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“Hoje, depois do segundo fracasso de uma guerra mundial, podemos falar de uma guerra combatida por partes, com crimes, massacres e destruições”, disse
O candidato pelo PSDB tem 41% das intenções de votos, com 15 pontos à frente do segundo colocado, Iris Rezende (PMDB) que aparece com 26%
A lei eleitoral permite que as coligações possam trocar os candidatos das chapas que concorrem às eleições
Aplicativos, games e educação serão destaques goianos no evento internacional
Segurança pública, educação, saúde e energia elétrica são as prioridades de todos os candidatos
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Reprodução: Facebook[/caption]
Familiares e amigos de João Antônio Donati, de 18 anos, morto em Inhumas na quarta-feira, 10, manifestaram a favor da criminalização da homofobia. Indignados, cidadãos de outros municípios se juntaram organizando protestos para cobrar maior agilidade nas investigações. A causa da morte do jovem ainda não foi desvendada. João foi encontrado com o pescoço quebrado e a boca cheia de papel. Segundo pessoas próximas de João, estaria escrito “vamos acabar com essa raça maldita de demônios” em um dos papeis, o que levanta a suspeita do crime ter sido causado por homofobia.
O delegado responsável pelo caso, Humberto Teófilo, negou a existência da mensagem e informou que as testemunhas serão escutadas nesta semana. Quanto ao corpo de João, o delegado disse que não tem como confirmar se o pescoço estava realmente quebrado ou se os braços e pernas estariam fraturados.
O laudo do Instituo Médico Legal (IML) deve ficar pronto em 30 dias. Segundo estatísticas do Grupo Gay da Bahia (GGB), um homossexual é morto a cada 36 horas no Brasil e 70% dos casos ficam impunes. Sete em cada dez homossexuais brasileiros já sofreram algum tipo de agressão física ou verbal. A família disse aos policiais que João saiu na manhã da terça-feira e não voltou mais para casa.
Cresce economia goiana
O Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) divulgou, na quarta-feira, 10, que o Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás registrou, no segundo trimestre deste ano, crescimento de 2,1%, comparado ao mesmo período de 2013. Segundo a Segplan, o desempenho foi resultado do aumento de mesma amplitude nos setores de serviços, indústria e agropecuária. O valor estimado do PIB no Estado atingiu o valor de R$ 36 bilhões entre os meses de abril, maio e junho. Comparado os resultados da economia goiana com a média nacional, o segundo trimestre foi favorável ao Estado. A taxa do País, neste período, foi negativa (-0,9%).ONU critica prisões brasileiras
O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que reúne representantes de 47 países, debateu os problemas dos presídios brasileiros na quarta-feira, 10, em Genebra. O Grupo de Trabalho da ONU de detenção arbitrária apresentou um relatório sobre sete prisões das cidades de Brasília, Campo Grande, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo, produzido por especialistas em março de 2013. O texto critica o uso, considerado excessivo, da pena da privação de liberdade e mostra que ela “está sendo usada como o primeiro recurso em vez do último, como seria exigido pelos padrões internacionais de direitos humanos”. O relatório também mostra preocupação com a existência de prisões arbitrárias, ausência de separação entre pessoas condenadas das detidas temporariamente, integridade física dos detidos e com a ocorrência de maus-tratos praticados por guardas e policiais.Reajuste anual eleva tarifa de energia elétrica em 21,64%
A média do reajuste tarifário anual na conta de luz dos clientes da Companhia Energética de Goiás (Celg) ficou em 21,64%. O porcentual foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que divulgou na terça-feira, 9, os tetos tarifários a serem empregados pelas fornecedoras de energia do País. Em Goiás, o reajuste começou a valer na sexta-feira, 12. A Aneel autorizou a Celg reajustar em até 19,85% as contas de energia elétrica de residências e comércios e em até 24,97% as contas de indústrias de alta tensão, sendo que a empresa tem autonomia de empregar um porcentual menor em ambos os casos. O novo valor vigorará até 11 de novembro de 2015. Os cálculos levam em consideração o Índice de Reajuste Tarifário (IRT) Financeiro, que são os custos não gerenciáveis, como a aquisição da energia das hidrelétricas e termoelétricas, e o IRT Econômico, o cálculo aproximado da receita para cobrir custos e investimentos dos próximos 12 meses.Cai índice de casos de dengue
