Últimas notícias
Cantor apresentará repertório pop rock, soul e MPB, pelo projeto “D'BOA Música para o Bem”
Deputado eleito diz que ainda não decidiu em quem vai votar, na eleição, realizada na próxima sexta-feira, 1º, mas garante que será em alguém que comungue dos seus ideais
Ação conjunta de órgãos ambientais goianos busca regularizar situação das barragens do Estado a partir do próximo mês
[caption id="attachment_161183" align="aligncenter" width="620"]
Foto: divulgação[/caption]
A secretaria de Meio Ambiente de Goiás está se movimentando após o rompimento da barragem de Brumadinho. Uma força tarefa lançada nesta terça-feira, 29, pretende fiscalizar e cadastrar todas as barragens do Estado. Dados do Instituto Mauro Borges apontam que o território goiano possui cerca de 8 mil.
Dentre estas 8 mil barragens, a maior parte é de água e serve para abastecimento, irrigação e outros usos. Outras 10 são barragens de rejeitos de mineração, embora os resíduos presentes sejam diferentes da lama de Brumadinho. "Precisamos reforçar a estrutura de controle e responsabilização dos empreendedores e, por outro lado, precisamos reforçar também a fiscalização", disse a secretária da pasta, Andréa Vulcanis.
Durante a coletiva que anunciou os trabalhos, Vulcanis também comunicou que todos os empreendedores e proprietário de terra que possuam barragens serão convocados para o cadastramento, que começa no dia 12 de fevereiro. Ainda não há um prazo para o encerramento e pela secretaria, após o prazo que vier a ser estabelecido, as barragens que não tiverem cadastro poderão ser multadas.
A força tarefa irá contar com apoio de órgãos como o Batalhão da Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros. No anuncio desta terça-feira, 29, ficou prevista ainda uma reunião pública no dia 6 de fevereiro com os empreendedores, onde devem receber contribuições quanto à segurança das barragens.
Também sobem ao palco Tom Chris, Maria Eugênia, Luiz Augusto, Amauri Garcia e Pádua
Andamento da Cash Delivery e da Confraria depende de término das sindicâncias na Polícia Federal
Programa pode entrar em plano de fiscalização do Tribunal de Contas do Estado de Goiás. Entenda
"Cenário é muito triste, mas estamos empenhados em minimizar o sofrimento das famílias”, afirma bombeiro goiano responsável por coordenar a ação
Neste ano, são oferecidas mais de mil vagas e prazo se encerra no dia 30 de janeiro
Deputado afirma que LOA foi usada para tentar maquiar dados e que não existe mais desculpa para não pagar servidores
Proposta do governo é de escalonar os pagamentos em cinco meses a partir de março
Antigo vocalista do grupo de pagode baiano É o Tchan! vai relembrar sucessos dos anos 90
Humberto Aidar diz trabalhar em busca de consenso, para que Assembleia 'não inicie mal'
Goianos buscam ajuda nos conselhos tutelares, que afirmam não receberem respostas plausíveis da Secretaria Municipal de Educação
"Saímos com água pelo joelho, no escuro total e com um vento muito frio”, conta Célio Rezende
Eles atestaram que a barragem que se rompeu era segura. Força-tarefa apura responsabilidade

Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais/Divulgação
Foram presos na manhã desta terça-feira, 29, dois engenheiros suspeitos de fraudarem laudos técnicos da empresa Vale atestando a segurança da barragem que se rompeu. Makoto Namba e André Yassuda tiveram ordem de prisão expedida pela Justiça de Minas Gerais e foram presos em São Paulo.
Outros três funcionários da Vale também foram presos em Minas Gerais. As ordens da Justiça são de prisão temporária, com validade de 30 dias, e foram expedidas pela Justiça no domingo.
A força-tarefa que envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Estadual e Federal e a Polícia Civil, além de policiais, promotores e procuradores de Minas visa apurar a responsabilidade criminal pelo rompimento da barragem que havia na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho.
Na noite desta segunda-feira, 28, a Defesa Civil de Minas Gerais informou que há 65 mortos e 279 desaparecidos. Nesta terça-feira, começa o quinto dia de buscas no local.


