Goiás avança em indicadores sociais, de educação e de competitividade

Dados do IBGE mostram melhora nos índices de competitividade do Estado. Ranking completo será divulgado em julho

Secretários de Estado se reúniram com o governador Marconi Perillo para discutir resultados dos índices | Foto: Divulgação

Entre os anos de 2014 e 2015, indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e na medição do Produto Interno Bruto (PIB), mostram que o Estado de Goiás apresentou melhora em indicadores importantes para a medição da competitividade do estado em comparação com as outras unidades federativas.

Os resultados parciais foram apresentados em reunião na manhã desta segunda-feira (17/4) no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, entre o governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), o vice-governador José Eliton (PSDB) e vários secretários de governo.

Segundo levantamento feito pela empresa de consultoria Macroplan, os índices de Goiás tiveram melhora em áreas importantes em indicadores relacionados a educação, com a melhora no percentual de jovens com ensino superior, redução do analfabetismo de jovens e adultos, melhora na escolaridade média da população adulta. Estudos apontam também que houve um aumento no acesso a internet e telefonia, bem como uma diminuição no número de jovens que não estudam nem trabalham.

O consultor da Macroplan, Gustavo Morelli, explica que o estudo procura avaliar índices estaduais para que as administrações tenham um panorama de onde alocar investimentos. “Procuramos avaliar onde cada estado vai bem e onde não vai tão bem. O estudo completo será divulgado em julho deste ano, mas já temos alguns dados que dão um panorama das áreas em que o estado vai bem, como na parte social e educação, e outras que precisam melhorar, como infraestrutura e segurança”.

Segundo o consultor, Goiás tem um dos menores índices de desigualdade e apresentou queda no índice de pobreza, além de estar bem colocado no ranking das rede pública de ensino. Outras áreas precisam melhorar, como infraestrutura de distribuição de energia elétrica, e ainda na área de segurança pública, na qual os números ainda apontam para uma alta taxa de homicídios e de mortes violentas no trânsito.

A leitura que se pode fazer desses resultados preliminares, avalia o secretário de de Gestão e Planejamento do Estado, Joaquim Mesquita, é de que, embora o país tenha vivido o auge da crise econômica entre os anos de 2014 e 2015, os indicadores apontam para um aumento no nível de competitividade no viés econômico e de eficiência. “A leitura que fazemos desses indicadores econômicos é de que, embora a crise tenha chegado a Goiás e atingidos cidadãos, ela teve menor impacto quando comparamos com outros estados da federação.”

A partir dos dados, o Programa Goiás Mais Competitivo deve investir desenvolver no desenvolvimento de ações juntos aos poderes municipais. “São 24 municípios prioritários, que representam ao menos 74% dos índices. Estamos agora na fase de pactuação de resultados com os municípios, articulando e estruturando equipes de acompanhamento desses indicadores no âmbito municipal”, explicou Mesquita.

Estiveram na reunião os secretários, de Gestão e Planejamento, Joaquim Mesquita; de Saúde, Leonardo Vilela; da Casa Civil, João Furtado; do Desenvolvimento, Francisco Gonzaga Pontes; da Secima, Vilmar Rocha; da Seduce, Raquel Teixeira; de Segurança Pública e Administração Penitenciária, Ricardo Balestreri; de Governo, Tayrone Di Martino e o presidente da AGM e prefeito de Hidrolândia, Paulo Sérgio (PSDB).

 

Deixe um comentário