O Estado de Goiás registrou queda de 32,93% nos casos de dengue. Segundo boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde, do início do ano até o sábado, 6, foram contabilizados 103.658 registros da doença. A queda de 32,93% é em comparação ao mesmo período do ano anterior. A capital goiana segue como a 1ª no ranking de casos com 22.330 ocorrências. Em seguida, Luziânia com 12.891 registros e Aparecida de Goiânia com 8.269 casos. Neste ano, já são 58 mortes em decorrência da doença. Novamente, Goiânia lidera com nove óbitos, seguida por Aparecida de Goiânia, com seis mortes, e Anápolis, com três.Divergências no novo cálculo do IPTU
O secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia, Jeovalter Correia, defendeu na quinta-feira, 11, a proposta de alteração das alíquotas de IPTU e ITU na capital. Segundo ele, a apresentação de projeto desse teor à Câmara Municipal tem como objetivo assegurar um serviço público de qualidade para a população goianiense. No dia seguinte, representantes da Ordem de Advogados do Brasil (OAB), do Fórum Empresarial e de Habitação alegaram que a proposta vai impactar os goianienses e que o prefeito Paulo Garcia (PT) e a Câmara Municipal não ouviram o setor privado. Segundo a presidente da Associação Comercial Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Helenir Queiroz, a nova proposta vai aumentar em mais de 600% o valor do IPTU. “Vale lembrar que o recurso arrecadado mal servirá para quitar a folha de pagamento dos servidores, ou seja, o dinheiro não vai servir para investimentos nem para melhorar a cidade”, lamentou.
Os eleitores parecem acreditar que escândalos são típicos do meio político e tendem a apostar no candidato menos pior. Nas eleições deste ano, as classes médias devem apostar naquele candidato que prometer mais consumo e, portanto, crédito facilitado. A ética está pesando menos do que a economia
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Agenor Mariano, Barbosa Neto e Lívio Luciano: os peemedebistas dizem que, na hipótese de segundo turno, a disputa será plebiscitária[/caption]
O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Rezende, o candidato a deputado estadual Lívio Luciano e o ex-deputado federal Barbosa Neto, peemedebistas, apostam todas as suas fichas que a eleição para governador de Goiás terá segundo turno.
Barbosa Neto frisa que, dado o exíguo tempo de televisão, “o programa do candidato a governador Iris Rezende concentrou-se na tentativa de desconstruir o governo do tucano Marconi Perillo e, ao mesmo tempo, em apontar Iris como uma alternativa de gestor experimentado. O dilema era: ‘bater’ ou ‘propor’. Ficamos com a primeira tese. Com o segundo turno praticamente garantido, nós vamos para o segundo round. No segundo turno, com mais tempo na televisão, vamos, sem deixar de fazer a crítica dura e consistente, aumentar a nossa agenda positiva ou propositiva”. Iris e Marconi terão dez minutos cada.
O segundo turno, na avaliação de Barbosa Neto, “é outra eleição, criam-se novas expectativas de poder. Marconi vai para o segundo turno em primeiro lugar, a se aceitar o resultado das pesquisas, mas, na etapa seguinte, com a verdadeira guerra eleitoral que lhe será movida, é possível que Iris o supere”.
Lívio Luciano concorda com Barbosa Neto, mas acrescenta dúvidas sobre as pesquisas. “Aos poucos, os institutos de pesquisa vão ajustar seus dados à realidade, como já está fazendo o Ibope. A diferença de Marconi para Iris é bem menor.”
O tucanato, na opinião de Lívio Luciano, “está tentando criar uma onda de que vai ‘levar’ no primeiro turno, com o objetivo de influenciar o eleitor indeciso e, sobretudo, o eleitorado que segue o chamado voto útil, optando por aquele que avalia que ‘vai ganhar’”. O peemedebista frisa que, no segundo turno, a eleição é plebiscitária. “O eleitor vota a favor e contra o governo — não há meio termo. Há um detalhe que a maioria dos analistas dos jornais não quer examinar: mesmo com uma estrutura poderosa, Marconi não passa de 40% e sua rejeição continua alta. O cientista político Alberto Carlos Almeida costuma dizer que rejeição alta é o caminho mais curto para uma derrota.”
Agenor Mariano ressalta que, aos 80 anos, Iris “parece um garoto, tal sua vitalidade e disposição para o debate político. Nós acreditamos que a diferença entre ele e Marconi é menor do que a registrada nas pesquisas. Porém não deixo de reconhecer que o líder do PSDB é uma raposa política, de grande habilidade, mas Iris não fica atrás”.
