Por Euler de França Belém
Fernando Krebs não aprova quando dizem que foi o responsável pelo fim do Simve. Mas até seus aliados e policiais asseguram que o promotor de justiça detonou o Simve.
O Adress Hotel, na Avenida República do Líbano, no Setor Oeste, se tornou a “república” de políticos ativos e aposentados — alguns deles separados ou divorciados. Moram lá, provisoriamente ou não, o deputado federal Jovair Arantes, o conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Sebastião Caroço Monteiro, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Edson Ferrari e o ex-secretário da Indústria e Comércio Benjamin Beze Júnior.
O secretário das Cidades e Meio Ambiente dialoga com o arcebispo de Goiânia, d. Washington Cruz
Se quiser disputar a Prefeitura de Goiânia, o parlamentar pode aproveitar a janela partidária e escolher entre dois partidos
O deputado estadual Virmondes Cruvinel trabalhou, em tempo integral, para ser o candidato do PSD a prefeito de Goiânia. Mas o partido optou por bancar o deputado Francisco Júnior.
O resultado é que, sabendo de sua insatisfação, pelo menos dois partidos chegaram a sondá-lo sobre uma possível saída do PSD. O PTN chegou a oferecer a legenda para Virmondes Cruvinel disputar a Prefeitura de Goiânia.
O deputado federal Alexandre Baldy deve conversar com Virmondes Cruvinel. O parlamentar é do PSDB, mas tem fortes ligações com o PTN.
O presidente do PSD em Goiás, Vilmar Rocha, quer manter Virmondes Cruvinel nos quadros do partido. Por considerá-lo um político qualitativo.
(Na foto: Virmondes Cruvinel, Célio Silveira, Heuler Cruvinel e Alexandre Baldy)
As ruas estão sujas, esburacadas e encardidas. O poder público não troca as lâmpadas queimadas. O lixo se tornou o imperador das ruas
O cidadão está indignado com a Corruptobrás criada pelo PT. Mas também aprecia rir do petistas que estão caindo em desgraça
O mestre pela Sorbonne vai se submeter a uma operação num dos joelhos
O criador de Narizinho e Pedrinho avalia que, da Papuda, Zé Dirceu cansou-se de Lula Papudo da Silva. O autor de “Sagarana” é mais econômico: o vice-rei do mensalão teria dito: “É nóis!”
Coluna de jornal do Grupo Globo publica a informação, mas não esclarece se há a possibilidade de algum despiste
Contra o humor não se pode mover nenhuma guerra. Porque sempre será uma guerra perdida
A qualidade da fotografia não é das melhores e Lula parece meio escondido, no banco de trás, mas o Brasil sabe que um ex-presidente está sendo levado para depor
Tido como uma espécie de irmão afetivo de Lula da Silva, o senador do Mato Grosso do Sul pode detonar o ex-presidente e a presidente Dilma Rousseff
O comentário geral em Brasília e em São Paulo é que Delcídio do Amaral, que era visto como uma espécie de “irmão” e consiglieri dos petistas-chefes — o ex-presidente Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff —, pode se tornar o Pedro Collor do Lulopetismo.
Na década de 1990, uma entrevista explosiva de Pedro Collor à revista “Veja” acabou por enterrar as chances de seu irmão, Fernando Collor, permanecer na Presidência da República. As entrevistas de Pedro Collor e de Eriberto França (à revista “IstoÉ”) foram o que se pode chamar de “pá de cal”. Logo depois, o collorido das Alagoas sofreu impeachment.
Delcídio do Amaral é o homem que sabe demais e que não disse tudo, talvez nem 30%, sobre os malfeitos da República Petista (pode sobrar até para os tucanos). Mas o que disse já abalou e vai abalar ainda mais os petistas Dilma Rousseff e Lula da Silva. O espectro do impeachment volta à cena, para o PT, não mais como farsa, e sim como tragédia. A República Petista está ruindo — e, agora, o “inimigo” é interno (ou era interno), quer dizer, um petista é que está dizendo que o reino está podre.
Até o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, se tornou café pequeno depois das palavras candentes e bem informadas de Delcídio Amaral. Petistas, sobretudo em blogs "simpáticos", anabolizam as denúncias contra o parlamentar peemedebistas.
Curiosamente, até o porte físico e o cabelo de Delcídio do Amaral e Pedro Collor são parecidos.
A defesa do senador negou que ele tenha feito delação premiada porque o acordo exige confidencialidade
É primeira vez na história do Brasil que um ex-presidente é levado para depor sob condução coercitiva
Condenado pela Justiça, réu confesso de vários assassinatos, Thiago Henrique deve ser designado pelo que é: um assassino em série. Flaubert diria: "suposto" está fora do lugar

