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Empresários do setor da habitação receberam o pré-candidato à presidência em sala fechada à imprensa antes do início dos debates
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Eduardo Campos chegou ao local do evento pouco antes das 10h, escoltado pelo pré-candidato ao governo de Goiás, o empresário e ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso (PSB), e outras autoridades | Foto: Marcello Dantas/Jornal Opção[/caption]
Empresários e representantes da construção civil esperam saber quais são as perspectivas do setor para os próximos anos durante painel com o pré-candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB), no último dia do 86º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), no Centro de Convenções de Goiânia, na Região Central da capital. O Jornal Opção Online conversou nesta sexta-feira (23/5) com alguns participantes que relataram expectativas diferentes em relação à palestra do político. Enquanto alguns avaliam que o presidente que será eleito nas eleições de outubro deverá dar continuidade à parte vantajosa de programas como o Minha Casa, Minha Vida, outros afirmam que o governo federal deve criar medidas mais rigorosas para a retirada do seguro desemprego no país.
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Para o diretor da URBS/RT, o paulistano Ricardo Teixeira, a realização do evento em Goiás movimenta a economia e traz para a capital o turismo de negócios, além de dar a oportunidade de o Estado mostrar o que é feito aqui para o Brasil. Sobre a participação de políticos, ele disse que a presença deles é fundamental para saber o interesse dos pré-candidatos na manutenção e geração de novos empregos no setor, ainda mais em momento eleitoral.
Antes do painel, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safadi Simão, e José Carlos Martins (novo presidente eleito da CBIC), recepcionaram Campos em uma sala fechada à imprensa. Lá, ainda estavam Carlos Alberto Moura, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Goiás (Sinduscon-GO), Ilézio Inácio Ferreira, da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) e Pedro Alves, da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg).
Campos chegou ao local do evento pouco antes das 10h, escoltado pelo pré-candidato ao governo de Goiás, o empresário e ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso (PSB), e outras autoridades, como os vereadores Pedro Azulinho e Elias Vaz, também pessebistas. O jornalista da TV Bandeirantes Guto Abrantes mediará a conversa com o presidenciável.
Cerca de 15 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar (PM), participaram de manifestação organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) na noite de hoje (22), na capital paulista. O protesto contra os gastos para realização da Copa do Mundo saiu do Largo da Batata, zona oeste, e percorreu em torno de 5 quilômetros até a Ponte Octávio Frias de Oliveira, na zona sul. No trajeto, a passeata interrompeu o trânsito em vias importantes, como a Avenida Faria Lima e a Marginal Pinheiros. Apesar da chuva, os manifestantes permaneceram animados, tanto pelo carro de som quanto pelos gritos de guerra característicos do movimento. “Pisa ligeiro, pisa ligeiro. Quem não pode com a formiga, não atiça o formigueiro”, cantava o coro da passeata. O ato teve ainda a adesão do Movimento Passe Livre, do Comitê Popular da Copa e do movimento Se Não Tiver Direitos Não Vai Ter Copa, dentre outros. A manifestação mostra, segundo o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, que há uma insatisfação crescente sobre a forma como foi organizado o Mundial. "É um processo crescente de luta, que expressa a indignação dos trabalhadores sem teto, em particular. Mas nós vimos várias outras categorias. Os condutores e os professores em São Paulo estão em greve. Várias categorias pelo país começam a se perguntar: Empresário ganhando, empreiteiro ganhando, e onde fica a gente? Queremos a nossa fatia desse bolo”, ressaltou. De cima do carro de som, Boulos convocou a multidão a continuar pressionando o Poder Público para solucionar o problema da falta de moradia. “Ou o dinheiro para construir as casas vai aparecer agora, ou o junho da Copa vai virar o junho vermelho”, disse em referência à cor das bandeiras e camisas do MTST. “Não adianta fazer Copa do Mundo, encher os nossos olhos, e achar que a gente, sem ter os nossos direitos, vai se calar e ficar assistindo futebol”, declarou. A maior parte dos participantes do ato eram membros das ocupações promovidas pelo movimento em diversos pontos da capital paulista. Entre eles, o pedreiro Ivanilson Moreira, que veio da ocupação Dona Déda, no Campo Limpo, zona sul. “Não estava mais conseguindo pagar o aluguel do barraco”, contou. “Espero conseguir um apartamento que possa pagar”. Desempregada, Rosemeire de Jesus disse que tem feito bicos para conseguir saldar o aluguel de R$ 450 de sua residência, em Paraisópolis, zona sul. “O córrego passa em baixo da casa. Tem rato para todo lado, e quando chove pode desabar. E ainda tem que pagar o aluguel. Fica difícil”, reclamou a militante que vive no barraco com dois filhos. Ao final do ato, Boulos avisou que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos havia disponibilizado trens extras para facilitar o transporte dos participantes. “Essa foi, sem dúvida nenhuma, a maior manifestação na cidade de São Paulo neste ano”, afirmou.
