?”, pergunta Paulo de Oliveira. O leitor perguntou e respondeu, com acerto: trata-se de uma chapa de candidatos a vereador e não de uma “chapa de candidatos a vereadores”.
Os jornais de Goiás estão na internet, mas é como se não estivessem. Os repórteres escrevem: “O governador Marconi Perillo” e “o prefeito Paulo Garcia”. Como os jornais são lidos nos demais Estados e até em outros países, é preciso identificá-los com mais precisão: “O governador de Goiás, Marconi Perillo” e “o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia”.
No sábado, 23, “O Popular” anuncia na capa: “Aluno da rede pública passa em 6º na UFG”. A manchete da página 8 complementa: “Sisu — Aluno da escola pública é aprovado em 6º lugar na UFG”. Mas a reportagem não cumpre com precisão o que anuncia nos dois títulos. A história de Moisés Alves de Almeida Filho é apenas levemente enunciada para, logo depois, ser esquecida. O jornal não publica sequer um fotografia do garoto, nem sua idade.
Ficamos sabendo que Moisés Filho estudou numa escola pública — o “Colégio Estadual Jardim Europa desde o 6º ano” — e que vai estudar Medicina. Nunca estudou em escola particular e pertence a uma família pobre (o repórter prefere o termo da moda, “carente”). Sem explicar a razão, a repórter Géssica Veloso, estagiária, diz que não conseguiu falar com o estudante. Parece ter ouvido “colegas” e “professores”, mas nenhum deles merece qualquer menção. A jornalista assinala que “foco e determinação são algumas das qualidades” de Moisés Filho. Pois foco e determinação são exatamente aquilo que falta à reportagem de “O Popular”.
Acrescente-se que, como não fez a reportagem, apenas anunciou que iria fazer, “O Popular” passou uma ótima pauta aos demais jornais. A história do garoto Moisés Filho está à espera de repórteres que tenham o mínimo de determinação. Porque não foi (e merece ser) devidamente contada.
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Deputado federal Giuseppe Vecci e o vice-governador de Goiás, José Eliton | Foto: Divulgação[/caption]
Pensava-se que na periferia de Goiânia, o principal pré-candidato do PSDB a prefeito, o deputado federal Giuseppe Vecci, ficaria desconcertado, dado o seu ar prussiano. Lego engano. Ele conversa com todo mundo, ouve os eleitores com cuidado e apresenta suas ideias com clareza.
Tucanos experimentados dizem que, curiosamente, os eleitores estão gostando da conversa direta e sem salamaleques de Giuseppe Vecci. Mas há quem avalie que, às vezes, precisa ser menos técnico e mais político.
As bases dizem que Giuseppe Vecci é um candidato que tem a cara moderna de Goiânia e, por isso, fortalece o partido. É o oposto do populismo caboclo de Iris Rezende.
Investimentos em redações na Austrália e nos Estados Unidos e um site gigante, além da escassez de anúncios, provocaram a crise do respeitado jornal
O IBGE vai contratar, em caráter temporário, 16 jornalistas para trabalhar no Censo Agropecuário de 2016.
A Cesgranrio vai organizar a seleção dos jornalistas. As inscrições podem ser feitas de 26 de janeiro a 22 de fevereiro pelo site www.desgranrio.org.br.
As vagas foram reservadas para cidades de 12 Estados — Salvador (1), Fortaleza (1), Goiânia (1), São Luís (1), Belo Horizonte (1), Belém (1), Recife (1), Curitiba (1), Rio de Janeiro (5), Porto Alegre (1), Florianópolis (1) e São Paulo.
Os aprovados vão receber salário de R$ 7.166,00 — além de auxílio-alimentação, auxílio transporte, férias e 13º.
Os jornalistas poderão permanecer no IBGE por “até 31 meses”.
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Fabrício Werdum desistiu de lutar contra Stipe Miocic porque está machucado e porque o MMA é esporte e negócio

