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Sem proposta, profissionais da educação devem deflagrar greve em Goiás

“Sem salário não tem retorno. Nossa luta já é além do salário de dezembro”, defende associação de professores

Mais de 30 prefeituras aderem parceria com Agetop para recuperação de rodovias estaduais

Serviços de manutenção já estão em execução nas regiões de Rio Verde e Jataí, com previsão de conclusão até o fim do mês

MEC divulga resultado do Sisu 2019 nesta segunda-feira

Matrículas começam no dia 30 de janeiro e vão até 4 de fevereiro

Vale divulga nomes de 297 desaparecidos em Brumadinho

Até o final da noite deste domingo, 27, apenas 16 dos 58 mortos confirmados haviam sido identificados

Jair Bolsonaro passa por cirurgia para retirar bolsa de colostomia

Presidente deverá ficar no Hospital Albert Einstein por cerca de 10 dias mas pretende trabalhar normalmente despachando com equipe

Possibilidade de suspensão em processos que envolvem terras ainda preocupa

Incerteza de ações do novo governo sobre processos de aquisição e desapropriação de terras gera críticas entre especialistas e movimentos sociais da área Entre as idas e vindas das decisões tomadas nos primeiros dias de mandato, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), anunciou, no dia 03 de janeiro a paralisação da reforma agrária, o que consequentemente também colocaria fim às demarcações de territórios quilombolas. A medida que viria a ser suspendida na mesma semana, pegou de surpresa os especialistas e movimentos sociais da área. A primeira decisão partiu da Diretoria de Obtenção do Incra, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Segundo informações, ficou determinado que os servidores paralisassem todos os processos de aquisição e desapropriação de terras para o cumprimento do programa nacional de reforma agrária no Brasil, sem prazo determinado para o retorno. Na época a informação do Incra, era de que 250 processos já em curso foram afetados com a medida, já segundo o MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, foram 365 processos. Entretanto a repercussão da medida ganhou críticas negativas. Na  mesma semana um novo memorando suspendeu a determinação, voltando atrás na interrupção dos processos de compra e desapropriação de terras no País. Ocorre, porém, que o impasse que envolve a questão se tornou de conhecimento público e segue agora como ponto de atenção para diversos segmentos da sociedade, que se preocupam desde o fim da destinação de terras às famílias até com o acirramento da tensão e da violência no campo (protestos, invasões, etc.). Falta de investimentos e morosidade nos processos Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o governo de Michel Temer(MDB) não teria destinado recursos suficientes para as políticas de Reforma Agrária, Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário. Um estudo levantado pela comissão aponta que o valor destinado à obtenção de terras em 2018 foi de R$ 83,7 milhões, para se ter ideia, em 2015 o valor foi de R$ 800 milhões. Para o advogado especialista em questões agrária, Ailtamar Carlos da Silva, as incertezas sobre o destino dos processos agravam a situação das famílias que ocupam as terras sob processo. À frente da negociação entre o Incra e o acampamento na Fazenda Santa Lúcia, no Pará, cenário da segunda maior chacina campesina do país, o advogado Ailtamar responsabiliza o Incra pela morosidade. O jurista recorda que no caso das 200 famílias acampadas na Fazenda Santa Lúcia “houve um acordo de valores sobre a compra da fazenda ainda no ano de 2017, o que nunca se concretizou”. Ailtamar diz que “é evidente o descompromisso do instituto, não apenas para com o fazendeiro, mas, principalmente, para com as centenas de famílias que, vulneravelmente, aguardavam melhores providências do órgão, que tem, ironicamente, um dever existencial paradoxo ao que se tem visto”.