O líder político resolveu não se pronunciar após ter conhecimento da retirada da pré-candidatura do neopeemedebista. Iristas esperam um posicionamento por parte do diretório estadual da legenda o mais rápido possível
O vice-governador José Eliton (PP) recebeu na tarde desta quinta-feira (22/5) o deputado federal Eduardo Barbosa (PSDB-MG) e uma comissão de técnicos da Secretaria Estadual de Educação e representantes da Federação das Associação Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Goiás. O motivo do encontro, realizado no gabinete do vice-governador, no Palácio Pedro Ludovico, são as ações que favorecem os direitos das pessoas com deficiência, com ênfase na Educação Especial na rede pública de ensino. Um projeto nesse sentido tramita na Câmara dos Deputados de autoria do deputado mineiro.
A comissão relatou ao vice-governador o andamento da proposta, que está sendo elaborado com base no modelo aplicado em escolas de Minas Gerais. Segundo Eduardo Barbosa, o modelo daquele Estado oferece ao portador de deficiência uma escola convencional, mas com um currículo adaptado às suas necessidades de uma vida prática, seja na escola ou em casa. “Está na Constituição Brasileira: toda pessoa tem direito à educação”, afirmou. “Cabe, portanto, aos gestores públicos garantir ao deficiente acesso a uma educação especial, adaptada de forma a atender suas necessidades.”
José Eliton destacou que o governo estadual é parceiro da Federação das Apaes de Goiás e que a atual gestão tem implantado politicas públicas voltadas para o bem-estar e desenvolvimento dos portadores de deficiência. Ele colocou o governo à disposição da comissão e pediu que apresentassem, posteriormente, um relatório sobre a proposta, para que possa ser estudada, a fim de contribuir com sua concretização.
Na quinta-feira, 22, leitores enviaram uma série de piadas e frases de efeito sobre a renúncia de Júnior Friboi. Vamos listar algumas: + “A carne do PMDB não é Friboi” (Carlos César Higa) + “O PMDB de Goiás não tem mais aftosa.” + “Júnior veio do boi e ao boi voltou.” + “No fim do arco-Íris não se vê mais nenhum pote de Friboi.” + “Friboi deixou os peemedebistas na chapada.” + “Friboi tirou um peso de seu carro.” + "Friboi agora vai tentar ser governador do Texas." + "Deputados do PMDB choram: o bolso de Friboi foi embora." + "A música preferida de Iris e Friboi é 'Entre Tapas e Tapas'" + "Friboi prefere ficar com a picanha e Iris não larga o osso." (Luiz Faleiro, jornalista) + "Friboi dormiu com a picanha e acordou com a ariranha." (João Carlos) + "No meio do caminho de Friboi não tinha uma pedra. Tinha uma montanha, bem erada, de nome Iris Rezende." (Sérgio Mello, professor) + "Friboi descobriu que no PMDB tem quem Manda, Iris, e quem fica na Brasa, o empresário." (Gilberto de Castro, advogado) + "As forças ocultas que levaram Jânio Quadros à renúncia estavam numa garrafa de uísque 18 anos. As forças ocultas que derrubaram Júnior Friboi estão na íris de um ex-prefeito de Goiânia." (Caio Mendonça, historiador) + "Consta que Júnior Friboi está feliz, pois voltará a tocar berrante. Duda Mendonça, seu tutor, havia proibido." (Pedro de Almeida, sociólogo) + "Frase atribuída a Júnior Friboi: 'Em nome do povo, diga ao Iris que não fico'." (Carlos Antônio, técnico em informática) + "Na geladeira do Iris é proibido entrar carne do Friboi." (Alberto Nery) + "Com a renúncia de Friboi, Roberto Carlos voltou a ser vegetariano" (Edmar Oliveira, jornalista)
O estudo atualiza o levantamento anterior, de outubro do ano passado, para o mesmo período, abrangendo projetos e planos estratégicos de empresas apoiadas ou não pelo banco
Antes ligada ao nome de Júnior Friboi (PMDB), que desistiu de sua candidatura nesta quinta, a legenda aposta agora na base governista
O presidente cassou o benefício dos ex-deputados Valdemar Costa Neto, Bispo Rodrigues e Pedro Corrêa e do ex-tesoureiro do extinto PL Jacinto Lamas
Segundo o juiz, os comprovantes estavam no escritório do doleiro Alberto Youssef, durante o cumprimento dos pedidos de busca e apreensão da Operação Lava Jato
Desistência de empresário peemedebista não afeta pré-candidato ao governo de ex-prefeito de Anápolis
De acordo com o friboizista, a vontade do ex-governador vai sempre prevalecer dentro do partido
De acordo com Paulo Garcia, as obras vão promover a qualidade de vida no município. A verba vai ser empregada na pavimentação e construção de galerias pluviais e calçadas
"Deixo o caminho aberto para Iris Rezende disputar mais uma vez o governo de Goiás. Acompanharei a disputa eleitoral como cidadão", disse o empresário em nota
A movimentação foi organizada por líderes comunitários, pelo PMDB e pelo PMDB Mulher, que divulgaram nota em favor da candidatura do ex-governador
O empresário é acusado de ter contratado os filhos por altos salários durante anos, sem que estes prestassem os devidos serviços

