Revista revela que o guru Sri Prem Baba, além de assediar mulheres, leva vida milionária

O guru das estrelas é dono de quatro apartamentos (um vale 1,7 milhão de reais), de oito empresas e de uma agência de turismo na Índia

A revista “Época” que chega às bancas no domingo contém uma reportagem exclusiva sobre o guru brasileiro Sri Prem Baba — o nome indicado do paulistano Janderson Fernandes de Oliveira.

Conhecido como guru das estrelas — Reynaldo Gianecchini, Bruna Lombardi, Márcio Garcia, entre outros —, Sri Prem Baba é acusado por três mulheres de “abuso sexual”. Dois casos já haviam sido apontados, mas agora surgiu mais um. “Três mulheres relataram à reportagem ter mantido relações sexuais com o guru e dizem ter sido vítimas de abuso. Elas pediram sigilo sobre sua identidade para evitar a exposição das famílias. Ele até foi confrontado por uma delas e admitiu, numa conversa reservada com ela e seu ex-marido, que ‘abusou’ de sua posição como guru e que havia sido ‘desleal’”, assinala “Época”.

Mas uma das facetas reveladas pela repórter Juliana Dal Piva tem a ver com a vida de milionário de Sri Prem Baba (Sri é “senhor”, Prem é “amor divino” e Baba é “pai espiritual”). “Discípulos afirmaram que o mestre se aproveitava da boa vontade da comunidade, que sempre contribuía financeiramente com seus projetos, para enriquecer. Se antes da primeira viagem para a Índia ele tinha apenas um automóvel Tempra dourado e um terreno de 400 metros quadrados em Mairiporã, Região Metropolitana de São Paulo, agora possui ao menos quatro apartamentos, entre eles uma cobertura comprada por R$ 1,7 milhão. É dono de oito empresas no Brasil e uma agência de turismo na Índia. Prem Baba só aceita viajar em classe executiva. Em São Paulo, desloca-se em um Mitsubishi Outlander branco”, revela “Época”.

Trecho da entrevista publicada pela revista Época

O que o senhor diria para aqueles que se sentem vivendo em meio a uma mentira?

Tenho convicção dos esclarecimentos dos fatos e de que o tempo permitirá a superação deste momento difícil. Não estou enganando ninguém. Gostaria de pedir compreensão por todos os envolvidos neste momento, com serenidade, paz e solidariedade, para que possamos ver que o trabalho realizado até aqui é muito relevante e que os sentimentos oriundos de relações de amor e amizade que se encerram são compreensíveis. Peço um pouco de paciência para atravessarmos esta que é sem dúvida a maior das provas da nossa jornada enquanto comunidade. E é também a minha maior prova enquanto um ser humano em desenvolvimento aqui neste planeta. Confio nos ciclos da vida e, apesar de estar vindo com muita dor para todos, está trazendo também uma transformação libertadora e luminosa.

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