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Instabilidade política pode tornar conflito entre Israel e o Hamas maior que o de 2014, avalia especialista brasileiro

O Conselho de Segurança das Nações Unidas se reúne neste domingo, 16, para discutir a crise na região

Faixa de Gaza | Foto: reprodução
Israelenses precisam tratar palestinos com mais humanidade

Palestinos e judeus terão de conviver — para sempre — na mesma região. Com paz, será muito melhor

Após ataque sírio, turcos revidam bombardeio e ampliam tensão entre países

Depois do ataque que resultou na morte de 33 pessoas, Turquia prometeu retaliação "à altura" Após o ataque provocado pelas forças sírias na Província de Idlib, que resultou na morte de 33 soldados turcos, a escalada de violência entre rebeldes sírios, apoiados pela Turquia, e o Exército de Bashar Assad, apoiado Rússia, tem se multiplicado. Na madrugada desta sexta-feira, 28, a Turquia bombardeou o inimigo em resposta ao ataque aéreo. Conforme divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o ataque aéreo sírio ocorreu após rebeldes retomarem o controle da cidade de Saraqeb, que fica perto de duas estradas controladas pelas forças do governo. Após o ocorrido, presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, convocou reunião de emergência para tratar sobre o assunto. Vale lembrar também que o secretário de comunicação da presidência da Turquia, Fahrettin Altun, disse que que "todos os alvos sírios conhecidos" seriam atacados em retaliação às mortes. A reportagem mostrou que que, com a onda de ações violentas, os Estados Unidos reiterou seu apoio ao aliado, a Turquia."Apoiamos nosso aliado na Otan e continuaremos a pedir o fim imediato dessa ofensiva desprezível pelo regime de Assad, pela Rússia e pelas forças apoiadas pelo Irã". (Com informações do jornal O Estado de S. Paulo)

Trump afirma que líder do Estado Islâmico foi morto

Ele foi emboscado por uma operação dos EUA no noroeste da Síria O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista coletiva nete domingo, 27)l, que o líder do Estado Islâmico (Isis), Abu Bakr Al-Bhagdadi, foi morto no sábado, 26. Segundo Trump, ele foi emboscado por uma operação do governo do país no noroeste da Síria. “Ele foi o fundador do Isis, a mais impiedosa e violenta organização do mundo. Os EUA estavam procurando Bhagdadi por muitos anos. Capturar ou matar Bhagdadi se tornou a prioridade em segurança nacional da minha administração”, declarou Trump. O governante estadunidense relatou que o líder da organização terrorista tentou escapar mas entrou em um túnel sem saída. Diante da situação, ele teria matado três crianças e depois se suicidado. Outras 11 crianças teriam sido retiradas sem ferimentos do local onde o líder do Isis foi encontrado. O presidente informou ainda que nenhum agente envolvido na operação conduzida pelas forças de segurança estadunidenses foi morto. Já “uma grande quantidade de lutadores de Bhagdadi” morreu junto com o líder do Isis. Com informações da Agência Brasil.

Arábia Saudita de Mohammed bin Salman faz coisas muito piores que matar Jamal Khashoggi

Por incrível que pareça, ordenar morte de jornalista crítico do governo é pouco para os padrões deste regime sanguinário

Na Síria, a guerra é, sobretudo, de narrativas

Ler diferentes lados de uma história ajuda a moldar uma opinião própria mais crítica e sólida

Governo Trump decide retirar EUA da Unesco

Decisão é retaliação à entidade após impasse com Israel sobre cidade palestina ocupada

Ataque talibã deixa pelo menos 140 mortos no Afeganistão

Atentado aconteceu em um centro de comando do Exército a poucos quilômetros da capital de Balkh

Por que Trump bombardeou a Síria?

