Resultados do marcador: Debate

Encontramos 129 resultados
Audiência pública deverá discutir reforma política

[caption id="attachment_34977" align="alignright" width="620"]Deputado Nilton Franco quer maior participação da sociedade nas reformas | Foto: Divulgação Deputado Nilton Franco quer maior participação da sociedade nas reformas | Foto: Divulgação[/caption] O deputado estadual Nilton Franco (PMDB) defende mudanças no sistema político-eleitoral brasileiro. Entre as propostas apresentadas pelo parlamentar está o fim da reeleição, mandato de cinco anos, coincidência geral das eleições e proibição de financiamento de campanha por pessoas jurídicas. O peemedebista defende também a participação da sociedade civil organizada no debate, e aproveita para convidar seus colegas deputados e a sociedade em geral para a audiência pública sobre a Reforma Política — em tramitação na Câmara dos Deputados. O evento será realizado nesta segunda-feira, 11, às 9 horas, no auditório da Assembleia Legislativa. Proposta por Nilton Franco, a pedido da deputada federal Josi Nunes (PMDB), a audiência pública vai contar com a participação de representantes do Tocantins em Brasília, do relator da Reforma Política na Câmara dos Deputados, Marcelo Castro (PMDB-PI) e do também deputado federal Rubens Otoni (PT-GO). Os membros da Comissão Especial para a Reforma Política na Câmara dos Deputados estão ouvindo as propostas dos presidentes de todos os partidos políticos. Entre elas, estão o fim da reeleição para o Poder Exe­cutivo e das coligações nas eleições proporcionais; unificação das eleições — ou seja, a escolha de vereador a presidente em um único pleito — e a formação de uma Assembleia Consti­tuinte específica para a Reforma. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já informou que pretende pôr o projeto da Reforma Política em votação no plenário da Casa na última semana de maio, com ou sem consenso.

Livro explica como BNDES financiou a expansão da JBS

livroO livro “Reinventando o Capitalismo de Estado — O Leviatã nos Negócios: Brasil e Outros Países” (Penguin, 402 páginas, tradução de Afonso Celso da Cunha Serra), de Aldo Musacchio, professor da Harvard Business School, e Sergio G. Lazzarini, professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), examina, entre outros casos, a expansão do grupo JBS, dirigido pelos irmãos goianos Joesley e Wesley Batista. Nas páginas 9, 11, 15, 232 e 318, Musacchio e Lazzarini explicam como se deu, debaixo das asas protetoras do BNDES, o crescimento do grupo que fatura mais de 100 bilhões de reais por ano.

“50 Tons de Cinza”: a desorientação de homens e mulheres diante da liberdade sexual

O sucesso de venda e bilheteria de uma obra tão clichê prova: a sexualidade masculina e a feminina mudaram ao sair de sua posição tradicional, mas se perderam no meio do caminho

Planta de Valores para IPTU e ITU só deve ser apresentada três dias após eleições

Alguns vereadores afirmam que demora para documento chegar na Casa é jogada política

Fidelix tem 24h para explicar declarações homofóbicas para procurador-geral da República

"Convite à intolerância e discriminação", diz o procurador responsável pelo procedimento preparatório eleitoral (PPE) sobre declarações de Levy Fidelix (PRTB)

Cineastas falam sobre produção de seus filmes exibidos no Fica

Encontro faz parte da programação da 16ª edição Festival de Cinema e Vídeo Ambiental na cidade de Goiás e propõe conversa entre realizadores com o público

Presidente do TSE defende limite de gastos na campanha eleitoral

A adoção da regra está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF)

Para Cyro Miranda, está nas mãos dos deputados um Plano Nacional de Educação de qualidade

Senador é contrário a alterações promovidas por substitutivo apresentado pela base aliada ao governo Dilma. Relatório deve ser analisado hoje por comissão da Câmara

Artistas goianos criticam critério de seleção do Fundo Estadual de Cultura

Muitos projetos inscritos foram desclassificados por questões técnicas. Insatisfação ganhou as redes sociais na última semana, motivando polêmica que se estendeu a outros processos de seleção a iniciativas culturais promovidas pelo Estado. Gestores alegam transparência