Resultados do marcador: Câmara
Ao Jornal Opção, parlamentar afirma que não se importa com possíveis punições e garante não ser o único do partido que irá contrariar a orientação nacional
Após semanas de espera, relator entendeu que matérias não merecem prosperar por causa do TAC firmado entre o Ministério Público e empresas
Segundo presidente, governo irá aguardar até a próxima semana para certificar se tem os 208 votos necessários
Apenas três afirmam que votarão pela aprovação da proposta. Demais parlamentares estão indecisos ou não responderam
Maioria votou a favor do relatório de Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) e livrou presidente e ministros de investigação
Governo federal diz que quórum necessário para a sessão será alcançado
[caption id="attachment_107920" align="aligncenter" width="620"]
Frente pró-jogo | Foto: reprodução/ Facebook[/caption]
A Frente Parlamentar pela Aprovação do Marco Regulatório dos Jogos no Brasil foi instalada na Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 18. Preside o colegiado, que tem a participação de 229 parlamentares, o deputado Cesar Halum (PRB), que defende a geração de empregos e arrecadação de impostos que as legalizações dos jogos podem trazer ao país.
“Só no jogo do bicho existem mais de 400 mil postos de trabalho. Ou seja, pais de família que trabalham escondidos, às vezes tendo que pagar propina a policiais, quando poderiam estar trabalhando formalmente, com carteira assinada e contribuindo devidamente para previdência. Em pouco tempo essa atividade poderá arrecadar três vezes mais do que a CPMF”, argumentou Halum.
O presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal, Magno José Santos, também defendeu a geração de novos postos de trabalho que, segundo ele, podem chegar a 600 mil empregos direitos. “Nós não discutimos a liberação do jogo, porque ele já acontece, o que discutimos é se o Estado vai arrecadar, ou não, com a atividade. Só a Caixa Econômica Federal vende 2 bilhões de reais em apostas por ano. Por dia, 10% da população brasileira faz algum tipo de aposta”, argumentou.
Para Halum, é uma contradição o fato de o Brasil tolerar uma atividade que é ilegal. “É uma incoerência. Hoje arrecadamos pouco mais de 300 milhões de reais por ano com corridas de cavalo, 400 bilhões de reais por ano com loterias estaduais. Se legalizarmos a prática, poderíamos arrecadar cerca de 18 bilhões de reais por ano”, completou.
O republicano pontuou, ainda, que na América do Sul apenas o Brasil e a Bolívia por enquanto não liberaram o jogo, a exemplo de outros 156 países, como os Estados Unidos, onde 1 milhão e 700 mil pessoas trabalham na indústria que arrecada 37 bilhões de dólares por ano.
Prazo para votação se encerra à meia noite desta terça-feira (17/10)
Paulo Daher (DEM) será eleito vice-presidente e Elias Vaz (PSB) para será o relator das investigações referentes às gestões Iris Rezende (PMDB) e Paulo Garcia (PT)
Vereadora Dra. Cristina afirma que resolução da Prefeitura de Goiânia não cumpre com o que determina o ordenamento jurídico brasileiro
Expectativa é de voto pelo arquivamento da denúncia. Discussão do relatório na comissão deve ficar para a próxima semana
Vereador foi afastado por decisão judicial acusado de suposta prática de organização criminosa e participação no esquema de desvios de recursos no Parque Mutirama
Tatiana Lemos apresentou projeto de lei que limita um centésimo por cento do orçamento municipal para este tipo de despesas ao ano
Sabrina Garcêz denunciou caos na Saúde municipal durante sessão nesta quinta (21)
Em discurso no Plenário, Jorge Kajuru (PRP) criticou uso da máquina pública focado nas eleições de 2018. Íris de Araújo (PMDB) tenta voltar à Câmara dos Deputados

