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Eles atestaram que a barragem que se rompeu era segura. Força-tarefa apura responsabilidade

Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais/Divulgação
Foram presos na manhã desta terça-feira, 29, dois engenheiros suspeitos de fraudarem laudos técnicos da empresa Vale atestando a segurança da barragem que se rompeu. Makoto Namba e André Yassuda tiveram ordem de prisão expedida pela Justiça de Minas Gerais e foram presos em São Paulo.
Outros três funcionários da Vale também foram presos em Minas Gerais. As ordens da Justiça são de prisão temporária, com validade de 30 dias, e foram expedidas pela Justiça no domingo.
A força-tarefa que envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Estadual e Federal e a Polícia Civil, além de policiais, promotores e procuradores de Minas visa apurar a responsabilidade criminal pelo rompimento da barragem que havia na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho.
Na noite desta segunda-feira, 28, a Defesa Civil de Minas Gerais informou que há 65 mortos e 279 desaparecidos. Nesta terça-feira, começa o quinto dia de buscas no local.
Caiado teria dito que pode pagar servidores da educação nesta semana
Assembleia encerrou os trabalhos da 18ª Legislatura nesta segunda-feira, 28
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José Vitti (PSDB) | Foto: Reprodução[/caption]
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Vitti (PSDB), concedeu uma última entrevista à imprensa como ocupante do cargo na Casa. Para ele, o Legislativo Goiano promoveu avanços importantes devido a uma cobrança da sociedade. "Entrego a presidência com a sensação de dever cumprido", afirmou.
Logo após o encerramento da última sessão extraordinária, realizada na tarde desta segunda-feira, 28, Vitti fez uma avaliação da 18ª legislatura, que se encerrou oficialmente no dia 31 de dezembro.
O parlamentar observou que Poder Legislativo precisa estar se aprimorando e avançando mais a cada legislatura. "Esperamos que assim seja também a partir da décima nona. Eu avalio que nós pudemos cumprir nosso compromisso. Pudemos estreitar a relação com a sociedade e aprimorar a transparência da Casa. Fizemos um trabalho extremamente profícuo na relação com todos os poderes. Apesar da nossa autonomia, tivemos sempre uma relação harmoniosa, uma relação de respeito”, avaliou o parlamentar.
José Vitti informa que não estará presente na sessão do próximo dia 1º, quando os deputados tomarão posse e a nova Mesa Diretora será eleita. “Entrego os trabalhos extremamente feliz com os resultados alcançados nestes dois anos, especialmente da 18ª legislatura”, afirmou.
Quanto ao seu futuro, o deputado disse que volta para as atividades empresariais e dará um tempo na política, mas não vai se afastar de vez. “Vou acompanhar o ambiente político e acredito que estarei acompanhando também a própria condução da Casa e o desenrolar deste Governo. Vou fazer as avaliações, passar por uma quarentena para depois definir que caminho seguir”, adiantou.
Documentário causou grande polêmica por detalhar abusos que teriam sido cometidos contra crianças
"Vamos ter cortes mais profundos que vai gerar uma economia maior ao Estado", disse o líder do governo na Assembleia
Deputada comentou relação entre o Executivo e Legislativo nos próximos quatro anos e afirmou que espera que haja dialógo e respeito
Projeto aprovado na Casa orça receita de R$ 26 bilhões, mas fixa despesa de R$ 32 bilhões. Entenda
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Foto: reprodução[/caption]
O processo legislativo que trata da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2019, foi aprovado em votação definitiva na tarde desta segunda-feira, 28 na Assembleia Legislativa de Goiás. A votação da LOA, que normalmente acontece no ano anterior aconteceu neste ano por conta do atraso da entrega do relatório para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). O relator é o deputado Lívio Luciano (Podemos).
O parlamentar, que alegou desequilíbrio das contas públicas de Goiás, segurou o texto elaborado pela administração passada, do ex-governador José Eliton (PSDB), para que pudesse ser alterado pela nova gestão, do governador Ronaldo Caiado (DEM).
Enquanto José Eliton equivaleu, na LOA para 2019, receita e despesa de cerca de R$ 26 bilhões, Caiado afirma que recebeu um Estado quebrado, e calcula, na nova redação do projeto de lei, déficit de R$ 6 bilhões. Para 2019, portanto, o projeto de lei aprovado na Casa orça receita de R$ 26 bilhões, mas fixa despesa de R$ 32 bilhões.