O segredo do sucesso de um político, afirma Agenor Mariano, “é não subestimar o adversário e nós não subestimamos nem superestimamos Marconi. Sabemos que é habilidoso, que joga pesado, mas qualquer político é derrotável. No segundo turno, com mais tempo de televisão, quando poderemos ampliar nossa agenda positiva, teremos condições de competir de igual para igual contra ele. Nós vamos ganhar”.
O candidato do PT a governador de Goiás, Antônio Gomide, diz que o acordo do governo e da Celg com a Eletrobrás não é bom para Goiás. Se é assim, o ex-prefeito de Anápolis está sugerindo que a presidente Dilma Rousseff, que banca o aliança com o governo goiano, está prejudicando o Estado.
Dada a seriedade do petista, um dos melhores políticos do Estado, resta solicitar que esclareça direito sua argumentação.
Um integrante do DEM diz que o candidato a senador pelo DEM, Ronaldo Caiado, não é boi de carro para “puxar” e “carregar” Iris Rezende. Por ser mais jovem do que o octogenário peemedebista, Caiado começou a ser visto como elixir para rejuvenescê-lo. No entanto, o pacto faustiano não está dando certo. O democrata não está “transferindo” votos para Iris e este não está “transferindo” votos para aquele. Não que Caiado esteja fazendo corpo mole. Não está. Ele faz campanha cerrada para Iris, mas, como o peemedebista estagnou, o deputado deve se preocupar mais com seu próprio projeto eleitoral. “Os dois perderem não é bom. Por isso, não será surpresa se, daqui pra frente, Caiado preocupar-se mais com o seu projeto pessoal”, afirma o democrata — que apoia o deputado e a reeleição do governador Marconi Perillo (PSDB). “O problema é que Iris é um galo velho cada vez mais pesado”, afirma o democrata, que se define como caiado-marconista.
Partindo da investigação da morte de uma professora, Bernardo Kucinski expõe, no romance “Alice”, as entranhas de uma universidade corrompida por intrigas, invejas e fraudes
Os projetos políticos de Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) não contemplam de forma específica a Marinha, Exército e Aeronáutica. Área de Defesa continua sendo negligenciada politicamente, enquanto setor vai movimentar cerca de R$ 115,8 bilhões nos próximos anos
Por que o peemedebista Júnior Friboi, embora não vote em Iris Rezende de maneira alguma, pode não declarar seu apoio ao governador Marconi Perillo? O advogado Robledo Rezende, filiado ao PMDB, apresenta uma explicação lógica: “Como pretende resgatar o PMDB, depois da derrota de Iris Rezende, Júnior não vai declarar voto no candidato do PSDB. Prefere manter sua independência”. Rezende, um dos políticos mais ligados a Friboi e que está na campanha de Marconi “24 horas por dia”, afirma que o empresário torce de fato contra Iris e que planeja disputar o governo de Goiás em 2018. “Uma coisa é preciso notar: as pessoas mais ligadas a Júnior, começando pelos aliados mais próximos e pelos parentes que militam na política, estão de corpo e alma na campanha de Marconi. Estão 100% com o candidato tucano. Isto diz mais do que mil palavras.” Um friboizista roxo afirma que um grupo está estudando confeccionar um adesivo com as seguintes palavras: “Sou Friboi, voto em Marconi”.
O candidato do PSB a governador, Vanderlan Cardoso, está se aproximando de Iris Rezende, do PMDB, sem observar o futuro da política de Goiás. Se for derrotado para governador, Iris deve disputar a Prefeitura de Goiânia, atrapalhando um possível projeto de Vanderlan na capital. Ao mesmo tempo, Iris tende a lançar uma filha, Ana Paula, para prefeita de Senador Canedo.
Noutras palavras, os grupos de Vanderlan e Iris podem se enfrentar em duas cidades. Se Vanderlan apoiar Iris — por exemplo num hipotético segundo turno — vai contribuir para enfraquecer seus próprios projetos e os de seus aliados, como o prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira. O presente estaria “cegando-o” ao ponto de o líder do PSB não perceber que um futuro com Iris é pura ficção e prejudicial aos seus interesses políticos?
A tática de não criticar Iris Rezende teria sido formulada por Jorcelino Braga, que se diz “inimigo” pessoal do governador Marconi Perillo. O problema é que pode ser, politicamente, uma tática suicida. Vanderlan pode estar fortalecendo futuros adversários num reduto conquistado, Senador Canedo, e num reduto conquistável, Goiânia.
Jânio Darrot conversou com usuários da unidade, que integra a rede Hugo, e recebeu resposta positiva sobre Organizações Sociais

