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*Da Agência Câmara Notícias
A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle inicia neste momento audiência pública com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para falar sobre a compra da refinaria de Pasadena (EUA), que teria ocasionado perdas contábeis superiores a 500 milhões de dólares à Petrobras. A audiência ocorre no plenário 2.
O deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que propôs a vinda do ministro, lembra que a direção executiva da Petrobras omitiu de seu Conselho de Administração, à época presidido por Dilma Rousseff, duas cláusulas do contrato com a empresa belga Astra Oil. Essas cláusulas garantiam rentabilidade de 6,9% ao ano aos belgas, independentemente do resultado da refinaria (cláusula Marlim) e a obrigação de a Petrobras comprar os outros 50% da refinaria em caso de desentendimento entre os Sócios (cláusula Put Option).
Ainda segundo reportagem da revista Veja, citada pelo parlamentar, Luís Inácio Lucena Adams, então procurador-geral da Fazenda Nacional e atual advogado-geral da União, avisou à secretária-geral da Casa Civil, Erenice Guerra, a inclusão na ata de reunião do Conselho de Administração da Petrobras de duas ressalvas sobre a compra de Pasadena. “A primeira advertia que a cláusula Marlim não havia sido objeto de aprovação pelo Conselho de Administração e, a segunda, informava que a diretoria executiva da empresa havia aberto um procedimento para investigar a falha”, explica Mendonça Filho.
Para o parlamentar, esses fatos reforçam a informação de que o Conselho de Administração da Petrobras aprovou uma operação milionária sem ter conhecimento de todos os dados necessários à aquisição. “Não obstante, o posterior conhecimento de tal fato não impediu que a referida operação fosse levada adiante, culminando com um prejuízo de R$ 1,18 bilhão imposto à estatal brasileira.”
Para Mendonça Filho, a vinda de Guido Mantega é imprescindível para esclarecer “todos os fatos subjacentes a essa nebulosa operação que, em última instância, causou grande prejuízo à Petrobras e a seus acionistas, colocando aquela que já foi considerada a 12ª maior empresa do mundo na atual desconfortável 120ª posição.”
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Secretário de Finanças, Jeovalter Corria, que assumiu no lugar de Cairo Peixoto | Foto: Marcello Dantas/Jornal Opção[/caption]
A Prefeitura de Goiânia tem quatro metas mobilizadoras para tentar saldar o déficit no caixa em 2014. O aumento em 15% nas receitas próprias, a diminuição com gastos em folha de servidores em 6% ao mês e de despesas com custeio em 16% até agosto, além da obtenção de receitas extraorçamentárias via operações de crédito, em R$ 300 milhões.
As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (14/5) pelo secretário de Finanças, Jeovalter Correia, durante apresentação de dados a jornalistas no 6º andar do Paço Municipal.
Segundo o titular da pasta, algumas ações já estavam previstas no plano de governo do prefeito Paulo Garcia (PT), como o aumento do IPTU/ITU. Outras, foram propostas a partir de relatório produzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), contratada pela prefeitura para fazer levantamento das contas administrativas.
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Ida de pessebistas após nova reviravolta provocada por iristas pode indicar fato novo em composições e trocas de apoio Semana normal no QG irista, o que significa entra e sai de políticos no escritório do ex-prefeito e ex-governador, que dias atrás retirou sua pré-candidatura ao governo de Goiás em prol da união interna do PMDB –– que está abalada e constantemente questionada desde as primeiras notícias de que teria como novo filiado o empresário José Batista Júnior, o Júnior Friboi, o atual pré-candidato. Na manhã desta quarta-feira (14/5), após movimentação intitulada “volta Iris” ocorrida na tarde de terça-feira (13), o peemedebista recebeu em seu escritório os pessebistas representantes da Rede Sustentabilidade em Goiás Martiniano Cavalcante e o vereador Elias Vaz. [relacionadas artigos="4068,3971"] Ontem, Iris Rezende voltou a dizer-se “à disposição” da legenda e demonstrou ânimo no caso de o partido precisar dele, tendo sido bastante cauteloso no que se refere ao respeito ao que a legenda determinar. “[...] Eu gostaria de ser governador, de ser tudo”, disse em discurso. A motivação dos pessebistas tem relação direta com o retorno do líder à cena política, o que deixa em aberto possível apoio ou composição que garanta palanque ao pernambucano Eduardo Campos, presidenciável pelo PSB. Possível união com Vanderlan Cardoso nunca foi descartada pelos peemedebistas, mesmo com o pessebista (ex-PMDB) mantendo firme a posição de pré-candidato ao governo custe o que custar. Pesquisas eleitorais, como a mais recente do Instituto Fortiori, entretanto, mostram Vanderlan em terceiro no levantamento espontâneo (3%, num cenário em que Gomide e Friboi obtiveram 2% de citações) e em segundo no estimulado (18%), somente 1 ponto porcentual à frente de Júnior Friboi –– que diga-se de passagem, também não cresceu consideravelmente após Iris sair do tabuleiro, mas no que confere a Vanderlan, iniciou sua pré-campanha bem depois do pessebista, que desde a derrota em 2010 enquanto filiado ao PR, sempre se colocou como pré-candidato ao governo.