Uma análise das motivações de Trump para bombardear uma base militar do governo sírio e de seus desdobramentos políticos pelo mundo

Petróleo, mapa e fé: a trinca que move a guerra da Síria

Não há o risco iminente de uma Terceira Guerra Mundial. Mas é preciso dizer que o xeque dado pelos Estados Unidos no jogo ainda é seguido por uma incógnita

Atentado com carro-bomba no Paquistão deixa pelo menos 22 mortos

Porta-voz da administração da região, Khursheed Ahmed Turabi, disse que há ainda 34 feridos. Atentado ocorreu próximo a um mercado e uma mesquita xiita para mulheres

Atentado no Iraque deixa pelo menos dez mortos

Esses atentados ocorrem depois de o Exército iraquiano ter registrado um dos raros êxitos contra os jihadistas, ao romper o cerco de Amerli

Avião cai no Irã e deixa 40 mortos

O aparelho, um Antonov 140 de fabricação iraniana, caiu às 9h18 (horário local), minutos depois de decolar do Aeroporto de Meharabad, no sudeste de Teerã

Israel retoma ataques contra Hamas após cessar-fogo

Hamas recusou o prolongamento da trégua em vigor há três dias, que chegou ao fim nesta sexta-feira, após um mês de guerra na Faixa de Gaza O Exército israelense anunciou nesta segunda-fe (8) ter retomado os ataques contra o movimento de resistência islâmica Hamas, depois do reinício de disparos de foguetes, a partir da Faixa de Gaza, no termo de um cessar-fogo bilateral. "Esta manhã, depois de disparos de foguetes contra Israel, as Forças Armadas alvejaram locais terroristas na Faixa de Gaza", informou em comunicado o Exército, pouco depois de o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, ter ordenado uma resposta vigorosa contra novos ataques do Hamas. Uma porta-voz militar disse que nenhum soldado israelense entrou em Gaza para concretizar os ataques. O Hamas recusou o prolongamento da trégua em vigor há três dias, que chegou ao fim nesta sexta-feira, após um mês de guerra na Faixa de Gaza. Israel iniciou a Operação Margem Protetora em 8 de junho. Mais de 1.900 pessoas morreram, principalmente do lado palestino. O Exército israelense registrou uma "barragem de artilharia" de mais de uma dezena de foguetes contra Israel, agora de manhã. Pelo menos um foguete foi interceptado sobre Ashkelon (Sul de Israel), acrescentou a porta-voz. A Jihad Islâmica, aliada do Hamas que controla a Faixa de Gaza, reivindicou três disparos de foguetes, dirigidos a Ashkelon.

Hamas anunciou que aceita trégua de 24 horas

A operação em Gaza começou em 8 de julho e deixou, até agora, 1.053 palestinos mortos e 6 mil feridos [caption id="attachment_11158" align="alignleft" width="620"]Untitled 1 Por um pedido das Nações Unidas, os movimentos da resistência aceitaram uma trégua humanitária de 24 horas[/caption] O movimento islamita Hamas disse neste domingo (27/7) que aceita uma trégua humanitária de 24 horas na faixa de Gaza a partir das 14h locais (8h em Brasília), poucas horas depois de Israel ter retomado a ofensiva naquele território. "Em resposta a um pedido das Nações Unidas, os movimentos da resistência aceitaram uma trégua humanitária de 24 horas que começará às 14h de hoje", disse o porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, em comunicado. Zuhri disse que o cessar-fogo ocorrerá antes dos três dias de feriado muçulmano Eid al-Fitr, que marcam o fim do Ramadã e que deverá começar segunda-feira (28). Nesse sábado (26), o Hamas assumiu ter efetuado disparos de foguetes contra Israel ao final das 12 horas de cessar-fogo. Antes dos ataques, Israel havia anunciado que estava disposto a estender a trégua humanitária, que terminou às 20h (horário local). Segundo a Agência Lusa, Israel não reagiu ao anúncio do Hamas, e os ataques israelitas continuam em Gaza. A operação em Gaza começou em 8 de julho e deixou, até agora, 1.053 palestinos mortos e 6 mil feridos. Na manhã deste domingo, Israel anunciou que retomaria os ataques a Gaza, depois dos "incessantes" disparos do Hamas. Pelo menos oito palestinos morreram desde a retomada da ofensiva israelita no território. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 70% dos mortos são civis. Do lado israelense, 37 soldados morreram em combate, além de dois civis e um trabalhador rural tailandês, atingidos por tiros de morteiro.