Buscas por sobreviventes em Brumadinho são retomadas

Mineradora divulga nova lista com nome de 287 desaparecidos

Federação Goiana de Municípios realiza evento para posse da nova diretoria

ocasião contará com diversas autoridades do Estado de Goiás, como membros do poder Legislativo, Executivo e judiciário, além de prefeitos goianos [caption id="attachment_160901" align="alignleft" width="300"] Presidente Haroldo Naves, prefeito de Campos Verdes | Foto: divulgação[/caption] A próxima quarta-feira, 30, na sede da Federação Goiana de Municípios acontecerá a posse da nova diretoria da entidade. Serão diplomados para o mandato 2019/2021 o presidente Haroldo Naves Soares, Prefeito de Campos Verdes; 1º Vice-Presidente José de Sousa Cunha de Porteirão; 2º Vice-Presidente José da Silva Faleiro de Silvânia Diretor Administrativo: Sávio de Sousa Soares Batista de Pilar de Goiás; Diretor Administrativo Substituto: Nélio Pontes da Cunha de São M. do Araguaia; Diretor Financeiro: Eurípedes Moreira da Silva de Gouvelândia; Diretor Financeiro Substituto: Francisco Alves de Sousa Junior de Teresópolis de Goiás e Diretor Legislativo: José Ubiratan Ramos de Oliveira de  Mundo Novo O evento contará com diversas autoridades do Estado de Goiás, como membros do poder Legislativo, Executivo e judiciário, além de prefeitos goianos. A diretoria foi eleita por aclamação com chapa única no dia 15 de Junho de 2018. A Chapa é liderada pelo vice-presidente da CNM, Presidente da FGM e Prefeito de Campos Verdes, Haroldo Naves. O Presidente da entidade destacou a importância da continuidade de seu mandato frente a FGM. ”Os Prefeitos Goianos sabe das conquistas do nosso trabalho, por isso nos permitiu mais 2 anos de Mandato. Onde estamos procurando sempre trabalhar em prol da causa Municipalista. Com uma diretoria forte e qualificada e uma equipe técnica vamos continuar a trabalhar pelos Municípios Goianos, dando sequência ao trabalho da FGM, que é a casa dos Prefeitos Goianos”, ressaltou.

Tribunais de contas discutem o fim da “maquiagem” nos dados dos Estados

Flexibilizações dos TCEs retardaram o real diagnóstico da situação fiscal dos governos regionais

Incidência de câncer de colo do útero no Brasil se assemelha aos países menos desenvolvidos no mundo

Janeiro é o mês de conscientização deste tipo de tumor que tem o HPV como causador de 70% dos casos

Bombeiros goianos chegam a Brumadinho e auxiliam na evacuação de moradores

Equipes atuam na retirada dos moradores que estão próximos à barragem para áreas mais altas da cidade 

Namorado interrompe show e pede Lulu Santos em casamento

Casal celebrou o momento com um beijo e arrancou aplausos do público

Governo afirma que irá fiscalizar todas as barragens de Goiás

De acordo com pasta, Estado tem 137 barragens e, destas, 11 são de grande porte [caption id="attachment_160882" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption] A Secretaria do Meio Ambiente e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Goiás instituíram uma força tarefa neste sábado, 26, para mapear, vistoriar, orientar e adotar medidas preventivas para evitar incidentes envolvendo qualquer modalidade de barragens existentes em Goiás. De cordo com a pasta, Estado tem 137 barragens sendo 11 de grande porte. Ficou definido o início imediado da fiscalização de todas as barragens no Estado. Já nesse fim de semana, está sendo feito o monitoramento via satélite no Centro de Monitoramento e Fiscalização do Batalhão Ambiental. Serão identificadas as prioridades de fiscalização por área de risco e, logo em seguida, começam as vistorias nos locais. O trabalho de campo será realizado em conjunto, com a coordenação técnica dos fiscais da Secretaria e apoio do Batalhão Ambiental. A reunião foi realizada no gabinete da Secretaria, com a presença da secretária Andréa Vulcanis, coronel Heber Lima (Comandante do Policiamento Ambiental), Tenente Coronel Jubé (sub Comandante do Policiamento Ambiental)  e Capitão Clayton (Chefe do CTA responsável pelo monitoramento via satélite). No decorrer da semana, novas medidas para a proteção do meio ambiente serão anunciadas pela Secretaria, que está preparando um pacote de ações para a área.

Bolsonaro chega a SP para retirada de bolsa de colostomia

Mourão assumirá o cargo enquanto o presidente se recupera da operação