O Indicador de Clima Econômico da América Latina (ICE) recuou em abril, após registrar alta entre outubro de 2013 e janeiro de 2014, com os três subindicadores que o compõe se estabelecendo na zona desfavorável. Assim como na sondagem de janeiro, o ICE se fixou abaixo das médias históricas dos últimos dez anos. O indicador Ifo/FGV é elaborado em parceria com o instituto alemão Ifo e usa como fonte a Ifo World Economic Survey (WES). Segundo dados divulgados hoje (14), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), a queda de 5,3% (de 95 para 90 pontos) foi motivada por piores resultados tanto do Indicador da Situação Atual (ISA) como no Índice de Expectativas (IE). O estudo indica que a queda no indicador se deu em sete dos 11 países monitorados pela sondagem. “A avaliação em relação à situação atual piorou em sete, enquanto as expectativas foram piores em cinco países”, diz o estudo. Apesar da queda do ICE em relação a janeiro, Colômbia e Paraguai permaneceram na zona favorável. Passaram da zona favorável para desfavorável, Chile, Equador e México. Os outros dois países que experimentaram queda no ICE foram Brasil e Argentina, que já estavam na zona desfavorável. A FGV ressalta o fato de que o Brasil destaca-se por registrar a maior queda do ICE entre os 11 países, com o indicador passando de 89 para 71 pontos, uma redução de 20%. “Na série histórica iniciada em 1989, este é o pior índice desde janeiro de 1999”, diz o estudo. No auge de crise de 2008, o indicador mais baixo foi registrado em janeiro de 2009 (78 pontos). O ICE do Brasil é inferior ao da Argentina (75 pontos) e supera apenas o da Venezuela, que se mantém no valor mínimo, de 20 pontos, desde julho de 2013. Bolívia, Peru e Uruguai melhoraram o ICE e já estavam na zona de avaliação favorável ou no limite (caso do Uruguai, em que o ICE em janeiro estava em 100 pontos). O estudo constatou que, de forma similar ao que ocorreu no resultado mais agregado, o ISA teve papel preponderante na piora do clima econômico destes países. Assim, na Bolívia o indicador aumentou 22% e no Uruguai, 19%, enquanto o IE ficou estável na Bolívia e caiu no Uruguai. No Peru, o comportamento foi inverso: melhorou o IE (+11%) e caiu o ISA (-7,2%). No questionário bianual de abril, quando os especialistas consultados pela sondagem destacam os principais entraves para o crescimento econômico dos países na situação atual, a partir de uma lista de dez tópicos, está “a falta de competitividade internacional”, que continua sendo, como nas outras sondagens, o problema mais citado como muito importante no grupo dos 11 países (a única exceção é a Bolívia). Em segundo lugar, aparece “a falta de confiança nas políticas do governo”, (6 países) e, em seguida, “inflação e falta de mão de obra qualificada” (ambos em 5 países). No Brasil, os problemas avaliados como muito importantes são em ordem decrescente: falta de competitividade internacional, falta de confiança nas políticas do governo, inflação, déficit público e falta de mão de obra qualificada.
Trânsito na região ficou congestionado em várias vias que dão acesso ao Setor Santa Genoveva
No dia do casamento, Alessandra Lustosa estava de blusa social e gravata vermelha. Sua mulher, Yglessyanne Lustosa, de vestido branco com detalhes em renda e saia com camadas sobrepostas. A cerimônia ocorreu em um cartório de Taguatinga, cidade do Distrito Federal a cerca de 20 quilômetros da área central de Brasília, com direito a marcha nupcial e bolo com bonecas no topo representando as noivas. “Éramos o único casal do mesmo sexo no cartório naquele dia, e ela era a noiva mais bonita”, conta Alessandra. O casamento das duas foi um dos 130 que ocorreram no DF, desde maio de 2013, quando a união homoafetivo passou a ser permitida no país. O levantamento foi feito pela Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-Br) com dados dos 12 cartórios de Registro Civil do DF. O número foi obtido com exclusividade pela Agência Brasil. Hoje (14), a Resolução 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que permitiu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, completa um ano. “Para mim, é uma conquista muito grande dos nossos direitos. A sociedade acha que nosso relacionamento é errado, a Igreja acha que é pecado. Se a gente pode trabalhar, se paga impostos, por que não pode ter esse direito como qualquer outra pessoa?” Ela relata que as duas já moravam juntas há seis meses, mas que foi o casamento que tornou a relação pública. “Trabalho há 14 anos na mesma empresa, todo mundo suspeitava, mas não tinha certeza, até eu me casar com a Yglessyanne. Graças a Deus, todos aceitaram numa boa”, diz Alessandra, que é supervisora comercial. Elas planejam ter um filho. A possibilidade de ter um bebê também foi um dos motivos do casamento de Milena Ganzelevitch. Ela mora com a mulher, que pediu para não ser identificada, há 12 anos. As duas casaram-se no dia 31 de março deste ano e, em breve, terão um novo membro na família. Milena está grávida de 8 meses da Maria Luísa, nome escolhido em homenagem à avó materna. “O que muda agora é a questão social. Para a