Ao pedir encaminhamento de voto, Lívio Luciano afirmou que a receita encaminhada pela gestão passada era “totalmente fantasiosa”, por superestimar receita e subestimar as despesas. “Colocamos [na nova redação] despesa real e receita estimada em um patamar aceitável. Ainda, evidenciamos o déficit de R$ 6 bilhões, um rombo nas contas públicas do Estado de Goiás. Devemos arrecadar durante quatro meses, sem pagar nenhuma dívida, somente para corrigir esse déficit”, explicou.
O parlamentar disse ter elaborado seu relatório em conjunto com equipe do Tesouro Nacional, que estaria propondo nova metodologia para elaboração de orçamentos, justamente para evitar maquiagens nas contas públicas. Este modelo, inclusive, apontaria caminhos para o incremento das receitas, o que seria uma ação pioneira.
Ao fim de sua fala, o deputado, que não foi reeleito no pleito de 2018, agradeceu aos eleitores e demais parlamentares, comemorou aprovação de projeto de lei relatado por ele, que reajustou os incentivos fiscais concedidos pelo Executivo, e afirmou que servirá o Estado em outras esferas, daqui em diante.
O Presidente foi transferido para UTI e se encontra estável e consciente
Serviço promete melhores condições para motoristas e usuários, além de serviço mais completo
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Foto: divulgação[/caption]
Já está disponível para download o aplicativo de mobilidade urbana Moobi. A plataforma totalmente brasileira chega a Goiânia com promessa de valores mais baratos nas corridas. Uma das novidades é que os usuários podem optar por diferentes serviços dentro do mesmo app.
Entre todas as nove opções de serviços oferecidos estão:
- Moto-Rápido: para situações de urgência e maior agilidade na locomoção.
- Pet: A alternativa para quem deseja transportar o seu animal com carinho, respeito e conforto.
- Baby: para as mamães e papais de plantão que precisam transportar o seu filho com todo o cuidado e segurança que ele merece.
- Acessível: para pessoas que possuem necessidades especiais
- Girl: opção voltada para o público feminino poderá escolher motoristas do mesmo sexo
Desde agostos de 2018, quando foi lançado, o aplicativo já atua em Balneário Camboriú, em Santa Catarina; Fortaleza, no Ceará além de Belo Horizonte, Recife e Belém.
Na capital goiana o Moobi irá operar em competição com pioneiras no segmento, como a Uber e a 99pop. Entretanto, segundo Gervasio Morgado, CEO da plataforma brasileira, diz que a Moobi tem o melhor plano de negócio para os profissionais, cobrando 15% do valor total da corrida, enquanto a Uber, por exemplo, cobra 25%.
Segurança
Nas últimas semanas foram registrados crimes contra motoristas de outros aplicativos. Quanto a isso a Moobi promete rigor e inovação em busca de mais segurança, tanto para os motoristas como para os passageiros.
A empresa promete ser criteriosa com relação aos dados dos passageiros, CPF e outros dados pessoais são necessários na hora do cadastro.
Já para a segurança dos passageiros, a empresa exige que ao solicitar o cadastro, o motorista apresente um “nada consta” de antecedentes criminais, o candidato também precisa estar com a documentação pessoal e do veículo em dia. Além disso, todas as rotas são acompanhadas pelo sistema da empresa.
Secretário Ernesto Roller aguardará uma notificação do Tribunal de Contas para se reunir com os prefeitos que firmaram convênio com a pasta Assim que assumiu a Secretaria de Governo (Segov), Ernesto Roller "expôs" que a realidade financeira do programa Goiás na Frente junto aos municípios goianos, lançado em março de 2018 com a promessa de destinar R$ 500 milhões diretamente às prefeituras, destinou apenas 33% aos municípios que tiveram de interromper obras no final do ano passado. Diante deste cenário, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou uma "Tomada de Contas" para apurar a responsabilidade por danos à administração pública deixados pela gestão anterior. Ernesto Roller aguarda, agora, uma notificação do TCE para se reunir com os prefeitos que firmaram convênio com a Segov, a fim de saber a real situação das obras paralisadas. Ao todo são 221 contratos assinados, tendo sido pagos apenas R$ 166 milhões, com restos a pagar de mais de R$ 333 milhões. “O Goiás na Frente foi puro marketing e resultou num grande calote, pois pouco mais de 30% do valor foi pago até agora aos municípios. Foi uma grande venda de ilusões para a população goiana e um forte golpe nos prefeitos”, explica o secretário Ernesto Roller. Confira os números do Goiás na Frente: 221 convênios, promessa de R$ 500 MILHÕES Valor liberado - R$ 166.128.532,47 Restos a pagar: R$ 333.871.468,00 (1.968 parcelas não pagas)


