Por Euler de França Belém

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Ministério da Defesa cassa medalha concedida a José Genoíno e a Valdemar Costa Neto

Portaria foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira. A medalha havia sido concedida por Nelson Jobim

Três doleiros operaram o esquema para Joesley Batista, da JBS, pagar propinas a políticos

O diretor da JBS, Demilton Castro, articulou a operação com o apoio de dois doleiros uruguaios e um de São Paulo

Helio Telho diz que delatores podem até perder benefícios mas deixam provas da corrupção

“Se os colaboradores esconderem crimes e esses delitos vierem à tona depois (pela boca de novos colaboradores), eles também perdem os benefícios e o MPF continua podendo usar as provas”

“Nova” Veja “demitiu” o “velho” Reynaldo Azevedo porque não falam mais a mesma língua

Afastamento tem a ver com a conversa do articulista e Andrea Neves, na qual sugere que reportagem sobre Aécio Neves é nojenta, mas este pode ter sido só o motivo imediato

Assessor de Joesley Batista diz que jornalista extorquia JBS. Não apresenta provas. Veja o vídeo

Cláudio Humberto ainda não se defendeu, mas Ricardo Saud disse que não havia contrato entre a JBS e o jornalista

Pio Vargas: um beat no Olimpo 

O poeta, que morreu aos 26, em 1991, teve sua obra (quase) completa reunida em livro

Eliane Cantanhêde diz que não tem embolia pulmonar, e sim uma gripe “poderosa”

A comentarista da Globo News e colunista do Estadão conta que passou a segunda-feira num pronto-socorro

Morre o jornalista Reynaldo Rocha, ex-editor-chefe do jornal O Popular

Um dos profissionais mais respeitados da imprensa de Goiás, Rey morreu de insuficiência respiratória O jornalista Reynaldo Rocha morreu na segunda-feira, 22, de insuficiência respiratória. Ele tinha 73 anos. Reynaldo Rocha, que amigos e subordinados chamavam de Rey, foi editor-chefe de O Popular por mais de duas décadas. Na redação, destacava-se por ser um chefe competente e, como jornalista, sempre muito bem informado. Ele é irmão do jornalista Hélio Rocha e Ana Cláudia Rocha, colunista do caderno “Magazine”, de “O Popular”, e filho do poeta Benedito Rocha. Uma das qualidades de Reynaldo Rocha era a diplomacia — dava-se bem com todo mundo e era respeitado pelas fontes. Rey era um profissional versátil. Além de ter trabalhado como repórter e editor de “O Popular”, destacou-se como comentaristas da TV Anhanguera, apresentador do programa “Roda de Entrevistas”, da Televisão Brasil Central, e produtor e comentarista da Rádio CBN. Ele escreveu no Jornal Opção. O jornalista Cyd Ramos assim o define: “Trata-se de um supercraque que sabia fazer tudo em termos de jornalismo, além de ser um gentleman”. O jornalista Paulo Bittencourt corrobora: “Reynaldo Rocha pertencia àquela geração que sabia fazer tudo no jornalismo. Nasceu para a profissão. O jornalismo, o bom jornalismo, aquele é crítico mas não é rancoroso, perdeu um de seus principais expoentes”. O jornalista Edmar Oliveira trabalhou com Reynaldo Rocha no jornal “O Sucesso”. “Rey era um ótimo colega, sempre gentil. Era inteligente e fazia análises políticas perspicazes e certeiras. Ele vai fazer falta”. Alberto Nery afirma que a morte de Reynaldo Rocha é “uma grande perda para um jornalismo que carente de bons profissionais”.

Família que dirige a JBS-Friboi rompeu com o grupo de Marconi Perillo em 2011

[caption id="attachment_80725" align="aligncenter" width="620"] Joesley Batista, Júnior Friboi e Wesley Batista: irmãos que comandaram a ascensçao da JBS; Júnior não integra mais o grupo[/caption]

Controladores da JBS-Friboi e de outras empresas, os Batista — leia-se Joesley, Wesley e Júnior Friboi — romperam com o governador de Goiás, Marconi Perillo, em 2011.

De lá pra cá, alinhando-se às vezes ao PMDB, Júnior Friboi decidiu criticar Marconi Perillo em encontros políticos — tentou ser candidato a governador pelo peemedebismo — e em entrevistas à imprensa. Rasteirado por Iris Rezende, voltou ao mercado de carne, com o frigorífico Mataboi e entrou para o ramo imobiliário, em sociedade com Ilésio Inácio Ferreira, da Construtora Consciente, na edificação do nebuloso megaempreendimento Nexus (conhecido como “Fiascus” por corretores de imóveis).

Talvez devido ao rompimento político — Júnior Friboi filiou-se ao PMDB, na Assembleia Legislativa de Goiás, com a presença ilustre do então presidente do PMDB, Michel Temer —, a JBS-Friboi não doou dinheiro à campanha do governador de Goiás, Marconi Perillo, em 2014. “Nem antes nem depois da campanha.”

Furo da delação premiada do chefão Joesley Batista saiu num jornal tradicional. Cadê os blogs?

Blogs dão opinião em excesso e chupam, de maneira escancarada, aquilo que é publicado na imprensa dita tradicional

Deltan Dallagnol publica livro no qual explica a importância da prova indireta

[caption id="attachment_95089" align="aligncenter" width="570"] Foto: reprodução[/caption] Publicada em 2015, a obra "As Lógicas das Provas no Processo: Prova Direta, Indícios e Presunções" (Livraria do Advogado Editora, 362 páginas), de Deltan Martinazzo Dallagnol, procurador do Ministério Público Federal (MPF) e coordenador da Força-Tarefa da Operação Lava Jato, é de importância seminal. E não apenas para os profissionais da área jurídica, mas também para jornalistas, historiadores, analistas de conjuntura e demais interessados em compreender o modus operandi de investigações sobre crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A obra, fruto das pesquisas que Deltan desenvolveu na Harvard Law School, para obtenção do título de "master of Laws" (mestre em Direito), tem o propósito, de "contribuir com o preenchimento de uma lacuna do estudo do processo, civil e penal, no Brasil”. A lacuna a que se refere Deltan está na falta de estudo e discussões sobre o que é a prova no âmbito jurídico, e qual é a importância da prova indireta, ou prova indiciária, em um processo. Sobretudo, em processos que julgam crimes complexos, como corrupção e lavagem de dinheiro, nos quais as provas são sempre indiretas e, portanto, extremamente difíceis de serem rastreadas. (Cláudio Ribeiro)

Vilmar Rocha diz que país “não vive crise institucional” e sugere que eleição direta “já” é inviável

O ex-deputado propõe a renúncia do presidente Michel Temer e diz que a Constituição prevê eleição indireta para substitui-lo

Revista “Veja” diz que Aécio Neves vai ser preso hoje. Mas Edson Fachin não autoriza prisão

Comenta-se em Brasília que uma prisão de Aécio Neves, um dos “grandões” do PSDB, seria o contrapeso a uma prisão do ex-presidente Lula da Silva, o “grandão” do PT

Procurador da República é preso por repassar informações privilegiadas a Joesley Batista, da JBS

Ângelo Goulart Villela teria recebido dinheiro do sócio da JBS-Friboi para repassar informações sigilosas da Operação Greenfield

Supremo determina afastamento de Aécio Neves e prisão de Andrea Neves

A prisão preventiva de Andrea Neves (sem prazo de soltura) e o afastamento da Aécio Neves podem facilitar as investigações da Lava Jato