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Kajuru diz que decreto de calamidade financeira mostra “calamidade política” do governo

Senador eleito lamenta medidas adotadas pelo governador Ronaldo Caiado e diz que democrata "rompeu amizade" com ele [caption id="attachment_159835" align="aligncenter" width="620"] Foto: Becker / Futura Press[/caption] O senador eleito Jorge Kajuru (PSB) declarou nesta segunda-feira, 21, após o governo de Goiás liberar decreto de calamidade financeira, que medida mostra que situação demonstra "calamidade política" provocada pelo governador Ronaldo Caiado (DEM). Kajuru lamentou também, que após suas declarações polêmicas, Caiado rompeu com sua amizade. "Se Caiado sabia que a situação do Estado estavam tão grave, deveria ter pedido uma intervenção federal no ano passado, mas preferiu seguir com a campanha política", disse o senador eleito, reforçando novamente que o salário do servidor deveria ser prioridade, o que já havia dito em outras entrevistas. Kajuru concluiu dizendo que continua admirando Caiado como político, mas que só estará ao lado dele quando o governador estiver optando pelas escolhas "certas".

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Secretário de governo acolhe proposta de pagamento de dezembro feita por Fórum

Resposta do governador Ronaldo Caiado deve vir na quarta-feira, 23. Enquanto isso, haverá paralisação até esta data [caption id="attachment_159841" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption] [relacionadas artigos="159810"] Após a reunião convocada pelo governo com o Fórum em Defesa dos Servidores Públicos do Estado de Goiás durante a assembleia geral e unificada das categorias nesta segunda-feira, 21, em frente ao Palácio Pedro Ludovico, o secretário de governo Ernesto Roller (MDB) decidiu acolher a mais uma proposta dos servidores sobre o pagamento da folha de dezembro de 2018. A proposta, dada sem muitos detalhes, de acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Bia de Lima, é de que o governo pague a folha de dezembro de 2018 em fevereiro e que a de fevereiro seja negociada. Durante o anúncio, os servidores, não satisfeitos, clamavam por greve geral. "Caso o governador não aceite pagar em fevereiro, não restará outra alternativa a não ser anunciar a greve na quarta-feira [23]. O governo quer fazer caixa com o salário do servidor”, declarou Bia, confirmando que até data da resposta do governador Ronaldo Caiado (DEM), haverá paralisação em órgãos estaduais. "É o governo que vai decidir, se quer greve geral ou se vai ser só a paralisação", finalizou a presidente do Sintego. Já a assessoria do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Goiás (SindiPúblico), haverá uma nova assembleia marcada pra quarta, às 16h, na sede da Secretaria de Fazenda.

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Durante Assembleia, governo convoca presidentes dos sindicatos para reunião

Ato em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira ocorre nesta segunda-feira, 21, desde às 16h30 [caption id="attachment_159811" align="aligncenter" width="620"] Foto: Nathan Sampaio[/caption] Após 30 minutos de ato, a assembleia geral e unificada das categorias que fazem parte do Fórum em Defesa dos Servidores Públicos do Estado de Goiás desta segunda-feira, 21, em frente ao Palácio Pedro Ludovico, resultou em uma convocação do governo para uma reunião com os presidentes dos sindicatos. No carro de som da manifestação dos trabalhadores, uma das lideranças da assembleia afirmou que os representantes irão para a reunião, mas que o único acordo possível seria o de pagamento da folha de dezembro de 2018 até fevereiro, como sugerido em uma das três rodadas de negociação entre o governo e o Fórum. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás, Sintego, foram feitas quatro contrapropostas para o pagamento da folha em atraso, entre elas, o pagamento do mês de janeiro imediatamente, com o pagamento de dezembro até o dia 15 de fevereiro e assim sucessivamente, de forma que, o mês trabalhado fosse pago até o dia 15 do mês seguinte. A oferta, porém, não foi acatada pelo Estado, que insiste no parcelamento do salário a partir de março. De acordo com a presidente do Sintego, uma quinta e última proposta deve ser apresentada ao governador Ronaldo Caiado (DEM). Caso o governo não aprove novamente, sindicalistas não descartam greve.

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