Resultados do marcador: IBGE
Elas continuam sem as mesmas oportunidades de assumir cargos de chefia ou direção. Dupla jornada também continua afastando muitas delas do mercado
Na segunda e terça-feiras, 24 e 25, representantes da Procuradoria Geral do Estado do Tocantins reuniram-se com os chefes da procuradoria-geral do Estado da Bahia, para mais uma etapa do trabalho de demarcação dos limites territoriais entre as duas unidades federativas. É o quarto encontro realizado entre as partes, após o acordo firmado no STF, em abril de 2013, que definiu a prevalência das divisas naturais e das cartas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta reunião foi apresentado o resultado do trabalho de campo definido no encontro anterior. Técnicos e representantes dos órgãos consideraram que houve avanço para finalização dos termos do acordo, havendo consenso sobre a maioria dos pontos discutidos. Para a interpretação do acordo no STF, estão sendo levados em conta aspectos regionais, considerando a ocupação tradicional das populações na região; e uma base de informações, preliminar composta por dados de vistorias físicas, mapas, imagens de satélite e outros elementos. Também do encontro em Palmas, ficou estabelecido que outras ações complementares serão realizadas para definição do traçado da divisa entre os dois Estados. A linha traçada inicialmente pelo IBGE permanece com irrevogável, estabelecendo o reconhecimento mútuo dos títulos de propriedade já expedidos. As eventuais superposições de áreas tituladas deverão ser analisadas de forma conjunta, em comissões compostas por representantes dos dois Estados.
Segundo o IBGE, números de 2014 mostram uma queda de 5,4% em relação ao ano anterior. A maioria das empresas que fecharam são as de pequeno porte
Produto Interno Bruto somou R$ 1,47 trilhão no período. Esta é oitava queda consecutiva em comparação com o mesmo período do ano passado, de 5,4%
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua mostra que taxa teve aumento em todo o País em comparação com final de 2015
Pesquisa mostrou que em 2014, Estado possuía taxa de analfabetismo em 7,7%, enquanto no País número foi 8,3% -- menor se comparado com 2013, que foi de 8,5%
Taxa é a maior para o mês desde 2009. Número representa um aumento de 0,6% em relação a junho e 2,6% em comparação à julho de 2014
Apenas Curitiba teve índice pior. Alta na taxa de água e esgoto puxaram alta dos preços na capital goiana
Número é de 6,9%, frente a 6,7% registrados no mês de maio. Pesquisa realizada mensalmente não abrangeu Goiás
Mesmo assim, resultado é "menos pior" do que apostavam economistas mundiais, que previam retração da economia
Segundo o IBGE, maior percentual deste grupo está localizado nos estados do Sudeste. Já a minoria, é encontrada em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
Apenas o ramo da construção teve aumento da população ocupada (5,1%). Os serviços domésticos tiveram queda (-3,9%) e as demais atividades mantiveram-se estáveis
O Brasil registrou queda de 12,3% no número de trabalhadores entre 5 e 17 anos de idade entre 2012 e 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Restam 3,1 milhões de trabalhadores nesta faixa etária, após a saída de 438 mil crianças e adolescentes dessa condição. A maioria das crianças e dos adolescentes era do sexo masculino. Para coordenadora do estudo, Maria Lucia Vieira, os jovens estão deixando de trabalhar para estudar. “Podemos associar a queda à questão da escolaridade, da manutenção das pessoas na escola,” disse ela ao informar que em termos percentuais, a maior queda ocorreu entre pessoas de 5 a 9 anos de idade, faixa da qual 24 mil crianças deixaram de trabalhar. A maior queda de contingente, contudo, ocorreu no grupo de 14 a 17 anos, cerca de 362 mil pessoas, sendo 225 mil delas nas regiões Nordeste e Sudeste. Os adolescentes de 14 a 17 anos de idade eram maioria (2,6 milhões) dos empregados menores. Cerca de 486 mil crianças de 5 a 13 anos estavam em situação de trabalho infantil, 15,5% dos ocupados de 5 a 17 anos de idade. Deste total, 58 mil tinham de 5 a 9 anos de idade, e 428 mil de 10 a 13 anos de idade. A maioria dos casos de trabalho infantil foi encontrada nas regiões Norte e Nordeste, onde chegavam a 24,9% e 21,4% da força de trabalho. O Norte foi a região em que houve maior saída de crianças e adolescentes (de 9,6% para 8,2%), acompanhado do Sul (de 10,4% para 9,1%). O índice da ocupação das pessoas de 5 a 17 anos de idade no Brasil foi 7,4% em 2013, ante 8,4% em 2012. Ainda segundo a Pnad, o rendimento mensal domiciliar per capita real dos trabalhadores de 5 a 17 anos de idade foi estimado em R$ 557,00. A média de horas trabalhadas era 27,1 horas por semana. A população ocupada de 5 a 13 anos de idade estava concentrada na atividade agrícola (63,8%).