sociedade, somos legalmente casadas”, diz. “O casamento mesmo foi muito rapidinho, não deu tempo para organizar festa. No cartório, não tivemos problema nenhum de preconceito, só os olhares curiosos das pessoas que estavam ali”. Os números divulgados pela Anoreg-Br correspondem ao total de casamentos realizados até ontem (13). A entidade diz que pretende fazer um levantamento nacional. Em março, a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP) divulgou levantamento semelhante. Foram 701 uniões homossexuais realizadas em 58 cartórios da capital paulista. No DF, o mês de maior procura foi maio de 2013, quando a resolução passou a vigorar. Ocorreram, então, 18 casamentos homoafetivos. Os demais meses registraram, no mínimo, seis casamentos. Para o presidente da Anoreg-Br, Rogério Portugal Bacellar, a resolução do CNJ agiliza o processo do casamento e garante a cidadania, uma vez que passa para os cartórios algumas incumbências que eram restritas ao Judiciário. “Há um ano, os casais homoafetivos, com a resolução, foram equiparados a qualquer outro casal formado por um homem e uma mulher. Com isso, acabou a discriminação.” Ele também explica que união estável e o casamento civil garantem os mesmos direitos sobre os bens. A diferença é o status civil. Em uma união estável, não é possível mudar o status de solteiro para casado. Para o servidor público Rodrigo Rodrigues, isso faz muita diferença. “O casamento não é só um ato de amor entre duas pessoas, estarmos casados vira também um ato político”, diz Rodrigues, que é casado com o também servidor público Thiago Rodrigues desde setembro do ano passado. “Quando as pessoas falam que ele é meu companheiro, eu corrijo: É meu marido.”
Populares e integrantes da legenda clamam ao ex-governador sua permanência no páreo para a disputa eleitoral deste ano
Ironildo Valadares afirma que pré-candidato peemedebista ao governo estadual tem viajado o Estado e tem absoluto controle da legenda em Goiás
A iniciativa já havia sido anunciada durante apresentação do relatório preliminar da comissão
No entanto, Lúcia Vânia, Wilder Morais e Cyro Miranda acreditam que comissão da Casa não realizará um trabalho “sério” e pedem a instalação da CPI Mista no Congresso. Os dois primeiros já solicitaram a substituição de seus nomes
A Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) divulga a nova lista de projetos selecionados para o financiamento do primeiro edital do Fundo Estadual de Arte e Cultura
Tristeza profunda e recorrente é um dos sintomas da depressão, doença que pode atingir a todos. Em casos extremos, pode até levar ao suicídio, como o que aconteceu a atriz e jornalista Suindara Coelho
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou o adiamento por três meses da decisão de aumentar os impostos para o setor de bebidas frias - cervejas, refrigerantes, isotônicos e refrescos. A previsão é que o reajuste entrasse em vigor em 1º de junho. “A gente está diferindo, postergando uma correção de tabela que seria no dia 1º de junho para daqui a três meses e não de forma plena, mas diferida ao longo do tempo. Sem dúvida, nós temos uma grande preocupação que a inflação permaneça sob controle e esse setor pode dar uma contribuição importante. Nós fizemos um pacto de que não haveria aumento durante a Copa e de preferência depois também”, disse Mantega, após reunião com representantes do setor. [relacionadas artigos="4033"] Abrasel diz que aumento de imposto vai gerar 200 mil demissões após a Copa O objetivo do governo é, com a recomposição da tabela, ter mais recursos para cumprir a meta de superávit fiscal. “Nós acabamos de fazer uma reunião com o setor de bebidas, com o setor de bares e restaurantes a respeito da tabela que implica na recomposição de tributos. Suspendemos a aplicação dessa tabela temporariamente para um aperfeiçoamento dela porque havia uma divergência em alguns preços que foram capturados”, disse o ministro, acrescentando que, nos últimos dois anos, o governo reduziu os tributos no setor de bebidas para permitir que houvesse mais investimentos e crescimento. O aumento das alíquotas do setor foi anunciado no final de abril pelo governo, mas as novas tabelas com os preços das bebidas só entrariam em vigor em junho. A previsão da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) é que o aumento terá impacto de 10% a 12% no preço das bebidas frias para o consumidor. Logo depois do anúncio de aumento, em abril, a Receita Federal retificou informação e disse, em nota oficial, que os preços das bebidas frias subiriam, em média, 2,25% para o consumidor final, e não 1,3%. Também houve erro na primeira divulgação das tabelas. Os empresários estimaram demissão de mais de 200 mil pessoas se o governo não mudasse o prazo do início do reajuste.
Juiz determinou que a Aerotex continue a pagar pelas despesas médicas de Mariana Alves Soares, uma das 36 crianças afetadas pela pulverização de agrotóxico nas proximidades de uma unidade de ensino
Texto foi aprovado com apenas dois votos contra. Executivo pretende arrecadar recursos para solucionar a crise financeira por qual vem passando a atual administração

