Por Euler de França Belém
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Dr. Zacharias Calil durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Renan Accioly[/caption]
Candidato a deputado federal pelo DEM, o médico Zacharias Calil afirma que “está assustado com a repercussão de sua campanha — que é micro — na sociedade. Eu popular e não sabia”.
Ao visitar o bairro Novo Horizonte, Zacharias Calil — tratado pelo povão como Zach Competência — foi cercado, de maneira efusiva, por populares. Todos queriam saber sobre como faz para separar siameses e a respeito de sua motivação para disputar mandato de deputado.
Até ex-pacientes apareceram para cumprimentá-lo.
Sem dinheiro para a campanha, atuando de maneira espartana, Zacharias Calil tem sido convidado por amigos para conversar com funcionários de suas empresas (como a Belcar, onde foi apresentado como o “novo” e o “não-político”). “Não faço promessas, mas digo que vou colocar meu mandato, se for eleito, a serviço da sociedade, principalmente da melhoria do setor de saúde”, afirma. As pessoas que trabalham na sua campanha são voluntárias. Entre elas está sua mulher, a psicóloga Sandra Hamu. Recentemente, convidado por José Carlos, esteve com auditores da Receita Federal, que o veem como um nome renovador, compromissado com a retidão moral.
Político diferenciado, Zacharias Calil afirma que pede votos e conversa com todo mundo. “Mas digo sempre que pretendo ser um deputado sem amarras”, assinala. “Entrei na política por idealismo. Se for eleito, tudo bem; se for, voto para a Medicina. Aliás, mesmo durante a campanha, continuo trabalhando no Hospital Materno-Infantil.” Na sexta-feira, 14, quando o Jornal Opção o localizou, à noite, Zacharias estava atendendo pacientes no Materno-Infantil.
Caiado está crescendo. Estou tranquilo. Entrei com idealismo; se for eleito bem; se não for, volto para a Medicina. Meu diferencial é não estar ávido para ganhar a eleição.
Ao se encontrar com o ex-governador Alcides Rodrigues (PRP), este tirou um santinho e disse: “Olha, este aqui é meu candidato a deputado federal”. Era um santinho de Zacharias Calil. Era uma brincadeira e os dois riram muito.
Para informar bem, a credibilidade de um jornal deriva exclusivamente de uma imagem?

O guru brasileiro Sri Prem Baba começa a ser denunciado — tanto por assédio sexual quanto por ser milionário (a Receita Federal certamente vai examinar suas contas com lupa). Antes dele, houve outro guru, que fez muito sucesso na Rússia do czarismo. Assassinado, tornou-se uma lenda. Para esclarecê-la, Douglas Smith escreveu “Raspútin — Fé, Poder e o Declínio dos Románov” (Companhia das Letras, 1128 páginas, tradução de Berilo Vargas). Trata-se de um livro que, além de contar a história de um homem emblemático, resgata a história da Rússia pré-revolucionária. É, sobretudo, uma grande história de um país convulsionado. O “mago” contribuiu para o destroçamento do poder dos Románov? É um dos temas da obra do pesquisador.
Leia a sinopse da editora: “A biografia que mudará para sempre a forma como vemos uma das figuras mais poderosas da Rússia czarista. Mais de cem anos após seu assassinato, Raspútin continua na imaginação popular como um símbolo da encarnação do mal. Muitos livros e filmes contam a história de sua ascensão misteriosa ao poder como confidente de Nicolau e Alexandra, e guardião do debilitado herdeiro do trono russo. Separando fato e ficção, o trabalho monumental do premiado historiador Douglas Smith apresenta Raspútin em toda sua complexidade: homem religioso, súdito leal, adúltero e boêmio. Com base em documentos encontrados em sete países, Raspútin é a biografia definitiva de um homem extraordinário que viveu o ocaso da dinastia Románov”.
O britânico Simon Sebag Montefiore, um dos mais importantes pesquisadores da história da Rússia, escreve sobre o livro: “Douglas Smith faz a biografia definitiva de Raspútin. Brilhante, envolvente e hipnótica. Selvagem e erótica em suas revelações, sensível no retrato humano, astuta na análise política e muito rica no material pesquisado”.
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Foto: Divulgação[/caption]
O jornalista Thomas Traumann trabalhou na revista “Veja”, como repórter, editor e colunista, e como porta-voz da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e assessor do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. Agora, publica o livro “O Pior Emprego do Mundo — 14 Ministros da Fazenda Contam Como Tomaram as Decisões Que Mudaram o Brasil e Mexeram no Seu Bolso” (344 páginas).
Sinopse do livro: “Pense em uma deliberação que mexa no seu bolso e na ponta estará o ministro da Fazenda. Do gabinete no quinto andar do Ministério da Fazenda, em Brasília, foi decidido quanto dinheiro cada brasileiro poderia retirar da sua caderneta de poupança; se o país ia parar de pagar sua dívida com os bancos estrangeiros; e até qual deveria ser o preço da passagem de ônibus. Nenhum outro posto concentra tanto poder. O nível de intrigas, conspirações e invejas que cerca o Ministro da Fazenda é insuperável.
“Neste livro, o jornalista Thomas Traumann compara o cargo de Ministro da Fazenda do Brasil com o pior emprego do mundo. Poucas pessoas sofrem tanta pressão e em nenhum país alguém tem tantas atribuições, fruto da crônica dependência governamental da economia brasileira. A inflação subiu? É culpa do ministro. A geração de postos de trabalho, o crescimento da economia, o peso dos impostos e outro punhado de indicadores do bem-estar econômico funcionam como uma espada sobre a cabeça do ministro, ameaçando cortá-la.
“Com entrevistas com quinze ex-ministros e uma pesquisa exaustiva, Traumann reconta a história recente da economia brasileira. É um retrato sobre o jogo do poder de Brasília, como ele é exercido, quem o exerce e como ele muda a sua vida.”
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