Por Euler de França Belém
Meios de comunicação tratam movimentos sociais como luvas de pelica... até se tornarem vítimas
Cati Rott tinha mais duas filhas. Faleceu, aos 36 anos, de uma embolia pulmonar. Joey Rott está cuidando de cinco filhos com o apoio da comunidade
Se quisessem, integrantes do Conselho da OAB-RJ não teriam incluído Marianna Fux na lista sêxtupla. Culpar Luiz Fernando Pezão e os desembargadores talvez agrade mais a malta
O executivo alterou o olho mágico do quarto da jornalista, filmou-a andando nua e depois postou as imagens na internet
O sargento da Polícia Militar Júlio César da Silva matou o motorista Fábio Aguiar. As cenas do vídeo são muito fortes
“Peço a graça de pisar na cabeça da serpente. De todas as víboras que insistem e persistem em nossas vidas. Daqueles que se autodenominam jararacas”
“Um projeto editorial não se opera da noite para o dia. Não é uma aventura como deixam entrever as viagens livrescas”, afirma o brilhante editor
A Força Aérea Brasileira diz que não há registro de feridos
Dono de uma empresa de seguros, o tucano Pedro João Fernandes tem experiência nos setores público e privado
O deputado federal diz que estava bem nas pesquisas, que Fernando Cunha tem o seu apoio para a disputa
Numa reunião com aliados, o ex-prefeito diz que, se ficar motivado, pode disputar a eleição de 2 de outubro
Livro expõe a história do mais bem sucedido padre brasileiro, em termos de comunicação de massa, apresenta sua opinião sobre homossexualidade e casamento gay e revela que teve quatro namoradas
O Facebook finge que defende seus usuários, mas está defendendo seus próprios negócios
O Portal dos Jornalistas menciona empresário do Tocantins que estaria lavando dinheiro com o site
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Iris Rezende e Waldir Soares podem sair na frente e serem atropelados por candidatos com discursos mais modernos para dinamizar Goiânia[/caption]
Eleição é uma caixinha de surpresa? Pesquisas qualitativas e quantitativas permitem mapear quadros políticos, mas as eleições são definidas na campanha. O eleitorado, cada vez mais maduro, não se preocupa tanto com candidatos que saem na frente, disparados, e são logo apontados como praticamente eleitos por seus aliados e, até, pela imprensa. O eleitorado examina, durante a campanha — raramente antes, exceto os eleitores mais politizados —, duas coisas: os projetos dos candidatos e, também, os próprios candidatos. De nada adianta um plano excelente se o candidato não convence o eleitor de que tem condições técnicas de colocá-lo em prática. Pela exposição, pela clareza (ou não) de raciocínio, o eleitor percebe a qualidade técnica e a energia, pessoal e política, do candidato. De cara, descarta candidatos que apresentam mal suas ideias, porque fica parecendo que as ideias não são deles, e sim de marqueteiros.
Em suma, o candidato e seu projeto precisam ser críveis para o eleitor. Detalhe: o eleitor tende a descartar de bate-pronto, sem dar-lhe uma segunda chance, o candidato que começa mal, mostrando fragilidades de conteúdo e sugerindo que está tentando ludibriá-lo. A partir do que se disse, é aceitável que Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Delegado Soares, do PR, já estão praticamente no segundo turno, mesmo sem campanha? De maneira alguma. Na verdade, o quadro está inteiramente aberto. E o eleitor de Goiânia tende a surpreender, mas por vezes repete um padrão: entre um candidato populista, ao estilo de Iris Rezende e Waldir Soares, e um candidato gestor, ao estilo de Giuseppe Vecci, Vanderlan Soares, Adriana Accorsi, Francisco Júnior e Luiz Bittencourt — se estes conseguirem mostrar que têm credibilidade —, pode ficar com o segundo tipo.

