Resultados do marcador: IBGE

Encontramos 208 resultados
Mulheres trabalham cinco horas a mais e ganham 76% do salário dos homens

Elas continuam sem as mesmas oportunidades de assumir cargos de chefia ou direção. Dupla jornada também continua afastando muitas delas do mercado

Debate sobre limites territoriais com Estado da Bahia volta à pauta

Na segunda e terça-feiras, 24 e 25, representantes da Procura­doria Geral do Estado do Tocantins reuniram-se com os chefes da procuradoria-geral do Estado da Bahia, para mais uma etapa do trabalho de demarcação dos limites territoriais entre as duas unidades federativas. É o quarto encontro realizado entre as partes, após o acordo firmado no STF, em abril de 2013, que definiu a prevalência das divisas naturais e das cartas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta reunião foi apresentado o resultado do trabalho de campo definido no encontro anterior. Técnicos e representantes dos órgãos consideraram que houve avanço para finalização dos termos do acordo, havendo consenso sobre a maioria dos pontos discutidos. Para a interpretação do acordo no STF, estão sendo levados em conta aspectos regionais, considerando a ocupação tradicional das populações na região; e uma base de informações, preliminar composta por dados de vistorias físicas, mapas, imagens de satélite e outros elementos. Também do encontro em Palmas, ficou estabelecido que outras ações complementares serão realizadas para definição do traçado da divisa entre os dois Estados. A linha traçada inicialmente pelo IBGE permanece com irrevogável, estabelecendo o reconhecimento mútuo dos títulos de propriedade já expedidos. As eventuais superposições de áreas tituladas deverão ser analisadas de forma conjunta, em comissões compostas por representantes dos dois Estados.

Número de empresas no país cai pela primeira vez desde 2007

Segundo o IBGE, números de 2014 mostram uma queda de 5,4% em relação ao ano anterior. A maioria das empresas que fecharam são as de pequeno porte

Economia brasileira tem retração de 0,3% no primeiro trimestre de 2016

Produto Interno Bruto somou R$ 1,47 trilhão no período. Esta é oitava queda consecutiva em comparação com o mesmo período do ano passado, de 5,4%

Desemprego no Centro-Oeste sobe para 9,7% no primeiro trimestre de 2016

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua mostra que taxa teve aumento em todo o País em comparação com final de 2015

Taxa de analfabetismo em Goiás é menor que no Brasil

Pesquisa mostrou que em 2014, Estado possuía taxa de analfabetismo em 7,7%, enquanto no País número foi 8,3% -- menor se comparado com 2013, que foi de 8,5%

Desemprego bate recorde e chega a 7,5% em julho

Taxa é a maior para o mês desde 2009. Número representa um aumento de 0,6% em relação a junho e 2,6% em comparação à julho de 2014

Inflação em Goiânia passa dos 10% e é a segunda mais alta do País

Apenas Curitiba teve índice pior. Alta na taxa de água e esgoto puxaram alta dos preços na capital goiana

Taxa de desemprego de junho é a maior do mês desde 2010

Número é de 6,9%, frente a 6,7% registrados no mês de maio. Pesquisa realizada mensalmente não abrangeu Goiás

PIB do Brasil em 2014 é de 0,1%, pior resultado em cinco anos

Mesmo assim, resultado é "menos pior" do que apostavam economistas mundiais, que previam retração da economia

Um em cada cinco jovens brasileiros não trabalha nem estuda, é a “geração nem-nem”

Segundo o IBGE, maior percentual deste grupo está localizado nos estados do Sudeste. Já a minoria, é encontrada em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

Taxa de desemprego em agosto fica em 5% e é a menor para o mês desde 2002

Apenas o ramo da construção teve aumento da população ocupada (5,1%). Os serviços domésticos tiveram queda (-3,9%) e as demais atividades mantiveram-se estáveis

Pnad: trabalho infantil caiu 12,35% em 2013

O Brasil registrou queda de 12,3% no número de trabalhadores entre 5 e 17 anos de idade entre 2012 e 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Restam 3,1 milhões de trabalhadores nesta faixa etária, após a saída de 438 mil crianças e adolescentes dessa condição. A maioria das crianças e dos adolescentes era do sexo masculino. Para coordenadora do estudo, Maria Lucia Vieira, os jovens estão deixando de trabalhar para estudar. “Podemos associar a queda à questão da escolaridade, da manutenção das pessoas na escola,” disse ela ao informar que em termos percentuais, a maior queda ocorreu entre pessoas de 5 a 9 anos de idade, faixa da qual 24 mil crianças deixaram de trabalhar. A maior queda de contingente, contudo, ocorreu no grupo de 14 a 17 anos, cerca de 362 mil pessoas, sendo 225 mil delas nas regiões Nordeste e Sudeste. Os adolescentes de 14 a 17 anos de idade eram maioria (2,6 milhões) dos empregados menores. Cerca de 486 mil crianças de 5 a 13 anos estavam em situação de trabalho infantil, 15,5% dos ocupados de 5 a 17 anos de idade. Deste total, 58 mil tinham de 5 a 9 anos de idade, e 428 mil de 10 a 13 anos de idade. A maioria dos casos de trabalho infantil foi encontrada nas regiões Norte e Nordeste, onde chegavam a 24,9% e 21,4% da força de trabalho. O Norte foi a região em que houve maior saída de crianças e adolescentes (de 9,6% para 8,2%), acompanhado do Sul (de 10,4% para 9,1%). O índice da ocupação das pessoas de 5 a 17 anos de idade no Brasil foi 7,4% em 2013, ante 8,4% em 2012. Ainda segundo a Pnad, o rendimento mensal domiciliar per capita real dos trabalhadores de 5 a 17 anos de idade foi estimado em R$ 557,00. A média de horas trabalhadas era 27,1 horas por semana. A população ocupada de 5 a 13 anos de idade estava concentrada na atividade agrícola (63,8%).